Acadêmica do ISB recebe prêmio em Congresso Internacional
Por Ascom ISB
Rhuana (à esquerda) e professora Grace Cunha comemoram o prêmio recebido
A finalista da 8º turma do curso de Enfermagem do Instituto de Saúde e Biotecnolgia (ISB), Rhuana Oliveira, teve seu resumo premiado pelo IX Prêmio Mário Chaves, na modalidade ‘Inovação na formação de trabalhadores da Saúde’, durante o 13º Congresso Internacional Rede Unida, realizado no campus sede da Universidade Federal do Amazonas, no período de 30 de maio a 02 de junho, em Manaus.
Para Rhuana, “este prêmio, além de significar o reconhecimento de 12 meses de trabalho, pode servir de incentivo a outros acadêmicos que desejam fazer pesquisa, pois dificuldades sempre vão existir em qualquer lugar”. A acadêmica falou também no orgulho de ser a única do Amazonas, nesta edição, a receber este prêmio e da felicidade em trazê-lo para o Instituto.
O resumo é resultado do Projeto de Extensão desenvolvido durante o ano de 2017, denominado ‘Treinamento e capacitação de socorristas em suporte básico de vida’, formado por acadêmicos dos cursos de Enfermagem, Fisioterapia e Medicina, coordenado pela professora Grace Anne Cunha. Segundo a docente, o projeto capacitou ao todo 38 acadêmicos, além de 60 técnicos de enfermagem e 120 comunitários de saúde da zona urbana, que foram certificados pelo referido projeto.
De acordo com a professora Grace, “este prêmio representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido desde 2010 no ISB, com treinamentos de primeiros socorros para a comunidade em geral do município de Coari e, que apesar de todas as adversidades e falta de recursos, conseguiram inovar e se destacar dentre mais de 3 mil trabalhos apresentados”.
Curso de Zootecnia realiza 5ª Feira de Anatomia Animal
O reitor, professor Sylvio Puga, prestigiou o eventoCom o objetivo de promover o compartilhamento de conhecimentos científicos através de uma exposição aberta aos públicos interno e externo à Academia, o curso de Zootecnia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) promoveu na tarde desta terça-feira, 12, a quinta edição da Feira de Anatomia Animal.
O evento é parte do cronograma anual do Café Científico, projeto de extensão do Laboratório de Anatomia e Fisiologia Animal (Lafa) e foi realizado no hall da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), localizada no setor Sul do Campus Universitário.
Cada stand de apresentação conteve esqueletos de diferentes espécies animais e os estudantes responsáveis expuseram conceitos referentes às suas anatomias, com foco de abordagem voltado para a Osteologia (estudo das estruturas ósseas), por ser este o tema central da Feira.
Esqueletos bubalinos, ovinos, suínos, caninos, bovinos, do jacaretinga e do peixe-boi amazônico foram alguns dos destaques, sobre os quais foram levantadas diversas informações além da Osteologia, como as referentes aos riscos de extinção, reprodução, comportamento, classificação científica e curiosidades. Os esqueletos, que são mantidos em acervo pela Instituição, foram montados e pintados pelos alunos participantes, todos do primeiro período do curso de Zootecnia.
Estudantes de Zootecnia e professora Roseane Oliveira (ao centro)Coordenadora do evento e idealizadora do Café Científico do Lafa, a professora Roseane Oliveira orientou os trabalhos acadêmicos. Segundo ela, é de suma importância que o conhecimento produzido na Universidade seja acessível para a sociedade como um todo, o que proporciona o despertar do interesse de pessoas para atuar na área de Zootecnia e a divulgação dos cursos oferecidos pela Ufam.
“Nossa proposta consiste em uma metodologia ativa, em que os conceitos abstraídos em sala de aula devem ser transferidos de forma direta para acadêmicos de outros cursos e para a sociedade, processo enriquecedor para todos os envolvidos e um desafio para os estudantes”, destacou a docente.
Além do reitor, professor Sylvio Puga, pesquisadores e discentes de cursos correlacionados, como os de Medicina Veterinária e escolas agrícolas de variados segmentos, atuantes de áreas completamente distintas também participaram, pelo desejo de adquirir novas experiências científicas. Roseane Oliveira afirma que o objetivo atingido é refletido em outras instâncias, a exemplo da nota máxima que possui (5) de acordo com o aval da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão vinculado ao Ministério da Educação.
“Um fator importante que desperta a curiosidade de públicos variados é o fato de os alunos não se restringirem à Osteologia. Eles projetam sua própria participação na vida prática e abrangem taxonomia, aspectos da criação animal e particularidades das espécies”, concluiu a professora.
Extinção de animais
Estrutura óssea do peixe-boiA extinção de espécies típicas da Amazônia é um problema que desencadeia impactos ambientais negativos, como o desequilíbrio de ecossistemas e o empobrecimento da diversidade da fauna. Esta foi uma das angulações dos estudos expostos, na qual o peixe-boi foi protagonista. Esta espécie, conforme discorreu o estudante Maurício Sarges e os demais membros de sua equipe, é protegida pelos países Brasil, Peru e Colômbia, devido à constatação de sua vulnerabilidade.
O grupo afirma que o risco de extinção é justificado tanto por aspectos naturais, como o fato de a gestação durar 12 meses e ocorrer apenas a cada 3 anos, com o nascimento de um único filhote, o que impossibilita a reprodução em larga escala; quanto pela caça de subsistência e exploração inadequada decorrente de anos.
