Coordenação de Treinamento realiza Curso de Redação Oficial

 

A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progesp), por meio da Coordenação de Treinamento e Desenvolvimento (CTD) do Departamento de Desenvolvimento de Pessoas (DDP), realiza no período de 27 a 31 de agosto, no horário de 08h às 12h, na sala 7 da Faculdade de Direito (piso superior do bloco de salas de aula), o Curso de Redação. O treinamento terá como facilitadoras as professoras Marina Araújo e Dorinethe Bentes, da Ufam. O curso visa capacitar os servidores técnico-administrativos a trabalhar, de forma prática e vivencial, os recursos indispensáveis à produção de documentos oficiais identificando a especificidade de cada um, de forma correta e adequada às características e funções desse gênero textual.

A certificação do Curso de Redação Oficial poderá ser utilizada para a progressão por capacitação. Para participar, é necessário que o servidor realize sua inscrição através do link: https://goo.gl/mLBmH9 até 23 de agosto, às 17h. Após o preenchimento do formulário eletrônico enviado, o servidor deverá acessar seu e-mail, imprimir o documento recebido, assinar e coletar a assinatura da chefia imediata e encaminhar o processo físico, via protocolo à CTD/PROGESP para efetivar a inscrição.

Mais informações, contato pelo telefone: 3305-1487.

Faced promove abertura de Seminário de Linguagens das Licenciaturas Indígenas

Por Juscelino Simões
Equipe Ascom

A Faculdade de Educação (Faced), por meio do Departamento de Educação Escolar Indígena (Deei), realizou nesta terça-feira, 14, no auditório Rio Negro do Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais (IFCHS), a abertura do IV Seminário da Área de Linguagens das Licenciaturas Interculturais (IV Seallin) com o objetivo de ampliar a discussão sobre questões de linguagens nas licenciaturas indígenas.

O evento ocorre entre os dias 14 e 16 de agosto, no Campus da Universidade Federal do Amazonas, com carga horária de 30h, e conta com uma vasta programação: mesas-redondas, conferências e apresentação de trabalhos.

A mesa de abertura tem a participação da diretora da Faculdade de Educação da Ufam, Silvia Cristina Conde, da coordenadora de Formação de Docentes Indígenas do Centro de Estudo e Pesquisa da Amazônia (Cepan), Alva Rosa Lana, da gerente de Educação Escola Indígena da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Altacir  Corrêa Rubim Kokama, da professora da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Célia Aparecida Bettiol, da coordenadora do curso de Formação de Professores Indígenas da Faced (FPI), Jonise Nunes, e da coordenadora do evento, professora Ana Carolina Ferreira Alves.

O objetivo foi refletir acerca de questões relacionadas à área de linguagens das licenciaturas interculturais indígenas e das pós-graduações da área de linguagempor meio dos temas: Linguística, Política Linguística, Bilinguismo, Revitalização e Fortalecimento de Línguas Indígenas, Ensino de Língua Indígena e de Língua Portuguesa nas Escolas Indígenas, Avaliação da Formação Docente desenvolvida nas Licenciaturas Interculturais para habilitar professores indígenas a atuarem na Educação Básica, ministrando aulas de Língua Indígena e Língua Portuguesa, bem como Artes, Literatura e Educação Física.

O Seminário tem a participação de representantes das licenciaturas indígenas do País, o que possibilita o levantamento de questões comuns, mas também oportuniza o conhecimento dos avanços e das experiências de outros cursos de linguagens indígenas pelo Brasil.   

A coordenadora do evento, professora Ana Carolina Ferreira Alves, afirmou que é uma grande oportunidade de discutir questões sobre linguagens indígenas. “É uma grande oportunidade discutir com representantes de cursos de licenciaturas do País suas experiências e metodologias na formação de professores indígenas. Esse contato nos dá a oportunidade de melhorar nossa prática no ensino de linguagens indígenas no nosso curso a partir da experiência de outros professores”, afirmou a docente.

Já a professora da escola estadual de tempo integral Rafael Henrique Pinheiro, localizada no bairro Jesus Me Deu em Manaus, Mara Cristina Ribeiro, destacou a importância de ter esse conhecimento em razão do atendimento de estudantes indígenas na escola em que trabalha. “É importante participar do Seminário porque agrega conhecimento e, de certa forma, podemos receber estudantes indígenas na escola em que trabalho”, destacou a professora Mara Cristina.

O estudante do curso de Licenciatura Indígena, Almir Frazão, ressaltou que a participação no evento acrescenta em sua trajetória acadêmica, como na formação política. “Participar do Seminário acrescenta em minha formação acadêmica, como também na formação política. Os conhecimentos adquiridos no evento vão dar um suporte a mais nesse grito do movimento indígena relativo à educação. Buscar espaços e melhorar a compreensão do Estado em relação à educação da escola indígena é fundamental”, disse o estudante.      

