FIC discute papel da mídia na democracia brasileira
Estudantes e pesquisadores refletem sobre mídia e política.O papel da mídia na democracia do Brasil após a Constituição de 88 foi abordado durante o V Encontro Regional Norte de História da Mídia, realizado dias 16 e 17 de agosto, no auditório Rio Solimões, setor Norte do campus universitário. O evento busca suscitar a reflexão sobre a história recente do país e fortalecer a democracia como regime de governo.
Promovido pelo Programa de Pós-graduação em Ciências da Comunicação (PPGCCOM), da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC) em parceria com a Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (Alcar), o Encontro realizou na quinta-feira, 16, o primeiro dia de atividades com destaque para a palestra de abertura ministrada pelo professor Lucas Milhomens, diretor do curso de jornalismo do Instituto de Ciências Sociais, Educação e Zootecnia (Icsez), sede da Ufam em Parintins.
Realizado a cada dois anos, o evento traz para a comunidade acadêmica da Ufam o debate sobre o papel dos meios de comunicação na democracia brasileira a partir da atuação destes em alguns importantes momentos da história do país. Segundo organizador do V Encontro, professor Israel Rocha, a proposta é refletir sobre o passado para evitar incorrer nos mesmos erros e construir uma sociedade que de fato respeite os direito de seus cidadãos. “A ideia é, já que estamos vivendo tempos polarizados, também tentar fazer uma discussão em torno de uma Constituição que visou promover direitos sociais, ampliá-los, e do outro lado um ato que visava restringir direitos políticos, sociais, entre outros”, declarou o professor.
De acordo com o organizador, o papel da mídia atualmente é de fortalecer as instituições democráticas, mostrar o quanto elas são importantes e necessárias para a real governança do país e para o bem estar da sociedade brasileira. “A gente vive um acirramento do diálogo, então, acredito que precisamos valorizar mais as instituições democráticas e a mídia atual precisa cumprir um pouco esse papel, que em certa medida cabe a ela, de protegê-las e fazer com que atos que aconteceram no passado, como os anos de repressão, não sejam esquecidos e não voltem mais. A gente precisa manter essas instituições a todo o custo, lutar por elas”, expôs.
Um fator diferencial e significativo para a sociedade é uso cada vez mais frequente das redes sociais e internet, sendo incluídas, por exemplo, no processo eleitoral brasileiro deste ano como plataforma de divulgação dos candidatos. Segundo o docente, como a emergência das novas tecnologias de comunicação se deu rapidamente, os usuários ainda vivem o processo de educação sobre como lidar com a nova realidade. “As novas tecnologias trouxeram possibilidade de anonimato, de hipercontato com pessoas, que podem falar o que querem, parece que não há controle. Então, a gente precisa ao mesmo tempo exaltar essa liberdade no acesso a tudo, mas, sobretudo, pensar em formas de regulação e controle para que as pessoas não agridam minorias, não firam o direito do outro. Estamos seguindo nesse caminho para encontrar um meio termo, de um amadurecimento para lidar com essas novas situações”, avaliou.
Palestra de abertura
Fake news é um dos grandes problemas da democracia atual, diz palestrante.Fazendo um resumo histórico sobre o processo democrático brasileiro, com foco no período anterior, durante e depois da ditadura militar, em especial, no AI5, o diretor do curso de jornalismo do Instituto de Ciências Sociais, Educação e Zootecnia, em Parintins, professor Lucas Milhomens, apresentou o Brasil como um país que tem tradição em sofrer golpes políticos. Segundo ele, o primeiro deles ocorreu em 1889, quando o marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República. Outro exemplo citado pelo palestrante foi o dado que apresenta o país como cujo regime de governo é o democrático, mas que dos seus 37 presidentes, apenas cinco foram eleitos democraticamente e concluíram seus mandatos: Eurico Gaspar Dutra (1946); Juscelino Kubitschek (1956); Fernando Henrique Cardoso (1995 e 1999), Lula (2003 e 2007); e Dilma (1º mandato, 2011). “Isso mostra o quanto antidemocrático o nosso país é”, afirmou.
