Projeto CEL divulga seleção para professores estagiários de Língua Inglesa até o dia (12)

Os discentes do Curso de Letras – Língua e Literatura Inglesa interessados em participar desta seleção deverão apresentar, no ato da inscrição, Histórico Escolar Analítico com coeficiente de rendimento acumulado igual ou superior a 6,0 (seis, zero) e Comprovante de Matrícula.

A seleção será dividida em duas etapas. A primeira será uma prova didática sobre o tema: FAMILY. Na prova didática, o candidato deverá ministrar em Língua Inglesa, uma aula com 20 (vinte) minutos de duração acerca do tema mencionado acima. Para avaliação desta prova, serão adotados os seguintes critérios: 1. domínio da Língua Inglesa; 2. domínio do tema; 3. utilização de recursos pedagógicos; 4. gerenciamento da aula.

A segunda será uma prova de Inglês contemplando as habilidades de compreensão oral e escrita e produção escrita.

As inscrições para esta seleção deverão ser feitas EXCLUSIVAMENTE na Secretaria do Departamento de Línguas e Literaturas Estrangeiras – DLLE, das 14h às 17:30, no período de 08 a 12 de agosto de 2014.

A prova didática será realizada no dia 14 de agosto de 2014, quarta-feira, das 16h às 17h, na sala da Coordenação do Curso de Inglês, e a prova escrita no dia 14 de agosto de 2014, quinta-feira, das 17 às 18:00, no mesmo local.

Serão aprovados os candidatos que alcançarem nota final igual ou superior a 7,0 (sete, zero).

A lista dos aprovados e a classificação final serão divulgadas na Secretaria do DLLE, a partir das 14h do dia 15 de agosto de 2014, sexta-feira.

 

II Semana Jurídica Xavier de Albuquerque encerra com palestra do ministro Mauro Campbell

Na noite da última sexta-feira (8), no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Amazonas (OAB/AM), o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Mauro Campbell recebeu cerca de 400 ouvintes para o encerramento da II Semana Jurídica da Ufam promovida pelo Centro Acadêmico de Direito (CAD) em homenagem ao jurista Xavier de Albuquerque. Campbell foi promotor de justiça no Ministério Público do Amazonas (MP/AM) por 21 anos, foi secretário de Estado de Justiça em 1993, e, no ano de 2008, tornou-se ministro do STJ.
 
O palestrante é o segundo amazonense a ter assento no STJ [o primeiro foi Henoch Reis], e realizou uma apresentação sobre a Jurisprudência atualizada daquela corte. Campbell, ao agradecer pelo convite, ressaltou a expectativa de ter outros amazonenses como colegas no STJ. "Certamente muitos de vocês poderão ser meus colegas magistrados para representarmos o Amazonas e a região Norte diante de todo o nosso País", enfatizou.
 
Entre os participantes estavam discentes da Ufam e de outras instituições, advogados e bacharéis em Direito, além da coordenadora do curso e representante da Faculdade de Direito (FD) no evento, professora Marina. Ao discursar, ela fez uma analogia entre as leis do ordenamento jurídico brasileiro e a babel bíblica, torre que, ao vir abaixo, gerou um caos de línguas diferentes entre seus construtores, que em nada se entendiam. 
 
"Os juízes, com as suas interpretações sobre as leis em casos concretos por eles decididos, geram entendimento comum sobre essa babel que de leis. Tal entendimento torna-se fonte de Direito", esclareceu a professora. Em outras palavras, o que o STJ decide de forma reiterada e em consonância com as demandas sociais que chegam por meio dos processos torna-se jurisprudência, a qual servirá de base para decisões dos juízes estaduais do Brasil.
 
Entre os exemplos trazidos pelo ministro amazonense, alguns se destacam por fixarem um entendimento acerca de assuntos atuais e bastante questionados por meio de ações judiciais. O primeiro é o caso dos concursos públicos, que são muito visados na atualidade. Sobre isso, o STJ concluiu que todos os candidatos aprovados dentro do número de vagas devem ser nomeados no prazo de vigência do certame, pois eles não possuem apenas expectativa de direito, mas o próprio direito à nomeação no cargo para o qual foram aprovados.
 
Outro caso decidido reiteradamente pelo STJ é acerca do processo necessário para revalidação do diploma para pessoas que fizeram cursos fora no Brasil. "Esse era um problema muito grave que nos chegava, pois não havia um procedimento para avaliar essas pessoas. Então, criamos jurisprudência no sentido de criar mecanismos de avaliação para que os diplomas obtidos no exterior fossem revalidados", explicou. 
 
