Em Cuba, Ufam participa do 11º Congresso Internacional de Educação Superior

Delegação da Ufam apresentou os Programas de Estágio Social Curricular (PESC), Centro de Estudos de Línguas (CEL) e Idiomas sem Fronteiras (IsF)

 

Pró-reitor de Extensão, professor Ricardo Bessa, durante apresentação do Programa de Estágio Social Curricular (PESC)Pró-reitor de Extensão, professor Ricardo Bessa, durante apresentação do Programa de Estágio Social Curricular (PESC)

 
Por Márcia Grana
Equipe Ascom Ufam
 

Realizado de 12 a 16 de fevereiro, no Palácio de Convenções de Havana, o 11º Congresso Internacional de Educação Superior teve como lema "A Universidade e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável".

Durante o encontro, os congressistas debateram sobre temas como “Perspectivas da Educação Superior ante as metas da Agenda 2030”; “A pós-graduação para um desenvolvimento sustentável; "A pedagogia e os fundamentos de uma educação superior inclusiva”, “A virtualização da Educação Superior”, entre outros.

Delegação da Ufam

Representaram a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) o pró-reitor de Extensão, professor João Ricardo Bessa Freire; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação, professora Selma Baçal; o diretor da Faculdade de Letras (FLet), professor Wagner Barros Teixeira; a coordenadora do Programa CEL na Ufam, professora Maria Perpétua Pessoa; a coordenadora do curso de LIBRAS no CEL e do Programa Libras e Trilhas, professora Joana Angélica Monteiroe o intérprete de Libras, Joabe Barbosa. 

 

Apresentação do PESC

Para a professora Joana Angélica Monteiro, o Congresso promoveu reflexão sobre a diversidade inclusiva em relação ao surdoPara a professora Joana Angélica Monteiro, o Congresso promoveu reflexão sobre a diversidade inclusiva em relação ao surdoO Congresso também abrigou o Encontro Internacional de Extensão, oportunidade em que o pró-reitor de Extensão, professor João Ricardo Bessa Freire, apresentou o Programa de Estágio Social Curricular (PESC).“Apresentamos o PESC, que consiste na reedição do Projeto Rondon, mas de uma forma mais regionalizada. Nossa proposta é que todo graduando da Ufam, a partir de regulamentação pelo Consuni, possa realizar o Estágio Social Curricular com as habilidades que foram cultivadas na graduação, seja aplicando questionários socioeconômicos nos municípios onde a Ufam tem sede, na periferia de Manaus ou atuando de acordo com a missão para a qual for designado. Pretendemos articular todas as áreas de pesquisa da Ufam para atuar nesses municípios e em áreas periféricas de Manaus, trabalhando em cima da realidade, conhecendo as reais demandas da sociedade. Queremos, como Universidade, dar respostas concretas aos problemas dos municípios”, declarou o pró-reitor.

 

Programas CEL e IsF

A Faculdade de Letras (FLet) apresentou dois trabalhos durante o Congresso, baseados em ações desenvolvidas no âmbito da Ufam na área de Internacionalização e na área de Extensão.  “Na área de internacionalização, o trabalho que foi apresentado pela professora Maria Perpétua Pessoa e por mim abordou ações de Extensão que desenvolvemos na Ufam, apoiando o processo de internacionalização da/na Universidade, principalmente por meio dos Programas Centro de Estudos de Línguas (CEL) e Idiomas sem Fronteiras (IsF). O outro trabalho, apresentado pela professora Joana Angélica Monteiro e por mim, marcou de forma singular o Congresso. Foi a primeira vez em que um docente surdo utilizou a Língua de Sinais para a apresentação de um trabalho durante o Congresso. Abordamos a relação entre Extensão e Ensino na Ufam e, de forma específica, como o Programa CEL tem apoiado na formação dos acadêmicos de Letras - LIBRAS. Também tivemos a oportunidade de conhecer as experiências universitárias desenvolvidas em instituições do Caribe, da América Latina e de demais parte do mundo e, pelo que conhecemos, ficou muito evidente que as ações de extensão na Ufam são desenvolvidas de maneira exitosa”, ressaltou o diretor da FLet, professor Wagner Teixeira.

