Publicidade no período eleitoral: Ascom orienta sobre como setores da Ufam devem proceder
A Secretaria Especial de Comunicação Social do Governo Federal (Secom), por meio das Instruções Normativas (IN) nº. 01 de 11 de abril de 2018 e nº. 02 de 20 de abril de 2018, disciplina sobre a publicidade dos órgãos e entidades do Poder Executivo federal no período eleitoral (que vai de 7 de julho e pode ir até 28 de outubro, caso haja segundo turno) e dá orientações complementares.
Dentre outras recomendações, as IN’s orientam quanto da promoção e patrocínio, do uso das marcas do Governo Federal em placas e monumentos, das relações com a imprensa, do pronunciamento de autoridades e da interação nas mídias sociais.
O artigo 20 da IN 01 de 11 de abril de 2018 determina que “ficam suspensas, durante o período eleitoral, veiculação, exibição, exposição ou distribuição de peças e/ou material de publicidade, sujeitos à legislação eleitoral, independente se os pagamentos relacionados ocorreram em exercício anterior ao período eleitoral.”
Sobre as relações com a imprensa, a mesma norma disciplina, no artigo 29, parágrafo 2, “os releases à imprensa dos integrantes do SICOM deverão, preferencialmente, focar no interesse direto do cidadão vinculadas à prestação de serviços públicos (...)”.
Já o artigo 30 suspende a exibição e divulgação de noticiosos os órgãos e entidades integrantes do SICOM em suas propriedades digitais.
Na Seção VI, art. 31, a IN 01 determina a suspensão de veiculação e ou exibição nas propriedades digitais de discursos, entrevistas ou qualquer tipo de pronunciamento de autoridade que seja candidata a cargo político nas eleições.
No artigo 37, a Instrução Normativa suspende, por medida de cautela, as áreas para comentários e interatividade com o público nas propriedades digitais dos integrantes do Sistema de Comunicação.
O artigo 42, da Seção XI da referida IN, trata da alteração do uso da marca do Governo Federal em placas de obras e projetos, retirando-a ou cobrindo, facultando ainda a retirada da placa, de acordo com o artigo 43.
Quaisquer dúvidas devem ser direcionadas à Assessoria de Comunicação da Universidade Federal do Amazonas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou telefone 3305 1480.
Confira as Instruções Normativas na íntegra em anexo.
Olimpíada de Anatomia Humana do Icet integra estudantes em prol do conhecimento
Competidores disputaram provas de conhecimento geral, social e de soletração
Por Ismael dos Santos (Ascom-Ufam Capital) e Ascom IcetO Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia da Ufam em Itacoatiara sediou entre os dias 6 e 8 de junho a primeira edição da sua Olimpíada de Anatomia Humana, projeto de extensão coordenado pelo professor Alan Mazzari que se constitui de uma competição com objetivos de incentivar o estudo e a curiosidade em Anatomia Humana, proporcionar o aprimoramento dos assuntos discutidos em aulas teóricas e práticas, e desenvolver a capacidade de estudo e interação em equipe.
A ação extensionista também visa à promoção da convivência entre os alunos das áreas da Saúde e Ciências Biológicas de Itacoatiara e Manaus, que já cursaram ou cursam a disciplina Anatomia Humana, promovendo o entrosamento entre docentes, monitores e discentes do Instituto.
O coordenador explica que a disciplina Anatomia Humana é de fundamental importância para que os alunos possam conhecer as estruturas do corpo humano, e por ser bastante densa tem alto índice de reprovação no meio acadêmico. “Muitos são os fatores que fazem com que a disciplina Anatomia Humana apresente um elevado índice de reprovação, podendo refletir diretamente na retenção e,
Lucas Ferreira (esq.), professor Antônio Ubiratan, Tiago Rocha, professor Alan Mazzari, professor Christophe Xavier, e Hadson Granjeiro consequentemente, na desistência e trancamento por conta de aulas muito complexas e pouco atrativas, falta de empatia entre alunos e professores, e desinteresse pela disciplina por parte dos alunos. Com a realização deste projeto, pretendemos despertar e incentivar nos participantes o interesse pelo estudo, explorando cenários motivacionais em contextos mais atrativos”.
Alan também comentou os apoios para a realização do projeto. “Contamos com uma equipe muito boa formada pelos professores Christophe Xavier, Antônio Ubiratan Alencar, e Rosiane de Souza e pelos alunos Hadson Granjeiro, Lucas Ferreira, Hélio Cordovil Jr. e Tiago Rocha. Já para realizar a premiação foi preciso fazer parcerias com técnicos e professores do Icet e empresas locais”.
A todo 32 inscritos disputaram provas de conhecimento geral, prova social - onde os alunos tinham que conseguir alimentos para a confecção de cestas básicas para serem doadas às instituições de caridade - e a última prova que revelou a vencedora da Olimpíada e consistia na soletração de palavras ligadas a temática. Os participantes eram classificados pelo número de acertos e o tempo de realização da prova.