Sobre a redemocratização do Brasil, o professor destacou os avanços, principalmente na área da comunicação, obtidos com a promulgação da Constituição de 1988, que completa 30 anos em 2018. “Ela aborda a comunicação como um direito inalienável do povo brasileiro e garante que a liberdade de expressão seja efetivada no país. Obviamente, estamos falando de uma Constituição que é, no papel, uma das mais avançadas, mas não é cumprida. Isso é um fato concreto”, disse Milhomens. “O artigo 222 da Constituição diz que os meios de comunicação não podem se tornar monopólio e oligopólio. Mas nós sabemos que é justamente o contrário que acontece no Brasil. Ou seja, entre a letra da lei e a realidade há um abismo”, exemplificou.
O professor do Icsez abordou ainda a atuação dos meios de comunicação durante os anos da ditadura militar. Segundo ele, a Rede Globo fez o papel de assessoria de comunicação do governo, recebendo investimentos para executar sua tarefa com eficiência em todo o território nacional. Acerca do AI5, Milhomens o denominou de “o golpe dentro do golpe”, cujo objetivo principal era dar poder irrestrito ao presidente e controlar as pessoas. “O AI5 permitia decretar o recesso do Congresso Nacional e suspender os direitos políticos de qualquer cidadão, por exemplo. Como defender o retorno da exceção. Como autorizar o Estado a matar pessoas? E tem pessoas fazendo apologia a isso. Não é possível. Não é compreensível essa atitude”, revelou.
Quanto ao acesso à informação e à qualidade desta, o pesquisador ressaltou o cuidado que a população deve ter com as chamadas fake news (do inglês: notícias falsas) devido ao risco de tomar decisões baseada em informações não verdadeiras, o que para uma sociedade democrática representa um perigo. “Isso é um problema seriíssimo para a democracia brasileira”, avaliou. “A gente precisa ressaltar o papel da mídia, mas de uma mídia crítica, que faça o trabalho jornalístico efetivo, ou seja, checar se a informação é verdadeira”, finalizou.
Comunidade Universitária é convidada a construir a Política de Equidade de Gênero da Ufam
Professora Iolete Ribeiro, diretora da Faculdade de Psicologia (Fapsi), é a presidente do Grupo de Trabalho Interdisciplinar (GTI) responsável pela elaboração da Política de Equidade de GêneroPor Márcia GranaO Grupo de Trabalho Interdisciplinar (GTI), instituído pela Portaria Consuni 09/2018 para elaborar a política permanente de equidade de gênero na Ufam, recebe contribuições da comunidade universitária até o dia 30 de setembro. As sugestões devem ser encaminhadas para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..
Diretrizes
A defesa da dignidade humana contra todas as formas de violência e discriminação exercidas em função de identidades e expressões de gênero e em função de orientações sexuais e a consolidação da equidade de gênero na cultura institucional da Ufam, garantindo sua efetivação em todas as instâncias acadêmicas e administrativas estão entre as diretrizes da Política Permanente de Equidade de Gênero da Ufam.
O Grupo de Trabalho Interdisciplinar (GTI) é presidido pela diretora da Faculdade de Psicologia, professora Iolete Ribeiro da Silva. Ela destaca que o objetivo geral da Política deEquidade de Gênero da Ufam é construir uma universidade livre de toda forma de violência e discriminação exercidas em função de identidade e expressão de gênero. “Com a aprovação da Política pelo Consuni, teremos mecanismos mais ágeis de apuração de denúncias. Também serão instituídas medidas de proteção às pessoas envolvidas em situação de violência e, principalmente, serão construídas ações de Ensino, Pesquisa e Extensão para fomentar a equidade de gênero na Ufam, seja pensando no ambiente de trabalho que docentes e técnicos têm, quanto também na formação que é oferecida para os estudantes, de forma a contemplar os conteúdos necessários para que esse futuro profissional atue de forma a promover a equidade de gênero”, declarou a presidente do Grupo de Trabalho.