Pioneirismo

A coordenadora do Programa CEL na Ufam, professora Maria Perpétua Pessoa, que apresentou trabalho na área da Internacionalização, ressaltou que o CEL está na vanguarda das ações que proporcionam a internacionalização do Ensino Superior na Ufam. “Ao participar desse Congresso Internacional, percebemos que a internacionalização do Ensino Superior é o tema de destaque e que, olhando para a Ufam, através do Programa CEL, estamos há quase três décadas promovendo essa internacionalização”, observou a professora.

Compromisso Social e Inclusão

A participação no 11º Congresso Internacional de Educação Superior proporcionou apresentar a comunidade acadêmica local e internacional o conhecimento da Língua Brasileira de Sinais, da Lei 10.436 e do Decreto 5.626, que garante o ensino de Libras nas Universidades Brasileiras, em especial na Universidade Federal do Amazonas, a qual, ampliando seu compromisso com o Ensino Superior, criou o Curso de Letras - Libras, com o objetivo de formar professores bilíngues, surdos e ouvintes, para atender a educação básica em ensino regular e inclusivo com alunos surdos.

“Tendo acadêmicos do Curso de Letras Libras a oportunidade de participar de atividades extensivas, principalmente as desenvolvidas no âmbito do Programa CEL, percebo as contribuições para as habilidades e competências necessárias à formação de professor em Língua Brasileira de Sinais e essa realidade foi exposta e compartilhada com a comunidade acadêmica presente no 11º Congresso Internacional de Educação Superior.Como docente surda da Universidade Federal do Amazonas, foi surpreendente presenciar que, pela primeira vez na história do Congresso Internacional de Educação Superior, houve uma representação surda, inclusive com apresentação em Língua de Sinais, o que, certamente, para o público presente, proporcionou reflexão sobre a diversidade inclusiva em relação ao surdo, o conhecimento sobre a Língua de Sinais e a perspectiva sobre o sujeito surdo, que, muitas vezes, de maneira equivocada, é visto como sujeito incapacitado”, destacou a professora Joana Angélica Monteiro.

 

 

 

Escolinha de Futebol da Feff abre inscrições para novas turmas. Vagas limitadas

Ismael dos Santos 
Equipe Ascom Ufam
 
A Faculdade de Educação Física e Fisioterapia da Ufam está com inscrições abertas até 12 de março para três turmas em sua Escolinha de Futebol, projeto de extensão que desde 2015 estimula a prática do futebol de forma sistematizada, contribuindo para a formação integral dos alunos. Confira as categorias com dias e horários:

 

Turma 01: Sub 15 (14 e 15 anos) e Sub 17 (16 e 17 anos)

Dias: Segundas, quartas e sextas-feiras

Horário: 8h às 9h30

Turma 02: Sub 15 (14 e 15 anos)

Dias: Segundas, terças e sextas-feiras

Horário: 14h30 às 16h

Turma 03: Sub 11 (10 e 11 anos) e Sub 13 (12 e 13 anos)

Dias: Segundas, terças e sextas-feiras

Horário: 14h30 às 16h

As inscrições são gratuitas e ocorrem de 8h às 17h, no Anexo do Laboratório de Estudo do Desempenho Humano (Ledehu), localizado no Bloco C da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia, Setor Sul do Campus. Documentos necessários: cópia do R.G ou certidão de nascimento, cópia do comprovante de residência e 1 foto 3x4.

Os treinos terão início no dia 12 de março, no campo de futebol da faculdade. Para participar os alunos devem estar devidamente calçados com chuteira de campo ou de society. A Escolinha de Futebol da Feff/Ufam faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Futebol Amazonense (PADFut).

