Rematrícula do Projeto CEL para 2014-1

A Coordenação do Centro de Estudo de Línguas - Projeto CEL informa aos alunos dos cursos EXTENSIVO e INTENSIVO que o período para rematrícula do primeiro semestre de 2014 inicia dia 13 de novembro de 2013 e segue até o dia 08 de janeiro de 2014.

A rematrícula deverá ser feita em três etapas, descritas a seguir:

1.    O período para retirada da Guia de Recolhimento da União (GRU) na secretaria do Projeto CEL no período de 13 de novembro a 20 de dezembro de 2013.

2.    O período para pagamento da Guia de Recolhimento da União inicia dia 13 de novembro até o dia 30 de dezembro de 2013.

3.    O preenchimento do Termo de Rematrícula na secretaria do Projeto CEL, mediante comprovação do pagamento da taxa de rematrícula, deverá ser feito no período de 13 de novembro de 2013 a 08 de janeiro de 2014.

Para efetivar a rematrícula, o aluno precisa estar adimplente com as parcelas regulares dos semestres anteriores.

INÍCIO DAS AULAS NO CURSO EXTENSIVO (AOS SÁBASOS): 18/01/2014

INÍCIO DAS AULAS NO CURSO INTENSIVO (À NOITE): 27/01/2014

 

Informamos ainda que, conforme calendário acadêmico da Ufam, o Projeto CEL estará em recesso no período de 23 de dezembro de 2013 a 04 de janeiro de 2014.

 

Endereço do Projeto CEL 

Av. Rodrigo Octavio Jordão Ramos, 6.200 – Coroado, Campus Universitário – Bloco Administrativo nº 02 – Pavilhão André Vidal de Araújo – Setor Norte. ICHL/UFAM

Mais informações:

Telefone: 3305-4591

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

Lançadas mais três obras publicadas pela Editora da Universidade Federal do Amazonas

O contexto da realidade amazônica a partir de diferentes perspectivas do conhecimento científico foi celebrado com o lançamento de mais três obras publicadas pela Editora da Universidade Federal do Amazonas (Edua) na última sexta (8), no Espaço Cultural da loja Bemol, no Manauara Shopping.

Os aspectos da educação profissional na região Norte, uma nova configuração para o debate acerca da floresta amazônica e os motivos para a evasão de homens amazonenses no Serviço Social foram os temas que fundamentaram mais três publicações da Edua em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam) e lojas Bemol. O lançamento dos livros reflete a preocupação da Ufam em incentivar e divulgar a produção acadêmica nas diferentes faculdades da Universidade.

Resultado das inquietações de Carlos Costa sobre a baixa quantidade de homens cursando Serviço Social ou que migraram para outros cursos de graduação e diante da alta quantidade de impostos que o Amazonas teve que pagar no período áureo da borracha, onde o movimento separatista do sul do País usava a justificativa de que o Estado era um apêndice econômico para o Brasil o livro “O caminho não percorrido” desmitifica a ideia de que a carreira historicamente construída para mulheres não é predileção do sexo masculino por questões econômicas e não por unicamente por preconceito como se pensa até os dias de hoje. “Com a implantação da Zona Franca, os homens abandonaram o curso e a carreira na assistência social para ir às fábricas e manter o sustento da família. Temos outros fatores como baixos salários, jornada de trabalho indefinida que também influenciaram negativamente na situação. É importante desconstruir essa imagem de que é uma profissão para mulheres e que os homens não a exercem por preconceito, inclusive porque podemos apontar, por exemplo, o desembargador Paulo Feitosa como um dos nomes masculinos em Serviço Social”, comenta Carlos Costa. Ao longo da obra, o autor destaca dados da profissão de outros países como Inglaterra e Estados Unidos.


Organizadores e autores das obras Organizadores e autores das obras Organizado por professores da Faculdade de Educação com objetivo de incentivar a pesquisa científica na academia desde a graduação, o livro “A Educação Profissional na Região Norte: reflexões e críticas” é dividido em quatro partes. A primeira versa sobre a educação profissional sob os aspectos legislativos e sobre o plano de desenvolvimento da Educação ainda no governo Lula. A nível local, as segunda e quarta partes trazem artigos que analisam programas, reformas e políticas de formação de professores no Ensino Médio e Profissional em Manaus e no Amazonas. Contemplando outro Estado da região Norte, a terceira parte reflete sobre a política educacional em Roraima. A obra foi resultado do apoio dado pela Fapeam à pesquisa através do financiamento do projeto e da parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam) que possibilitou o trabalho coletivo junto aos pesquisadores da Ufam.

“Considero uma ótima proposta para tornar ainda mais fértil a produção editorial sobre o tema. Esse livro é uma reflexão filosófica decorrente da investigação, da pesquisa. Foi um trabalho sutilmente elaborado que ajuda a esclarecer as relações que se estabelecem na construção do conhecimento, na identificação ideológica do que move o pensamento, nas perspectivas sociais, políticas e econômicas que efetivam decisões públicas, as quais influenciam diretamente o fazer pedagógico, a atividade educativa”, destaca o professor Arone Bentes, do Ifam.