Ívina Thayná Miranda e o professor Alan Mazzari A grande campeã foi a aluna do 4º período de Licenciatura em Ciências: Química e Biologia, Ívina Thayná Miranda Trindade que durante todas as etapas teve excelente desempenho e, na última fase, conquistou a primeira colocação. “Foi uma experiência incrível, não só pela riqueza de conhecimentos adquiridos mas, principalmente, pela aplicabilidade deles. Essa vitória foi fruto do conhecimento obtido na visita técnica que fizemos ao laboratório de Anatomia Humana em Manaus. As primeiras provas, que eram mais teóricas, foram as mais difíceis. Além disso outros competidores estavam bem preparados. Na última prova tive que soletrar a palavra `epífise´ e com ela consegui vencer, avaliar meus conhecimentos e ainda ser premiada”, relata a aluna que ganhou o valor de quinhentos reais de prêmio.
A classificação geral ficou assim:
1º - Ívina Thayná Miranda Trindade / 2º - Amanda Cristine Marques Farias / 3º - Valéria Macêdo Ribeiro
Flexibilização da jornada: reitor instala Comissão que tem 120 dias para apresentar proposta
Comissão é composta por 18 membros de diferentes entidades representativas
Na tarde desta quarta-feira, 20 de junho, o reitor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) instalou a Comissão que será responsável por elaborar e submeter ao crivo dos Conselhos Superiores da Instituição a proposta de flexibilização da jornada de trabalho dos seus servidores técnico-administrativos em Educação (TAE) de 40 para 30 horas semanais.
Além disso, foram eleitos o presidente e a vice-presidente da Comissão, com seis e cinco votos dos pares, respectivamente, os TAEs Luan Luiz Batista e Crizolda Araújo. Durante a primeira reunião oficial do grupo, que é composto por 18 servidores da Ufam, estiveram presentes representantes do Sindicato dos Trabalhadores de Ensino Superior (Sintesam); da Comissão Interna de Supervisão do Plano de Carreira dos Cargos de Técnico-Administrativos em Educação (CIS); dos gestores de Unidades Acadêmicas, inclusive as localizadas fora da sede; e dos Centros Acadêmicos da Instituição.
Confira a Portaria 1.335 de 2018 e veja quem são os membros da Comissão.
Reitor explicou como será o processo de trabalho do grupoO reitor explicou que este primeiro passo é importante para concretizar a responsabilidade assumida por ele com a categoria. “Esse é um compromisso público que nós assumimos com todos vocês. A partir de agora, a Comissão terá 120 dias para trabalhar e, nesse prazo, apresentar a sua proposta de flexibilização que será apreciada pelos Conselhos Superiores”, disse ele, referindo-se ao trâmite necessário à conclusão dos trabalhos.
Em seu pronunciamento, a pró-reitora de Gestão de Pessoas, TAE Maria Vanusa, fez questão de destacar que, mesmo sendo a Pró-Reitoria com a maior proximidade do tema em questão, a Progesp optou por não estar representada na Comissão. “Queremos que vocês discutam entre si, sem qualquer interferência nossa na parte decisória. Não significa que estamos distantes; inclusive, estaremos dando todo o apoio necessário para que sejam sanadas as dúvidas que surgirem e para indicar os posicionamentos dos órgãos de controle externo”, assegurou ela, ao mencionar o Ministério Público Federal (MPF), o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria Geral da União (CGU).
Direcionamento
Eleito presidente com os votos de um terço dos membros da Comissão, o TAE Luan Luiz Batista atua na Faculdade de Educação (Faced), tendo sido eleito representante da categoria no Conselho Universitário (Consuni). O responsável pela condução dos trabalhos a partir de hoje lembra que a flexibilização da jornada é uma pauta histórica não apenas do Sintesam, mas de servidores técnico-administrativos de todas as Universidades Federais.
Eleito presidente, TAE Luan Luiz Batista conduzirá as próximas etapas em parceria com a vice, TAE Crizolda Araújo“Desde março, nós iniciamos as articulações entre o sindicato e a administração superior da Universidade com o objetivo de tornar efetiva essa pauta, que é histórica para a gente. Nessa audiência pública, tivemos a participação do reitor da Ufam, representantes do Ifam [Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas] e da própria categoria”, disse Luan Luiz Batista.
Segundo ele, dezenas de universidades do País já aplicam a jornada flexível aos seus servidores TAE, uma decisão que faz parte da autonomia administrativa das instituições. “O Decreto 1.590, de 1995, regulamenta essa questão da jornada para as atividades contínuas”, esclareceu o presidente.
No artigo 3º, é possível conferir o fundamento apontado por ele: “Art. 3º Quando os serviços exigirem atividades contínuas de regime de turnos ou escalas, em período igual ou superior a doze horas ininterruptas, em função de atendimento ao público ou trabalho no período noturno, é facultado ao dirigente máximo do órgão ou da entidade autorizar os servidores a cumprir jornada de trabalho de seis horas diárias e carga horária de trinta horas semanais, devendo-se, neste caso, dispensar o intervalo para refeições”.
As palavras da representante institucional na Comissão, também eleita vice-presidente, Crizolda Araújo foram para encorajar os colegas ao estudo aprofundado do aspecto normativo. “Precisamos nos reunir e nos debruçar na análise de notas técnicas e de todas as questões legais sobre as nossas proposições”, apontou, concluindo que se sente honrada ao defender o que seja justo para a categoria e para a Universidade.
Notícia relacionada:
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