Participação no debate
Ela também ressaltou a importância da participação da comunidade universitária na elaboração da Política e anunciou um amplo debate para o mês de outubro. “O Grupo de Trabalho convida toda a comunidade acadêmica da Ufam a participar desse debate, a se apropriar desse material, discutir o assunto e enviar contribuições para que essa Resolução contemple toda a Comunidade Universitária. Nós disponibilizamos um e-mail para receber essas contribuições e, no dia 3 de outubro, iremos realizar um grande debate para mostrar a consolidação de todas as sugestões. Nesse debate queremos contar com a participação dos coletivos feministas, dos coletivos LGBT´s e dos movimentos sociais aqui do Amazonas que possam ajudar na discussão e na construção de uma Política que possa responder, de fato, às demandas de mulheres e pessoas LGBT´s”, anunciou a professora Iolete.
Diego Squinello, Técnico do Laboratório de Microbiologia de Alimentos da FCF, é um dos integrantes do GTIIntegrantes do GTI
Além da diretora do Departamento de Psicologia, professora Iolete Ribeiro da Silva, integram o Grupo de Trabalho Raimundo Nonato Pereira da Silva, Luiz Fernando de Souza Santos, Kennedy Oliveira Costa, Sandro da Cruz Maruxo, Arcenildo de Souza Macedo, Luan Luiz Pereira Batista, Helen Carmen Ferreira Rebouças e Diego Castro Squinello.
Membro do Conselho Universitário e do GTI, o universitário Kennedy Costa afirma que o trabalho da comissão é fruto de inúmeras demandas que a Universidade vem apresentando. “É preciso encaminhar a discussão e acompanhar. Fazer isso como estudante é uma tarefa difícil, em virtude da logística da universidade. Acredito que o trabalho a ser feito mesmo é na base, no diálogo, no sala a sala, na mobilização e é por isso que a comissão convoca os estudantes, centros acadêmicos, sociedade civil e os professores para colaborarem e construir conosco essa agenda”, avalia o integrante do GTI.
Universidade – motor da transformação social
Para Diego Squinello, ao implementar a Política de Equidade de Gênero, a Ufam, além de garantir proteções eficazes para quem sofre qualquer forma de preconceito, discriminação, assédio e abuso no âmbito da Universidade, cumpre seu papel de motor da transformação social. “É importantíssima a construção da Política de Equidade de Gênero, pois é da Universidade que saem as teorias e reflexões que impactam a sociedade. A política de Equidade de Gênero é um trabalho que deve ser feito a várias mãos, ouvindo, sobretudo, aqueles e aquelas que mais sofrem as agruras da desigualdade e que vêem, diariamente, seus direitos violados, desde a forma como são chamados até abusos psicológicos, morais e sexuais que sofrem. Para além de contribuir e sugerir melhorias, o nosso principal papel é nos apropriar deste material, fazer com que ele faça parte do cotidiano da Universidade e garantir que ele seja posto em prática, pois é, sem dúvida, uma política que salva vidas e que ajuda a tornar mais saudável o ambiente acadêmico”, argumentou o integrante do GTI.
Ufam entrega mais de 70 profissionais das Ciências Contábeis e Econômicas
Na noite desta quinta-feira, 16 de agosto, a Universidade Federal do Amazonas realizou a outorga de grau a mais de 70 novos bacharéis em Ciências Contábeis e Ciências Econômicas da Faculdade de Estudo Sociais (FES). A solenidade aconteceu no auditório Eulálio Chaves, Setor Sul do campus sede.
A cerimônia foi presidida pela pró-reitora de Planejamento e Desenvolvimento Institucional da Ufam (Proplan), professora Kleomara Cerquinho, que representou o reitor da Instituição, professor Sylvio Puga, o diretor da FES, professor Jorge Campos e os homenageados pelos formandos: o paraninfo do curso de Ciências Contábeis, professor Manoel Martins do Carmo Filho; o paraninfo do curso de Ciências Econômicas, professor Salomão Neves; o patrono do curso de Ciências Contábeis, professor Wander Araújo Motta; a patronesse do curso de Ciências Econômicas, professora Lenice Mauro Thury e as professoras homenageadas: Leonor Bernadete Aleixo dos Santos, cujo nome foi dado à turma de Ciências Contábeis e Valdenei Parente, que nominou a turma de Ciências Econômicas.
