Protec realiza levantamento sobre a participação dos TAEs em projetos de pesquisa e inovação
A Pró-Reitoria de Inovação Tecnológica (Protec) realiza até o dia 13 de julho, um levantamento sobre a participação dos Técnicos Administrativos em Educação (TAE) da Ufam em projetos de pesquisa e inovação tecnológica. Essa iniciativa tem como objetivo identificar o perfil dos TAEs que atuam na capital e interior, bem como o potencial destes para a coordenação de projetos de pesquisa e inovação.
O Pró-Reitor de Inovação Tecnológica, professor Waltair Vieira Machado, aposta que esse processo de consulta é uma iniciativa de valorização dos servidores em todos os níveis. Segundo ele,"a Universidade só pode desempenhar corretamente a sua missão se o pessoal for qualificado. Durante os meus 40 anos de Universidade eu sempre busquei formas de incentivar os técnicos que nos assistiam nos laboratórios e que nos auxiliavam, para que avançassem na carreira. Essa oportunidade potencializará a formação de mais pesquisadores do nosso quadro, de modo que os TAEs possam tornar-se profissionais zelosos, competentes e produtivos cientificamente".
Segundo o representante dos TAEs no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), Samuel Vinente, inúmeras instituições (UFRGS, IFRS, UFG, UFCA, UFLA) regulamentam a coordenação de projetos de pesquisa e inovação tecnológica por TAEs. "Na UFAM, a Resolução Consepe nº 027/2008 necessita de ajustes, considerando que o nível de formação da categoria avançou nos últimos dez anos. Hoje o nosso quadro é constituído por muitos especialistas, mestres e doutores, que por conta das limitações legais, apenas usufruem dos incentivos financeiros. Acreditamos que além das atividades administrativas e burocráticas, podemos contribuir com a produção científica em todas as áreas. Esses dados subsidiarão nossas pautas junto ao Consepe", frisou.
O formulário pode ser acessado por meio do link: https://goo.gl/forms/ipdHz4th9PmoNmAY2
Ascom realiza debate sobre Comunicação digital e mídias sociais
A comunicação digital e o gerenciamento de mídias sociais foram os focos de abordagem da roda de conversa conduzida por Carolina Lemos, relações públicas da Assessoria de Comunicação da Universidade Federal do Amazonas (Ascom/Ufam). A atividade reuniu servidores de diversos setores da administração superior na tarde desta sexta-feira, 15, no auditório da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progesp), localizada no setor Norte do Campus Universitário.
A discussão é proveniente do treinamento realizado por Carolina Lemos nos dias 17 e 18 de maio, no Instituto Nacional de Capacitação em Brasília, sob orientação do professor Duílio Fabbri Júnior, jornalista pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (Puc) e mestre pela Faculdade Cásper Líbero.
Conforme afirma Carolina Lemos, a comunicação digital e o advento das redes sociais contribuíram para a democratização do acesso à informação, tornando os processos comunicacionais mais rápidos e dinâmicos, o que demandou a adaptação de pessoas e instituições à nova realidade social.
“Em momentos iniciais do surgimento da internet e de mídias digitais, veículos de comunicação e organizações de outros segmentos restringiam seu uso à reprodução de conteúdos. Jornais virtuais, por exemplo, republicavam matérias já divulgadas em meios impressos”, comparou a relações públicas, ao enfatizar que o atual cenário da comunicação é caracterizado pela elaboração de produtos específicos para a web. “A partir de análise dos públicos que se pretende atingir, as linguagens, formatos e tratamentos da informação variam de acordo com a plataforma digital utilizada”, complementou.
Para a assessora de Comunicação da Ufam, jornalista Carla Santos, a possibilidade de aprimoramento e treinamento dos servidores da Universidade são um eixo importante da política de qualificação na Administração Superior. "Levamos a demanda ao reitor, que entendeu como de grande valia a participação de um servidor da Ascom no curso realizado em Brasília. As mídias sociais representam a maior ferramenta de integração entre a Instituição e a comunidade, portanto, quanto mais preparados estamos para lidar com ela e extrair todas as suas potencialidades, mais teremos resultados positivos", frisou a gestora.