Informações: (92) 98103-5873 ou 98124-2919

Treinamento da Plataforma Sucupira inicia buscando a melhoria da pós-graduação da Ufam

 

Por Sandra Siqueira
Equipe Ascom

Profa. Ataíde Malcher dá dicas e informações para melhor preenchimento da Plataforma SucupiraProfa. Ataíde Malcher dá dicas e informações para melhor preenchimento da Plataforma SucupiraOrientar e atualizar coordenadores e técnico-administrativos dos programas de pós-graduação da Ufam é o objetivo do Treinamento de uso da Plataforma Sucupira, realizado pela Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (Propesp), nestas terça e quarta-feira, dias 27 e 28, no auditório da Faculdade de Direito.

Utilizada como base para coleta de dados referentes à pós-graduação brasileira, a Plataforma Sucupira é uma ferramenta fundamental para o gerenciamento da área. Criada em maio de 2014, a plataforma é usada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para obter informações dos programas a fim de realizar a avaliação destes.

De acordo com a pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação, professora Selma Baçal, o treinamento é importante devido às atualizações constantes da plataforma e também pela necessidade de capacitação dos responsáveis pelo preenchimento da plataforma. “Temos até 30 de abril para enviar o relatório das atividades de 2017. Nossa meta é a buscar o preenchimento da plataforma com excelência. Queremos fortalecer a pós-graduação com o conhecimento e maior intimidade no manuseio da plataforma. Quanto melhor a informação postada, melhor a condição para a avaliação do programa pela Capes”, declara.

Convidada para ministrar o treinamento, a professora Maria Ataíde Malcher, da Universidade Federal do Pará (UFPA), transmitiu ao grupo dicas e informações relevantes sobre a pós-graduação brasileira e o uso da Plataforma Sucupira em si. Segundo a professora, é comum entre os membros da comunidade acadêmica brasileira a dificuldade em transformar em dados e relatórios as diversas ações desenvolvidas no âmbito da pós-graduação. "É muito comum a gente ter um relatório muito aquém do que foi feito", revelou, ao dizer que isto resulta em má avaliação do programa.

A instrutora recomendou a leitura do manual da Plataforma Sucupira a fim de facilitar o entendimento do funcionamento das avaliações dos programas bem como o manuseio da ferramenta. A professora citou como exemplo a forma que deve ser feito o registro da relação entre egressos dos programas. Ela afirma que o manual disciplina esse tipo de registro, facilitando o trabalho do responsável pelo relatório.  “A Plataforma permite muitas ações, com cruzamento dos dados, além de ser uma ferramenta transparente. A sociedade está investindo na pós-graduação e, com a Plataforma, é possível saber quem está fazendo o quê e onde. Isso é algo que não tem preço”, defende.

Treinamento visa melhor desempenho da Ufam em avaliações da Capes.Treinamento visa melhor desempenho da Ufam em avaliações da Capes.Participando do treinamento, o coordenador do programa de pós-graduação em Geografia, professor Ricardo Nogueira, acredita que o curso será útil no fornecimento de elementos importantes para o correto preenchimento da plataforma. “Sabemos que são inúmeras as variáveis que compõem a totalidade da avaliação dos programas de pós-graduação e certamente com este curso teremos condições de saber como fazer este preenchimento”, afirma.

A oficina atraiu visitantes externos à Universidade, como a coordenadora do curso de pós-graduação em Hematologia da Universidade do Estado do Amazonas em parceria com a Fundação Hemoam, Cristina Ferreira. Há poucos meses à frente do curso, para ela, esta é uma oportunidade de obter grande aprendizado para a melhoria da pós-graduação amazonense. “Até o momento tenho gostado muito da palestra da professora. Foi bastante esclarecedora. Ela tem sido bem clara e didática. Eu espero que o curso seja muito bom. Vai auxiliar nas nossas necessidades, além de permitir o contato e a parceria entre as pós-graduações e, com isso, o crescimento da pós-graduação do Estado”, disse.

 

 

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