Apenas em 2013, o SJT julgou 353 mil recursos, muito mais do que a quantidade que é julgada na França, segundo relato do ministro. "É importante que a magistratura estadual siga retilineamente a jurisprudência produzida pelo STJ, pois se assim fosse, o sistema judiciário brasileiro estaria mais bem organizado", finalizou Campbell.
 

CDTECH investe em parceria com empresa inovadora e sustentável

Ao abrigar empresas em sua incubadora, o Centro de Desenvolvimento Empresarial e Tecnológico da Ufam (CDTECH) investe em gestão e orientações sobre estratégias de mercado e manutenção das empresas em nível competitivo. A ‘Eco & Companhia’ funciona no espaço oferecido pela Ufam desde 2011, e desenvolve uma proposta sustentável de produção quase 100% artesanal de papelaria, usando tintas a base d’água e 90% de papel reciclado.

A empresa produz com foco em dois clientes: por um lado, desenvolve crachá, bloco de anotações e informativos para eventos institucionais; por outro, cria agendas, cadernos e cadernetas para o consumidor final, que podem ser adquiridas em www.ecoecompanhia.com. De acordo com o proprietário, Aldemar Filho, o diferencial de produtos sustentáveis não é apenas um conceito, é um investimento cotidiano na transformação do processo produtivo.

Buscando alcançar clientes em todo o País, a empresa, ainda de caráter familiar, busca aliar os conceitos de confecção artesanal de produtos sustentáveis com a demanda crescente de clientes preocupados com o compromisso ambiental, o reaproveitamento e a reciclagem. Aldemar admite que há poucas empresas no Amazonas que atuam no segmento de papelaria sustentável, ressaltando que a oportunidade de fazer parte do CDTECH possibilita à Eco & Companhia investir em melhoria dos processos, redução de custos e melhoria do atendimento.

 

Exemplos sustentáveis para o mercado

“Quando utilizamos tintas à base d’água em todos os nossos trabalhos, e quando adquirimos as impressoras fotográficas [baixo impacto ambiental], pois evita o uso de solventes derivados do petróleo que permanecem por mais tempo no meio ambiente, contribuindo para nossa concepção ecológica”, ressalta Ademar. Com caráter inovador e artesanal, a empresa produz alguns itens aproveitando, eventualmente, aparas e sobras de outros produtos.

A economia de recursos aparece também nos processos mais simples, como a redução do uso de espirais em agendas e cadernos: “Em vez que usar a espiral completa, são utilizados apenas dois segmentos, reduzindo a quantidade de material, o custo de produção e a redução de 5% no preço”, pontua Ademar. O uso de sementes regionais também é um dos diferenciais da empresa, como exemplificou o proprietário: “Para alguns eventos, nós produzimos crachás com sementes vivas de camomila. Ao fim do evento, o participante pode plantar seu crachá”.

 

Conheça a ‘Eco & Companhia’

Fundada em 2011, a Eco surgiu como resultado de diversos projetos acadêmicos que ensinavam comunidades da periferia de Manaus a produzirem papel artesanal e tornou-se empresa incubada na Ufam, por meio do CDTECH. Trata-se de micro empresa familiar que produz papelaria dentro de uma metodologia que inclui o respeito ao ambiente e que permite proporcionar uma experiência exclusiva ao nosso cliente, atendendo aos seus anseios de consumidor quanto à estética, durabilidade, funcionalidade, bom atendimento e bons preços.

Na loja virtual é possível encontrar uma variedade de produtos como cadernos, cadernetas, agendas, canetas, camisas, e tudo o mais para um mundo mais lúdico e sustentável. E mais: nós também fazemos papel semente, convites, calendários, bichinhos de pano, lembranças ecológicas personalizadas e tudo o mais que a sua criatividade imaginar. A empresa possui ainda uma editora registrada na Biblioteca Nacional, que em breve estará funcionando.

Em tempos de automação e máquinas que falam, nós optamos por fazer os nossos produtos a mão. O nosso compromisso não é com a quantidade, mas com a qualidade do que por nós é produzido, seja qualidade estética, funcional, social e ambiental. Quem compra os produtos reconhece e compartilha o esforço de promover essa cultura de produzir sem agredir.

 

Com informações do site www.ecoecompanhia.com.

 

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