Faartes homologa inscrições no Concurso para a escolha de sua Identidade Visual

A Faculdade de Artes da Universidade Federal do Amazonas (Faartes/Ufam) homologou as propostas submetidas ao Concurso para a criação da Identidade Visual da Unidade Acadêmica. O concurso é destinado apenas a estudantes de graduação e egressos.

Foram três as propostas homologadas pela Comissão do Concurso, formada pelo presidente, professor Francisco Carneiro e por dois membros, professores Valter Mesquita e José Oliveira. Confira a seguir os nomes dos autores dos trabalhos:

- Junio da Silva Coelho (egresso);

- Felícia Gonçalves Gomes (acadêmica);

- Andreverson Piedade Marinho (acadêmico).

 

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II Semana da Saúde do Idoso do HUGV-Ebserh debate capacitação para atuar com população idosa

Evento busca conscientizar profissionais de saúde sobre a atenção às pessoas na terceira idade por meio de exposições, palestras, mesas-redondas e painéis

Por Catarina Arruda e Ana Milena Gouveia
Supervisão: Alberto Fermin/Comunicação HUGV

O Hospital Universitário Getúlio Vargas da Universidade Federal do Amazonas (HUGV/Ufam), filiado a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), realiza, até o dia 6 de outubro, a II Semana da Saúde do Idoso. Com o objetivo de abordar o envelhecimento populacional e o atendimento aos idosos, o evento busca conscientizar médicos e outros profissionais de saúde sobre as especificidades do tratamento, ainda pouco abordado na seara acadêmica.

Inscrições na página do evento ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. Até o próximo dia 6, serão realizadas exposições, mesas-redondas, palestras e painéis que vão discorrer sobre tratamentos, doenças, cuidados e uma variedade de conteúdo sobre idosos.

Os participantes foram recepcionados pelo ­­chefe da Divisão de Gestão do Cuidado do HUGV,  Chang Chia Po, e pela Coordenadora do evento, a médica geriatra e professora Karoline Rodrigues. Durante a abertura, foram citados os principais problemas que afetam a saúde dos idosos como doenças crônicas, desenvolvimento limitado das capacidades funcionais que impactam na qualidade de vida na terceira idade.

Participaram ainda da cerimônia inaugural o presidente da Universidade Aberta da Terceira Idade (UnaTi), Euler Ribeiro; a representante da Secretaria de Estado de Saúde  (Susam), Márcia Ferreira; e a titular do Conselho Estadual do Idoso (CES), Kennya Mota.

Segundo a professora Karoline Rodrigues, o propósito é capacitar os profissionais diante da deficiência na formação. Ou seja, pouco se debate sobre a saúde do idoso e acerca das peculiaridades dessa população. “Noto a necessidade de abordar aspectos importantes desse atendimento e o HUGV sendo um hospital atrelado a Ufam pode difundir conhecimento e ser referência de atendimento integrado, especializado em geriatria e gerontologia. A ideia é que, aos poucos, todos os profissionais, mesmo um médico que vai escolher outra especialidade, saibam os pontos principais do atendimento do idoso”, explicou a médica e docente.

O presidente da Universidade Aberta da Terceira Idade (UnaTi), médico Euler Ribeiro, que compareceu a cerimônia, parabenizou a Professora Karoline pelo evento. “Fico feliz de poder encontrar aqui no HUGV pessoas que tem a visão das questões maiores da sociedade e uma delas é o cuidado especial com as pessoas que envelheceram”, disse ele.

Além disso, o médico expos seu desejo de que haja um curso de geriatria no Hospital.  “Nós vamos apoiar intensamente para que a gente amplie o número de geriatras aqui no Amazonas, que são muito poucos. E a população envelheceu realmente, nós temos 8,7% da população do Estado do Amazonas idosos, acima de 60 anos de idade” explicou o geriatra.

Sobre a Ebserh

Desde novembro de 2013, o HUGV-Ufam faz parte da Rede Ebserh, estatal vinculada ao Ministério da Educação (MEC). A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares atua na gestão de hospitais universitários federais. O objetivo é aperfeiçoar, em parceria com as universidades, os serviços de atendimento à população – por meio do SUS – e promover o ensino e a pesquisa nas unidades filiadas.

A empresa, esta criada em dezembro de 2011, administra atualmente 40 hospitais brasileiros e é responsável pela gestão do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), que contempla ações em todas as unidades, incluindo aquelas não filiadas à Ebserh.

Evento do curso de Administração aborda a condição da mulher no contexto organizacional

 
Por Sebastião de Oliveira 
Equipe Ascom

Na última terça-feira, 2, ocorreu no auditório Rio Amazonas, da Faculdade de Estudos Sociais (FES), o Ciclo de palestras promovido pelo Programa de Educação Tutorial do curso de Administração (Pet-ADM). Como parte da programação, a professora Ana Flávia Moraes proferiu a palestra “Introdução e Contextualização da condição feminina nas organizações”.

O objetivo principal do evento foi discutir questões referentes à condição feminina nas organizações e às questões que envolvem o seguimento da mulher, no que diz respeito à posição no ambiente laboral, suas peculiaridades e habilidades, bem como as características da liderança feminina e sua importância para empresas.

Ao proferir a palestra “Introdução e Contextualização da condição feminina nas organizações”, a professora do Departamento de Administração, Ana Flávia Moraes, apresentou as condições que a mulher teve para ingressar no mercado de trabalho. Nesse sentido, a inserção nesse mercadode trabalho tem sido gradativa, ainda não está no estágio desejado. “A mulher pelas suas características femininas encontra certas barreiras dentre das organizações que por sua vez, vem atrelada ao preconceito, principalmente, por ser mulher. De modo geral, a sociedade impõe a figura feminina à gestão do lar e da família”, afirma a professora.

Para a professora, a mulher se depara com o conflito entre vida pessoal e profissional, no entanto, por mais que consiga equilibrar às esferas tão importantesna vida, ela poderá perceber ou ser percebida de forma inadequada pelo empregador, o qual pode julgá-la a não ter condições de assumir cargos gerenciais.

A maioria das organizações preserva uma cultura machista. Por outro, esse pensar está presente nas organizações de nosso Estado. Para a docente, pesquisas confirmam essa realidade. “Quando observamos essa realidade no Polo Industrial de Manaus e, de modo geral, não é como muita frequência que conseguimos identificar mulheres em funções gerenciais”, relata a professora. “Quanto maior é o nível hierárquico com menos frequência se identifica mulheres em posição gerencial. Isso é consequência de uma sociedade machista. É a dominação masculina”, completa.

Nesse sentido, a professora acredita esse fato pode ser redefinido culturalmente, e pode ocorrer de médio ou longo prazo. “Então, a partir do conteúdo apresentado, minha missão é, de certa forma, sensibilizar os participantes para essa necessidade de repensar o olhar, a percepção que se tem sobre a mulher no ambiente de trabalho”, disse. Conforme a docente, a mulher é capaz de trabalhar, de ocupar funções gerenciais, e ainda, junto a seu companheiro, dividir as responsabilidades do lar e da família.

Recentemente, mulheres foram às ruas para protestar, dentre tantas reivindicações, dentre elas estão a intolerância de gênero e racismo que, consequentemente, atinge a democracia brasileira. “Isso sinalizou que as mulheres estão mais conscientes e participativas na política brasileira. Para ela, esse tipo de manifestação torna-se importante, pois, considera que são as mulheres sinalizam para a sociedade que têm voz, opinião esenso crítico. “São as mulheres somando esforços. Isso é muito positivo até para contribuir com essa desigualdade de gênero que foi instituído pela sociedade”, finaliza a professora.

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