Comunicação e evolução
Servidores da Ufam participaram do debateO embasamento teórico selecionado para sustentar a apresentação é de autoria do pensador americano Alvin Toffler, segundo o qual as relações de comunicação dinamizam a sociedade e viabilizam a evolução humana. O escritor subdivide a evolução pressuposta em cinco ondas temporais. A primeira é iniciada com a fixação de civilizações nômades em moradias estáveis, quando tornam-se agrícolas há cerca de 4000 anos atrás e, consequentemente, interagem com maior facilidade.
A segunda onda é decorrente da primeira revolução industrial, quando os processos se comercializam. Durante a terceira, é agregado maior valor econômico à informação, que passa a ser considerada como estratégica, sobretudo no contexto de guerras em que mensagens eram direcionadas ao entendimento de poucas pessoas. A quarta onda compreende o surgimento da internet e o avanço de sistemas informáticos, enquanto a quinta, vivenciada atualmente, é caracterizada pelas redes sociais e novas engenharias de softwares.
Um novo conceito de consumo da informação que foi explanado é o da ‘notícia incidental’, em que a mensagem encontra o receptor e, imediatamente, pela alta capacidade de compartilhamento, este que outrora era apenas consumidor, passa a ser também um produtor de informações. “As mídias sociais ilustram muito bem este conceito, uma vez que os internautas podem comentar notícias que estão consumindo e debater acerca das mais variadas temáticas. São ao mesmo tempo produtores e consumidores, os chamados prosumers”, destacou Carolina Lemos. Segundo ela, do ponto de vista institucional, esta realidade acarreta a necessidade de acompanhamento e de ações que previnam a circulação de informações prejudiciais à imagem ou até inverídicas, tal como ocorre com a publicação de fake news.
Interação
Por gerar a possibilidade de novas formas de organização social que se baseiam em interesses coletivos, as principais características exigidas pela comunicação em rede são a interatividade, a customização de conteúdos e a multimidialidade. Para a psicóloga do Subsistema Integrado de Atenção à Saúde Servidor da Ufam (Siass), Amanda Tundis, discutir esta temática é necessário e a atividade foi satisfatória. “A roda de conversa foi bastante esclarecedora e igualmente útil, pois nós (equipe Siass) pretendemos desenvolver outras formas de comunicação interativa com nosso público, como a criação de um site institucional e de um canal no Youtube”, revelou a psicóloga.
Bacharelado em Ciências Sociais da Ufam é avaliado pelo MEC em reunião na CPA
Reunião foi realizada entre a CPA-Ufam e a equipe de avaliadores do MECNa última quinta-feira, 14 de junho, a Comissão Própria de Avaliação da Universidade Federal do Amazonas (CPA/Ufam) reuniu-se com a equipe do Ministério da Educação (MEC) para acompanhar o processo de avaliação e da consequente renovação do Reconhecimento da graduação em Ciências Sociais – Bacharelado.
A CPA tem como atribuição coordenar os processos internos de avaliação, de sistematização e de prestação das informações solicitadas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) acerca da Universidade. A Comissão é presidida pelo professor Thomaz Abdalla.
Cada Instituição de Ensino Superior (IES) tem sua própria Comissão Setorial de Avaliação (CSA), setores que também colaboram na divulgação das informações junto à comunidade acadêmica da Ufam. “Nós da CPA e CSA estamos na torcida para que o Curso de Ciências Sociais (Bacharelado) tenha a nota máxima no processo avaliativo”, ressaltou o professor Abdalla.
“A CPA tem o objetivo de avaliar a instituição como uma totalidade integrada, permitindo a autoanálise e a coerência entre a missão e as políticas institucionais efetivamente realizadas, visando à melhoria da qualidade acadêmica e o desenvolvimento institucional”, explicou o presidente da Comissão, ao mencionar que os instrumentos basilares são o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e o Projeto Pedagógico Institucional (PPI). Estes, por seu turno, passam por periódica revisão, discussão e atualização.
Itens avaliados
As Dimensões utilizadas na Avaliação estão listadas a seguir:
I. Missão e plano de desenvolvimento institucional;
II. Política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas formas de operacionalização, Incluídos os Procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades;
III. Responsabilidade social Da instituição, considerada especialmente no que se refere à Sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural;
IV. Comunicação com a sociedade;
V. Políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico-administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho;
VI. Organização e Gestão da instituição, especialmente o Funcionamento e representatividade dos colegiados, sua Independência e autonomia na relação com a mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos decisórios;
VII. Infraestrutura física, especialmente a de Ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação;
VIII. Planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional;
IX. Políticas de atendimento aos estudantes; e
X. Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior.
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