Professores da Ufam recebem Medalha de Mérito Legislativo Educacional na Aleam
Em Sessão Especial realizada na tarde desta terça-feira, 23, no Plenário Ruy Araújo, da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) receberam medalhas da Comenda do Mérito Legislativo Educacional ‘Professora Ignês de Vasconcellos Dias’, concedida aos profissionais da área de educação.
Representando o reitor da Ufam, professor Sylvio Puga, o assessor especial da Pró-Reitoria de Extensão, professor Paulo Ariston esteve presente acompanhando a solenidade de entrega das medalhas. Ao todo 35 profissionais de instituições públicas e privadasforam laureados pelos serviços prestados para a sociedade amazonense.
Dentre os profissionais agraciados, três professores da Ufam: da Faculdade de Medicina, professor Isaac Tayah; da Faculdade de Direito, professor Lourenço Pereira de Souza Braga e do Instituto de Computação (Icomp), professora Tanara Lauschener, cujos nomes foram indicados pelos parlamentares Berlamino Lins, Dermilson Chagas e Alessandra Campelo, respectivamente.
Na ocasião o presidente da Aleam, deputado David Almeida, destacou a importância da educação como ferramenta para transformar vidas. A Sessão contou com a participação dos homenageados e familiares, autoridades do Poder Legislativo, Executivo, Judiciário e do município.
Durante a solenidade de abertura o presidente da Comissão de Educação da Aleam, Deputado Sidney Leite, disse que a solenidade tem por finalidade homenagear homens e mulheres, da capital e do interior, que dedicaram suas vidas na arte de educar, bem como, os desafios que os educadores enfrentam dia a dia no magistério.
Professores agraciados da Ufam
Isaac Tayah– graduado em Medicina pela Ufam, com especializações em Cirurgia Digestiva na Santa Casa de Professor Isaac Tayah (à esquerda) indicado pelo Deputado Berlamino Lins (à direita) Misericórdia de Ribeirão Preto/SP, em Cirurgia Oncológica, em Cirurgia do Aparelho Digestivo pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva. Mestre em Cirurgia Abdominal pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Ufam. Atuou no Pronto Socorro Municipal 28 de agosto, sendo diretor em 1990, 1991, 1992 e 1995. Foi diretor de cirurgia do Hospital Adriano Jorge onde esteve à frente da campanha que transformou o hospital em fundação e como referência hospitalar na Região Norte.
Médico da Fundação Cecon na função de cirurgião oncológico professor de cirurgia da Ufam, preceptor de cirurgia geral e do aparelho digestivo do curso de Medicina da Ufam, preceptor de cirurgia oncológico da fundação Cecon, do aparelho digestivo. É membro do Colégio Brasileiro de Cirurgia Geral, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Laporoscóspia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Digestiva e Endiscópia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Colo-proctologia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Colo-reto e da Sociedade Brasileira Câncer Gástrico.
Lourenço Pereira de Souza Braga– Graduado em Direito pela Ufam, com especializações em Desenvolvimento (PUC/RJ) e em Direito Público (Ufam). Ocupou o cargo de Secretário de Administração por quatro vezes, foi secretário da Justiça, Procurador-Geral do Município de Manaus, presidente da Comissão Geral de Licitação, Secretário da Seduc/Am, Diretor da Faculdade de Direito da Ufam, É Procurador do Estado desde 1976, foi chefe da Procuradoria Administrativa por 12 anos, chefe da Casa Civil de Manaus e reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). É professor de Direito desde 1983 na Ufam.
Tanara Lauschener– Cursou Eletrônica na Escola Técnica Federal do Amazonas (ETFAM). Graduou-se em Engenharia Elétrica pela Ufam, em 1998. Mestra em Ciência da Computação (UFMG), Doutora em Informática (PUC/RJ).
Natural de São José do Cedro, Santa Catarina. Faz parte do Comitê Gestor do Programa Meninas Digitais da Sociedade Brasileira de Computação e coordenadora do Programa Cunhantã Digital da Ufam, que tem por objetivo ampliar a participação feminina na área de exatas com foco em tecnologia e computação, desmistificando a visão tradicional de que às áreas tecnológicas são masculinas.
É diretora do Instituto de Computaçao da Ufam e conselheira do Comitê Gestor da Internet no Brasil, desde 2017.
História da Medalha
A medalha foi criada pela Resolução Legislativa nº 459/2009, projeto da professora e ex-deputada Therezinha Ruiz, deputada eleita para os próximos quatro anos. A medalha foi alterada pela Resolução Legislativa nº 563/2013, pelo deputado Sidney Leite (PSD). Os homenageados são profissionais da área de Educação que se distinguiram por seus méritos na educação amazonense.
A Medalha do Mérito Legislativo Educacional da Assembleia leva o nome da professora Ignês de Vasconcelos Dias, nascida em 1921, no município Itacoatiara (a 176 quilômetros de Manaus). Ainda hoje é uma das maiores referências como educadora no Amazonas, tendo dedicado sua vida ao magistério, desde quando formou-se professora normalista no Instituto de Educação do Amazonas, até ao cargo de secretária de Estado da Educação. Graduada em direito, a professora Ignês atuou em várias escolas públicas do Amazonas, representou o Amazonas no Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (Inep), onde idealizou e instalou o Centro de Treinamento Padre José De Anchieta para capacitar educadores das áreas rurais do Amazonas.
