Exame de Proficiência acontece de 5 a 8 de maio

De 5 a 8 de maio de 2014, estarão abertas as inscrições para o exame de Proficiência em Línguas Estrangeiras. Os exames oferecidos serão nas áreas de língua espanhola, francesa e inglesa.

Os procedimentos para inscrição são: Baixar e preencher a ficha de inscrição observando, com muita atenção, as instruções no rodapé da mesma. E no período anteriormente citado, dirigir-se à sala 18 (Secretaria do DLLE), localizada no Bloco Mário Ypiranga Monteiro, terceiro andar. No dia 12/05/2014 será divulgada a homologação (inscrições aceitas) e o local das prova, que serão realizadas no dia 16/05/2014. A secretaria do DLLE funciona de segunda a sexta das 08:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00. Contato via e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Recepção a acadêmicos de Medicina inicia com palestras sobre Pró-Reitorias

Os novos acadêmicos do curso de Medicina participaram hoje, do primeiro dia de atividades de Acolhida aos Calouros realizado pelo Centro Acadêmico Humberto Mendonça (CAMEDHM). Ao todo, 76 estudantes, sendo 20 deles ingressantes por meio do processo seletivo Extra Macro, os demais, por meio do Sistema de Seleção Unificado (Sisu) e Processo Seletivo Contínuo (SPC). 
 
Neste primeiro dia, o evento aconteceu em uma das salas da Faculdade de Medicina, situado no Boulevard Álvaro Maia. Os alunos receberam para breves explicações sobre como funcionam a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Proeg), Pró-Reitoria de Extensão e Interiorização (Proexti) e Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários (Procomun), os quais falaram sobre Programa de Monitoria, Programa Jovens Talentos, Ligas Acadêmicas, Programas de Extensão, Intercâmbios, Bolsas e Plataformas de Estudos.
 
O reitor em exercício, professor Hedinaldo Lima, iniciou os trabalhos, falando da origem do curso de Medicina, avaliando e vislumbrando o destino do curso. Após a apresentação do reitor em exercício foi a vez de do pró-reitor adjunto, professor Nelson Noronha, falar sobre as ações realizadas pela Proeg, abrangendo desde o horário de funcionamento do órgão até os serviços que presta. O titular da Proext, professor Frederico Arruda deu continuidade às palestras, falando de programas e projetos de extensão ofertados pela Pró-Reitoria.        
 
Segundo o coordenador do curso, professor Alexandre Lopes Miralha, as informações ajudam o aluno a se familiarizar ao novo ambiente universitário. 
 
"Há vivências as quais o aluno só poderá conhecer no dia a dia dentro da Instituição, mas o que estamos fazendo aqui é ampliar o horizonte do que eles poderão encontrar aqui e que apoiará para ter uma passagem proveitosa pela Universidade", disse. 
 
O  Diretor de Assuntos Nacionais e Internacionais do SeCaMed, Iuri Matias, do 6o. período do curso, informou que nesta terça-feira, a programação dos acadêmicos será a de conhecer as dependências do Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV) e na quarta, acontece a aula inaugural do curso, no laboratório de Anatomia, situado no mini campus da Instituição. 

PPGH promove aula inaugural para calouros do programa e convidados

A primeira aula do Programa de Pós-Graduação em História, cujo tema foi ‘O destino atlântico dos últimos príncipes do Ndongo’, ocorreu nesta segunda-feira (28), no auditório Rio Negro, e foi ministrada pela professora doutora Silvia Hunold Lara, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O coordenador do Programa, professor James Roberto, deu as boas-vindas aos novatos e antigos e agradeceu aos visitantes interessados na temática da palestra. Os representantes discentes, Eduardo Gomes, Thiago Bezerra e Sarah Araújo, também acolheram os presentes com uma mensagem sobre o compromisso dos alunos nas atividades extracurriculares. “Queremos construir juntos o futuro desse Programa, e já temos passado por muitas mudanças positivas”, destacou Eduardo Gomes.

Antes de iniciar a explanação sobre o tema da palestra, a professora convidada definiu o trabalho do historiador como divertido, “pois ele sabe coisas que os outros não sabem, ele busca sempre os fatos”, e combativo, “no sentido de que o profissional estabelece o elo entre passado e presente e procura sempre fazer questionamentos”. Sobre a História dos príncipes do Ndongo, uma região do continente africano tomada pelo reino de Portugal na segunda metade do século XVII, ela disse ser contrária aos ensinamentos de Marc Bloch, pois o autor diz que falar sobre “reis e batalhas” já é ultrapassado.

A despeito disso, a professora explanou sobre essa história estabelecendo um paralelo entre a saída dos 14 príncipes de Ndongo e a chegada deles a Lisboa, capital portuguesa. Eles passaram pelo Brasil, mas nenhum deles se estabeleceu aqui; todos seguiram para Portugal, onde viveram separados entre si e tiveram mantidos seus títulos de nobreza. Com essa medida, o reino português conseguiu neutralizar qualquer plano insurgente contra a Coroa. Lá, todos foram chamados ‘Dom’ e batizados no Catolicismo, sendo conhecidos como ‘príncipes negros’ ou ‘príncipes das pedras negras’.

Mas por que eles não ficaram no Brasil ou mesmo foram tornados escravos? A pesquisadora, que acompanhou a trajetória de alguns desses príncipes por 25 anos, esclareceu: “Apesar de, no período entre 1519 e 1700, 409.400 escravos serem trazidos para Nordeste e Sudeste do Brasil, os príncipes não ficaram aqui por questões políticas”. Segundo a professora Silvia Lara, Portugal temia que eles voltassem para Angola, que tinha relação direta com o Brasil. Além disso, havia o receio de eles se unirem aos insurgentes dos mocambos dos Palmares.

Para a mestranda Cristina Silva, que está em fase de finalização da pesquisa, essa aula inaugural é uma oportunidade para que os alunos conheçam os trabalhos de professores renomados de outras universidades. “Esse momento é importante para a formação dos profissionais, dos pesquisadores; é um diálogo é fundamental”, avaliou.

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