Ufam, Ifam e UEA unem capital humano para fortalecer Extensão Universitária

 
Aproximadamente R$ 5 mi serão investidos por ano no Programa de Estágio Social Curricular (Pesc), cuja previsão de início é março de 2019
 
Apresentação do Pesc ocorreu na segunda-feira, 13Apresentação do Pesc ocorreu na segunda-feira, 13Por Sebastião de Oliveira
Equipe Ascom

O titular da Pró-Reitoria de Extensão (Proext), professor Ricardo Bessa, apresentou o Programa de Estágio Social Curricular (Pesc) às instituições parceiras na consolidação da Extensão Universitária. Representantes do Instituto Federal do Amazonas (Ifam) e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) estiveram presentes no lançamento do Programa, ocorrido na segunda-feira, 13, na sala de Reuniões da Proext, localizada do prédio da Reitoria, setor Norte do Campus Universitário.

De acordo com o titular da Proext, o projeto original, que tramita perante o Ministério da Educação (MEC), tem valor aproximado de R$ 5 milhões. Segundo o professor Ricardo Bessa, o Programa terá recursos anuais para desenvolver as atividades de extensão no estado do Amazonas. As ações deverão ser ampliadas em razão da soma do capital humano das Instituições que irão atuar junto à camada da sociedade mais necessitada, tanto no inteiror quanto na periferia da capital amazonense.

Durante o encontro, o professor Bessa indicou a representante da coordenação institucional do Programa, docente vinculada ao Centro de Ciências do Ambiente (CCA) da Ufam, professora Karime Bentes. Segundo o pró-reitor, o PESC não é uma proposta fechada, mas uma iniciativa aberta a receber contribuições dos mais diversos segmentos. Um dos objetivos principais do Programa é estabelecer estratégias de crescimento progressivo apoiado na construção do conhecimento, dos processos, da metodologia e da realidade de cada município atendido.

Pró-reitora de Extensão do Ifam, professora Sandra DarwichPró-reitora de Extensão do Ifam, professora Sandra DarwichEm cinco passos

De acordo com o organograma de funcionamento do Programa, ele será realizado em cinco etapas, sendo inicialmente implantado na cidade de Manaus e noutros cinco municípios: Benjamin Constant, Coari, Itacoatiara, Humaitá e Parintins. Segundo o professor Ricardo Bessa, as atividades terão início entre os meses fevereiro e março de 2019, seguindo com a participação de gestores municipais, comunidades e estudantes.

O primeiro passo será o contato com os prefeitos dos municípios onde ocorrerão as atividades do Pesc, com o objetivo de mapear as demandas mais relevantes. O segundo passo será a realização de um diagnóstico com as comunidades, ou seja, uma pesquisa in loco, com a atuação de acadêmicos da Estatística, para elaborar um quadro com as demandas socioeconômicas.

Em terceiro lugar, cada cidade terá o respectivo Plano Estratégico de Desenvolvimento Regional Autossustentável (Pedras), um subprojeto específico dentro do Programa Pesc, que será fundamentado na realidade de cada local.

Após isso, o quarto passo é o envio dos dados obtidos para que acadêmicos da área de Geografia construam o Mapa da Exclusão Social de cada um dos municípios. Por fim, serão efetivadas as ações práticas junto às comunidades. Para isso, os discentes dos cursos superiores serão chamados a atuar de acordo com as áreas de maior necessidade.

Parcerias pelo Pesc

Após conhecer o delineamento do Pesc, a pró-reitora de Extensão do Ifam, professora Sandra Darwich, reconheceu que o entendimento acerca do programa está sendo gradativo, mas acredita que isso deva melhorar quando verificado no CD, os detalhes da auspiciosa iniciativa.  "É necessário que nos debrucemos sobre as estratégias de operacionalização", disse professora. Ela afirmou ainda que as coordenações são um aspecto para se analisar internamente, tendo em vista que somente elas poderão dirigir e organizar o Programa em nível institucional tanto no Ifam quanto na UEA.Coordenador de Extensão da UEA, professor Isaac SouzaCoordenador de Extensão da UEA, professor Isaac Souza

“A expansão do programa deve ser realizada a partir do seu funcionamento. Estrategicamente, as ações deveriam  ser divulgadas no âmbito interno para que, posteriormente, a participação no Pesc possa ser aproveitada como curricularização dos nossos acadêmicos”, completou Darwich.

O coordenador de Extensão da UEA, professor Issac Souza,  acredita que essa é uma iniciativa importante voltada para o segmento social, e também se configura em desafio e oportunidade para o cumprimento da curricularização nos cursos de graduação, ou seja, concretizando-se na creditação das atividades extensionistas.

Segundo o coordenador, a creditação é uma conquista para os acadêmicos e para as instituições parceiras. “Nós vamos à luta por aqueles que se dedicam à extensão para que essas atividades de formação cidadã sejam cada vez mais fortalecidas nas ações sociais levadas ao homem interiorano”, afirmou o representante da UEA. “O Pesc será uma experiência necessária e fantástica. O Programa nasce para somar a outras ações”, completou o professor. 

Além dos representantes das instituições envolvidas, como a pró-reitora de Extensão do Ifam, professora Sandra Darwich, e o coordenador de Extensão da UEA, professor Isaac Souza, participaram do encontro inicial sobre o Pesc o representante da Unicef, Matheus Rangel, o representante da Comissão de Start up da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AM), Aldo Evangelista, e o representante da Fua junto a Procuradoria Federal, o TAE Edilton Calado.

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