Configurar um novo debate sobre a Amazônia é o que pretende o livro “Floresta Amazônica” organizados pelos professores Julio Cesar Rodrigues Tello, Selma Suely Baçal de Oliveira e João Rodrigo Leitão dos Reis. “Floresta Amazônica” compila artigos científicos produzidos no Programa de Pós-graduação em Ciências Florestais que trabalham a questão socioambiental partindo de temáticas como o meio ambiente, o associativismo e a relação espaço-tempo na organização do currículo escolar na Amazônia. Segundo o professor Julio Tello, um dos organizadores da obra, congratular os pesquisadores com a publicação de suas produções científicas representa um incentivo para que continuem a tentar compreender esse espaço tão rico que é a Amazônia: “Compreender a Amazônia não é fácil, pois envolve múltiplas variáveis de cunho teórico, cientifico e também social e cultural que precisam estar bem concentrados para extrair importantes estudos e resultados para sociedade. É preciso conhecer a dimensão da Amazônia e entender que não se trata apenas de uma floresta, mas também de um espaço que agrega diferentes linguísticas de diferentes comunidades que a formam. Os pesquisadores ao entender esse aspecto e a importância para o meio acadêmico de pesquisar e estudar Amazônia contribuem para um novo gás, um incentivo para que outros pesquisadores a vejam assim e se interessem por ela”.

 

Palestra aromas de frutos amazônicos

O pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), doutor Sérgio Pesquisador Sérgio Massayoshi proferiu palestra sobre aromasPesquisador Sérgio Massayoshi proferiu palestra sobre aromasMassayoshi Nunomura, proferiu a palestra, no I Workshop sobre óleos essenciais da Amazônia, intitulado “Estudo de aromas de frutos amazônicos”. O estudo objetiva detectar substâncias voláteis em frutas da Amazônia como: o buriti, cubiu, tucumã, mari, entre outras e, disponibilizá-lo ao meio acadêmico.

A palestra do pesquisador do INPA, Sérgio Massayoshi Nunomura, abordou um tema que desperta muito interesse mundial pela Amazônia: a biodiversidade. O estudo de essências da Amazônia já existe há algumas décadas no meio científico. Cada vez mais o conhecimento sobre a Amazônia se amplia e muitas vezes são utilizados comercialmente. O estudo não visa à exploração comercial desses aromas, mas disponibilizar o conhecimento há quem tenha interesse científico ou comercial.

O palestrante deu algumas definições sobre aroma e a sensação de sabor e de odor. Explicou o funcionamento do olfato humano na detecção de essências e a forma como agem os genes na identificação do sabor e odor no sistema olfativo. Demonstrou o procedimento técnico da extração e análise das substâncias das frutas. Mostrou como a pesquisa vem sendo realizada e que equipamentos são usados na manipulação dos frutos. Em seguida, fez uma explanação do processo histórico da produção sintética das fragrâncias.

Sérgio Massayoshi afirma que  aroma é uma sensação de sabor e odorSérgio Massayoshi afirma que aroma é uma sensação de sabor e odor“Aroma é uma sensação de sabor e de odor. O objetivo da minha pesquisa é identificar o aroma de algumas frutas que existem na Amazônia, por meio de análises e técnicas manuais e mecanizadas, disponíveis no INPA. A ideia é produzir um trabalho acadêmico para ser usado na formação, mas alguém pode utilizar esse estudo e fazer um produto na área de alimentos com um cheiro característico de um fruto exótico da Amazônia. O biriba, por exemplo, tem um cheiro agradável e não existe lá no Sul e as pessoas podem se interessar e investir no desenvolvimento de um produto com o cheiro da fruta”, disse o pesquisar Sérgio Massayoshi.

Segundo o pesquisador, as frutas são manipuladas no laboratório manualmente, mas são usados equipamentos para analisar as substâncias que são extraídas.  As partes da fruta que são extraídas são: casca e a parte interna. Após a coleta, essas partes são analisadas no laboratório e as essências identificadas.

A produção de conhecimento sobre a Amazônia é essencial para sua preservação e ao mesmo tempo pode ser rentável. As empresas de alimentos ganham milhões com aromas sintéticos agregados em seus produtos. São aromas identificados na natureza, mas são criados sinteticamente para serem utilizados em diversos produtos. A produção do conhecimento é fundamental para proteger a natureza.   

O pesquisar é bacharel em Química, na USP em 1979, mestre em Química Orgânica, na USP em 1994 e doutor em Química Orgânica, USP em 1999. Atualmente é pesquisador do INPA e orientador de pós-graduação do curso de Química da Ufam. Seus projetos concentram-se no estudo de plantas amazônicas úteis na área de medicamentos, alimentos, cosméticos e de geração de energia.

O evento é uma realização do PET de Biologia e da Proexti e ocorreu nesta quinta e sexta-feira (dias 7e 8).   

 

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