Com a finalidade de inibir o problema, a ‘Associação Amigos do Peixe-boi’ desenvolveu um projeto em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), intitulado ‘Mamíferos aquáticos na Amazônia’. As ações envolvem o resgate, a reabilitação e a reintrodução de peixes-boi em seu habitat natural, além do incentivo à pesquisa para compreender a biologia dos animais.
Esqueleto jacaretingaMaurício Sarges revelou que o trabalho despertou grande interesse e representa um direcionamento para sua carreira acadêmica futura. “O contato com peixes-boi já existia, mas esta á primeira vez que estudo a espécie de forma científica, o que tem sido gratificante e me impulsionou a cursar um doutorado em Nutrição de Mamíferos Aquáticos, futuramente”, declarou o graduando do primeiro período do curso de Zootecnia.
Sobre o Café Científico
O Café Científico do Lafa é um projeto de extensão cujo objetivo é promover e divulgar os trabalhos científicos desenvolvidos por alunos e professores dos cursos de graduação da FCA referentes à Produção Animal.
Ufam comemora os 25 anos do Programa 'Idoso Feliz Participa Sempre' com lançamento de livro
Autores autografaram o CD que contém a obra comemorativa em PDFAlém do livro, apresentado no formato PDF em CD-ROM, cada um dos dez capítulos foi exposto em banners
Em 2018, o Programa Idoso Feliz Participa Sempre – Universidade da 3ª Idade Adulta (PIFPS-U3IA), vinculado à Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (Feff), festeja seu Jubileu de Prata. Em 1993, criou-se a ideia pioneira para oferecer qualidade de vida da população idosa no Amazonas. As principais realizações são contadas na obra alusiva aos 25 anos do Programa, lançada na tarde de terça-feira, 12, na quadra ‘Idoso Feliz’, setor Sul do Campus Sede.
Faça aqui o download do Livro!
“Ao longo desses 25 anos, o Idoso Feliz oferece um conjunto de atividades que não somente atendeu a esse público, como também executou um trabalho de curricularização no âmbito do Programa”, destacou o reitor, professor Sylvio Puga. Ele citou algumas das disciplinas ofertadas, como Hidromotricidade, Natação, Educação Física, Musculação e Caminhada, todas elas sempre tratadas pela ótica da Gerontologia.
Segundo afirmou o reitor, essa metodologia confere qualidade de vida, sociabilização e integração entre os participantes e a própria Universidade. “Foi uma proposta inovadora a implantação do Programa, e foi a partir dele que se formaram multiplicadores nesse ramo, que puderam criar outros grupos voltados à terceira idade”, avaliou o professor, ao justificar que as projeções de crescimento da população idosa impulsionam ações dessa natureza.
O professor Almir Liberato, atual chefe de Gabinete da Reitoria, é oriundo da Feff, tendo acompanhado, inclusive, os primeiros passos do Programa Idoso Feliz. “São 25 anos de muito trabalho, e eu tive a oportunidade de presenciar o seu nascer e desenvolvimento, além das dificuldades que foram colocadas e superadas”, avaliou o docente. “Ele trouxe realmente muita contribuição para a Universidade e para a sociedade, visto que deu ensejo a todos os projetos vocacionados para a questão dos idosos tiveram sua origem aqui”, completou.
Como chegamos até aqui
O PIFPS-U3IA é coordenado pela professora Rita Puga Barbosa, que também foi uma das organizadoras da publicação, trabalho que realizou em parceria com Nazaré Mota, Darcy de Paula Modesto, Andrelina Medeiros e Ahlan Benezar. O prefácio foi escrito pela assistente social aposentada Maria do Perpétuo Socorro Puga Ferreira, 70, e sua filha, Lúcia Puga, respectivamente irmã e sobrinha da professora Rita.
Ao final, os convidados participaram de um sorteio“A trajetória foi de muita dificuldade, mas o entendimento da equipe sempre foi no sentido de sensibilizar as pessoas para a causa do idoso. Além da Educação Física, outros setores deram apoio e o Programa se expandiu para o interior, atendendo a comunidades em Maués e Itacoatiara, entre outras cidades”, ressaltou a prefaciana. Ele elencou ainda os frutos da empreitada, incluindo mais de seis comendas entregues à coordenadora do PIFPS-U3IA.
O livro tem o objetivo de explicar, em dez capítulos o caminho percorrido desde 1993. “Nós fizemos a memória desses 25 anos, com enfoque nos colaboradores”, afirma a professora Rita Puga. “Pode ser óbvio o que será colocado, mas a atitude de persistência constante, o acreditar na causa, novas possibilidades que foram se tornando reais - e muito trabalho mental e físico, que aguçam a perspicácia, foram os principais ingredientes para chegarmos até aqui”, registra a docente nas três primeiras linhas do capítulo um.
Conforme explica ela, cada um dos capítulos abordou um enfoque, iniciando pelo histórico, passando pelas experiências de acadêmicos da terceira idade adulta, de coordenadores, de voluntários, bolsistas e monitores, de uma fisioterapeuta e duas psicólogas voluntárias, avançando à dimensão pedagógica até a apresentação – no capítulo final – da coletânea de disciplinas atualmente ofertadas no Programa Idoso Feliz. Além do livro, apresentado no formato PDF em CD, cada tema foi exposto por meio de banners.
Lista de atividades
Periodicamente, são ofertadas as seguintes atividades, com aulas às segundas e quartas ou às terças e quintas: Gerontovoleibol; Caminhada Ecológica; Musculação Gerontológica, Ginástica Gerontológica, Natação, Hidromotricidade Gerontológica, Musculação Gerontológica; Educação Física Gerontológica; e Dança Gerontológica.
Saiba mais em http://www.idosofeliz.ufam.edu.br/ ou pelo fone (92) 3305-1181 ramal 4145.
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