Em seu discurso como oradora do curso de Ciências Econômicas, Gizele Naveca Montenegro, agora economista, ressaltou que além do aprendizado do conhecimento profissional da área, os anos de graduação permitiram a convivência com diferentes realidades e pensamentos entre os colegas. “Na grande diversidade de experiências de vida em que nos encontrávamos, surgiu também uma enorme diversidade de ideias, que foram capazes de resolver os mesmos problemas de diferentes formas. Talvez tenha surgido daí aquela lenda de que ‘um economista responde depende para tudo’.” A oradora ressaltou que a conquista da graduação é uma preparação para mais vitórias ao longo da vida. “Sintam-se orgulhosos, pois foi com muito trabalho, suor, lágrimas, determinação que vocês chegaram até aqui. Continuem sendo as melhores pessoas que vocês conseguirem ser. Vocês têm o mundo inteiro a ser conquistado e nunca se esqueçam de onde partiram!”, finalizou a egressa.
A nova contadora Isabelle da Silva Queiroz, discursando em nome dos colegas, comparou os anos de faculdade a uma luta, desde sua preparação até o embate final. “Tivemos os treinadores, que passavam seu conhecimento da melhor forma, pegando pesado para termos os melhores resultados. Todos foram de extrema importância para ficarmos mais fortes e confiantes. E a partir dos conhecimentos, íamos ao ringue, onde, às vezes, ganhávamos a luta em poucos minutos, e às vezes passávamos horas. Mas agora, ao final dessa luta, tivemos o nosso troféu, em forma de diploma”, comparou a ex-aluna. “Não saímos daqui sabendo de tudo, pois as Ciências Contábeis possuem um conhecimento muito vasto, mas temos que continuar estudando e nos atualizando, pois isso faz parte da nossa caminhada profissional. Gratidão a todos que participaram dessa conquista. Como os elmos alados que carregamos, saibamos que bons são os que ultrapassam seus obstáculos, mas inigualáveis são os que voam sobre eles”, encerrou a oradora.
O paraninfo da turma de Ciências Econômicas, professor Salomão Neves, ressaltou o papel do economista na sociedade e importância de ser um profissional ético, que não se esquece do juramento feito neste dia: “A fase da graduação acabou, agora é uma outra fase: o mercado de trabalho. Quem já tem seu emprego, deve se preocupar em mudar sua realidade, e quem está procurando um trabalho, pode ter que esperar para encontrar uma oportunidade. O ambiente em que vocês entram agora é o mundo real, onde vocês são reconhecidos principalmente pelas suas vitórias. Tenham fé em suas convicções e paciência. Acredito que vocês irão brilhar lá fora. Lembrem-se desse momento, em que fizeram o juramento, todas as vezes em que sentirem dificuldades. Desejo o melhor a todos”, ensejou o homenageado.
O docente paraninfo do curso de Ciências Contábeis, Manoel Martins do Carmo Filho, falou aos presentes sobre valorizar o tempo da graduação, exercendo a profissão com ética. “Nos discursos de vocês, percebemos que todos almejam uma sociedade mais justa e isso requer que façamos as coisas bem feitas, para que haja oportunidades a muitos. A conduta correta será o escudo de vocês. Temos que ter a sabedoria de escolher estar sempre no lugar certo. Com o juramento feito hoje, vocês firmaram um compromisso para o futuro do qual são os protagonistas. Exerçam-no com vigor, determinação, espírito de justiça e honra”, finalizou o professor.
O diretor da Faculdade de Estudos Sociais, professor Jorge Campos, afirmou que a formatura dos novos profissionais é uma prestação de contas à sociedade. “Hoje estamos entregando 78 novos bacharéis preparados para responder a contento às necessidades da sociedade e vencer os desafios do país. A Ufam está endossando a carreira profissional de vocês. A formatura de vocês é a continuidade do trabalho dos professores e quero reconhecer isso, homenageando a eles. Trabalhamos muito para deixar para essa e para as novas gerações uma universidade ainda mais participativa. Muitas mudanças radicais acontecerão nos próximos anos, por isso, nunca deixem de estudar”, encerrou o docente.