Cais informa horário de atendimento durante a Semana do Servidor

O Centro de Atenção Integral à Saúde do Servidor informa que de 29 a 31 de outubro, funcionará em horário diferenciado em razão das atividades da Semana do Servidor. Confira as alterações abaixo:
29/10 - Setor fechado, pois a equipe participará do evento o dia todo.
30/10 - Setor funcionando a partir das 12h.
31/10 - Setor funcionando das 7h às 12h. À tarde não haverá atendimento.
Casa do Estudante: reitor recebe ministro da Educação e juntos assinam liberação de recursos para conclusão das obras
Com a verba anunciada, será possível concluir todo o empreendimento até dezembro de 2019. Aproximadamente 60% já foi construído
Reitor da Ufam, durante assinatura de formalização do repasse de verbas para conclusão da obra do Casa do Estudante (Foto: André Nery/MEC)
O reitor, professor Sylvio Puga, destacou a importância da conclusão da obra para os estudantes do estado, que precisam de uma moradia digna e do apoio assistencial estudantil. “Estamos dando mais um passo para que esta instituição se torne uma realidade cada vez mais presente na vida dos alunos”, comemorou. “Realizamos estudos em relação ao embargo ambiental e firmamos um Termo de Ajustamento de Conduta para a retomada da obra, motivo este que também nos impediu de darmos continuidade na construção. Agora, com a liberação desse recurso, vamos dar sequência aos demais projetos necessários ao crescimento da Ufam. O apoio do MEC tem sido decisivo para o fortalecimento desta universidade”, considerou.
A Ufam é a maior universidade do estado do Amazonas e uma das mais importantes do Brasil. Fundada em 1909, é a mais antiga instituição de ensino superior no Brasil com estatus de universidade, tendo origem na Escola Universitária Livre de Manaus. Também é a única universidade pública federal no estado e tem o campus sede situado na capital amazonense. O local é, ainda, o maior fragmento florestal urbano do Brasil dedicado a uma instituição superior de ensino, além de ser o terceiro no mundo, com 6.700.000 metros quadrados. Para o ministro da Educação, a obra da Casa do Estudante tem valor social imensurável. "A Casa do Estudante é um corpo vivo dentro da universidade e onde permanecem alocados estudantes de diversas procedências. Estamos garantindo todos os recursos necessários à conclusão desta obra para oferecer cada vez um atendimento digno a todos os alunos”, afirmou.
Vinícius Soares, do Diretório do Centro Acadêmico de Farmácia da Ufam, afirmou que a Casa do Estudante sempre foi um projeto polêmico por questões de embargo. “Dar continuidade a este projeto é assegurar não só a comodidade dos nossos estudantes que vêm do interior, como também de outros países, como a África, por exemplo”, pontuou. “Trata-se de uma questão importante de inclusão, pois, ao longo das gerações, a Casa do Estudante vai estar aberta a receber todos os tipos de alunos.”
Ministro da Educação, Rossieli Soares fala aos presentes e se compromete a apoiar políticas públicas no setor para toda região (Foto: André Nery/MEC)
Liberação – Na última quarta-feira, 17, o MEC liberou R$ 15,81 milhões destinados às instituições federais do Amazonas. O montante se refere ao limite de empenho para as universidades federais, instituições da rede federal de educação profissional, científica e tecnológica e hospitais de ensino vinculados à pasta no estado. No total, em todo o país, o valor liberado chegou a R$ 729,1 milhões.
“Em relação ao orçamento, nós temos tido uma série de avanços, como na Lei de Diretrizes Orçamentárias, na qual garantimos para o próximo ano uma regra que diz que o orçamento da educação não pode ser menor e tem que ser corrigido pela inflação”, declarou o ministro Rossieli Soares. “Também avançamos na liberação de todos os recursos para as universidades, autorizando 100% das verbas de custeio e 100% das verbas de investimento. Precisamos evoluir cada vez mais neste sentido.”
Com essa verba, o MEC assegura às instituições federais de ensino 100% de execução das despesas de custeio e investimento em fontes do Tesouro. Até o momento, foram liberados limites de empenho no valor de R$ 8,20 bilhões para as despesas discricionárias (R$ 171 milhões para o Amazonas), sendo R$ 7,5 bilhões em custeio e R$ 702,1 milhões em investimento. Para o Amazonas, até o momento, foram liberados limites de empenho no valor de R$ 171 milhões para despesas discricionárias, sendo R$ 159,5 milhões para custeio e R$11,5 milhões para investimento.
Os recursos das despesas discricionárias são geridos pelas próprias universidades, no âmbito de sua autonomia administrativa. É com o limite de despesas discricionárias que as entidades de ensino superior efetuam os gastos com o seu funcionamento, com as suas obras, contratam seus serviços de terceirização de mão de obra e executam as despesas com assistência estudantil.
De 2016 até hoje, o MEC tem garantido 100% da dotação orçamentária das despesas de custeio, algo que não ocorreu em 2015. Em 2015, as universidades federais não receberam sequer a totalidade da verba de custeio e atingiram somente 40% da verba de investimento disponível para o ano. Em 2016, o MEC retomou a liberação de 100% do que estava previsto no orçamento de custeio para todas as universidades do país. Em 2017, o percentual liberado das despesas com investimento foi de 70%. Cabe lembrar que em 2016 e em 2017, o Ministério da Educação também assegurou 100% do orçamento de custeio para todas as universidades e institutos federais.
*Equipe Ascom Ufam com informações da Assessoria de Comunicação Social do MEC
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