Representando o reitor da Ufam, a pró-reitora de Planejamento e Desenvolvimento Institucional da Ufam (Proplan), professora Kleomara Cerquinho, presidindo a cerimônia, finalizou o evento relembrando algumas falas dos que discursaram e ressaltou o protagonismo dos novos profissionais na construção do País. “A Amazônia e o Brasil que iremos viver é o que fazemos com ética e com respeito”, exortou a pró-reitora, declarando encerrada a solenidade.
Confira o nome dos mais novos contadores e economistas:
Formandos do Curso de Ciências Contábeis
1. Alanne Nyara de Souza Reis
2. Anny dos Anjos Maia
3. Beatriz da Silva Barros
4. Bruna de Souza Ramos
5. Carlos Junior Silva
6. Cesar Murilo de Araujo Junior
7. Dayane Stephane Barbosa Dourado
8. Edirley da Silva Dias
9. Eduarda Lima de Oliveira
10. Elaine Sousa Ferreira
11. Emilly Pedroza Gonçalves
12. Francilene Figueiredo dos Santos
13. Getulio Augusto Nascimento Filho
14. Gleyciane Mendes Moreira
15. Helena Marina Correa Pinto
16. Hellen Cristina da Silva Almeida
17. Isabelle da Silva Queiroz
18. Jeise-Anne Chaves de Souza
19. Jessica Maciel Monteiro
20. Juan Claudio de Azevedo Gonçalves
21. Juliana Anita Romano Ribeiro
22. Julião Kuhn de Oliveira
23. Kamila Cordeiro do Nascimento
24. Karem Aline de Oliveira Duarte
25. Ketlen Menezes Couto
26. Larissa Gomes Campos
27. Malu Meyre Gomes Leâo
28. Naiane Inhuma Cacau
29. Natalia Renofio Portezan Gasparini
30. Nataline Maciel Neto
31. Patricia Caroline Souza Nascimento
32. Raissa Cavalcante de Sousa Monteiro
33. Raissa Thaina Silva Sousa
34. Rita Maria Barbosa Taborda
35. Sergio Alexandre Pereira Citti
36. Shermiton dos Santos Braga
37. Solange Santos de Oliveira
38. Suzane Maria Bandeira de Sousa
39. Suzanne dos Anjos Valcacio
40. Thiago Lima de Souza
41. Tulio Antunes Neves
42. Vanessa Galvão Seabra
43. Vinicius de Lima Gama e Colares
44. Vinicius Marialva Prestes
45. Vivian Maria Vieira de Brito
Formandos do Curso de Ciências Econômicas
1. Agatha Brandão da Silva
2. Amanda da Costa Almeida
3. Arlen Alves Nogueira
4. Ayrton Guerreiro Carvalho
5. Daniel Garcia Jana Riker
6. Daniel Ribeiro Calheiros
7. Edil De Souza Nolorves
8. Erick Alves de Brito Coelho
9. Fernanda Ariadna Lopes Leite
10. Gerônimo Campelo da Cunha
11. Gizele Naveca Montenegro
12. Gonçalo de Aguiar Botto de Menezes Bisneto
13. Hendryl Nogueira Lima
14. Ivan de Miranda Lemos
15. Jardel Marcos Maia de Souza
16. João Paulo Melo Freitas
17. Jorge Anselmo Leite Guimarães Filho
18. Júlio César Matos de Souza
19. Lorena Ravielly Carlos Almeida
20. Luã Lemos Tosta
21. Lucas Matheus Cabral da Silva Costa
22. Marcelo Kalvon Pedroso
23. Maria Anelia Andrade Monte
24. Maria Isamara da Costa e Costa
25. Maria Luiza Andrade Pereira
26. Matheus Nicolas Tocchetto Dinardi
27. Matheus Teixeira de Almeida
28. Mayara Garcia Feijó
29. Michele de Matos Araújo
30. Pâmmela Corrêa Abreu
31. Rafaela Quara dos Santos
32. Raimundo Alves Pereira Filho
33. Thielly Vasconcelos Bastos
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