Setores podem estabelecer escala de trabalho para a semana de 26 a 30 de dezembro
A Portaria nº 3.161/2016-GR autoriza que os setores da Universidade Federal do Amazonas estabeleçam uma escala de trabalho para os dias 26, 27, 28, 29 e 30 de dezembro.
A autorização é uma medida para reduzir gastos com a atividade administrativa, tendo em vista que o recesso acadêmico está compreendido nesse mesmo período e os feriados de Natal (25/12/2016) e de Ano Novo (1º/1/2017) serão no domingo.
As concessões estão condicionadas à respectiva compensação, conforme estabelecido no art. 44, II, da Lei nº 8.112/1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União).
Ufam é destaque na área de Computação com alunos e professores premiados em 2016
Este ano a Universidade Federal do Amazonas teve pelo menos 15 premiações e destaques para professores e alunos da área de Informática em competições nacionais e internacionais, eventos sobre programação e desenvolvimento de aplicativos e programas de financiamento de projetos inovadores, como a Bolsa Google para a América Latina.
"Foi um ano muito proveitoso. Isso é fruto de muito trabalho. Não foi à toa que a Ufam liderou a lista de Universidades Federais do Brasil com o melhor curso de Ciência da Computação no ano passado e o curso de Sistemas de Informação obteve nota 4 em sua primeira avaliação. Nós, servidores técnicos e professores, trabalhamos muito todos os dias para fazer o nosso melhor", disse o diretor do IComp, Ruiter Caldas.
Mateus Tymburiba, ex-aluno de mestrado do professor Eduardo Feitosa, ganhou menção honrosa no Concurso de Teses e dissertações do Simpósio Brasileiro em Segurança da Informação e de Sistemas Computacionais (SBSeg 2016).
No Simpósio Brasileiro de Engenharia de Sistemas Computacionais (SBESC), Eduardo Valentin, Rosiane De Freitas Rodrigues e Raimundo Barreto levaram o prêmio de melhor artigo da trilha de Sistemas de Tempo Real. O professor Raimundo Barreto também ganhou menção honrosa na Competição Intel de Desenvolvimento de Sistemas Embarcados, junto com a equipe composta pelos alunos de Engenharia da Computação Gabriel Alisson Costa Queiroz, João Victor Lima Lopes e Rosmael Colsoul de Miranda. Dos quase 300 projetos submetidos, apenas 45 foram classificados.
Em Uberlândia, alunos da unidade ganharam menção honrosa no concurso de aplicativos em informática na educação AppsEdu durante o Congresso Brasileiro de Informática da Educação. Rodrigo Pereira e Marcos Siqueira, graduandos em Ciência da Computação, e David Lima, doutorando do Programa de Pós Graduação em Informática (PPGI) foram os agraciados, todos sob a orientação da professora Thais Castro.
Já no Simpósio Brasileiro de Qualidade do Software (SBQS), as pesquisadoras Adriana Lopes, Natasha Valentim, Bruna Moraes, Renata Zilse e Tayana Conte receberam o prêmio de melhor artigo na categoria Relatos de Experiência. Ainda no SBQS, a tese do ex-aluno Davi Viana ganhou o segundo lugar no concurso de teses e dissertações, sob a orientação da Professora Tayana Conte.
Tayana também foi orientadora do artigo dos alunos Elizamary Nascimento e Williamson Silva no Simpósio Brasileiro de Engenharia de Software (SBES). Dos 84 artigos submetidos à banca científica do, apenas 15 foram aceitos. Desses 15, um foi do Instituto de Computação da Ufam.
O trabalho do aluno de doutorado do PPGI/Ufam, Bernardo Bentes Gatto, foi escolhido como melhor trabalho na “21st BMVA Computer Vision Summer School”, realizada em Swansea- Reino Unido. O estudante teve a orientação dos professores Eulanda dos Santos e Waldir Sabino.
O trabalho de Iniciação Científica (PIBIC) da aluna do curso de Ciência da Computação Victória Patrícia Aires, orientada pela professora Rosiane de Freitas, foi selecionado entre os dez melhores em Computação do Brasil em 2016, no Concurso de Trabalhos de Iniciação Científica (CTIC) do Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC 2016), sendo publicado nos anais do evento.A pesquisa também figurou entre as quatro melhores do Brasil na área multidisciplinar de Pesquisa Operacional no Concurso de Projetos de Iniciação Científica (PIC) do Simpósio Brasileiro de Pesquisa Operacional (SBPO 2016).
O professor Altigran Soares, um dos membros do Instituto de Computação da Ufam (Icomp), também passou a fazer parte do Comitê de Área de Ciência da Computação do CNPq.
Maratona de Programação
A equipe do IComp-Ufam-POG ficou em primeiro lugar na 1ª fase da Maratona de Programação (ACM ICPC South America/Brazil), sede Manaus-AM, e se classificou para a final brasileira da competição. A equipe IComp-Ufam-POG era composta pelo aluno veterano Tyller Jor'El, e pelos calouros Eduardo Lopes, Rodrigo Otavio Leão, João Alberto Braga Jr., e tinha como coach a professora Rosiane de Freitas.
Rosiane também recebeu um prêmio de fomento à pesquisa da Microsoft Research (EUA), referente à pesquisa multidisciplinar relacionada à "Otimização de processos envolvidos na estimativa da captura de carbono pela floresta amazônica", conduzida com alunos do IComp (doutorandos e mestrandos do PPGI e de iniciação científica- PIBIC), em colaboração com o Laboratório de Manejo e Dinâmica Florestal do INPA, liderado pelo pesquisador Niro Higuchi.
Bolsa de Pesquisa Google
Um Projeto da USP/São Carlos com o IComp/Ufam foi selecionado pelo Google e vai receber uma bolsa de pesquisa. O projeto passou a fazer parte do programa de Bolsas de Pesquisa Google para a América Latina. A empresa recebeu um total de 473 pedidos de financiamento, de 13 países, e selecionou apenas 24 propostas para financiar.
Raíza Hanada é aluna egressa do IComp/Ufam e também fez parte do PET e o projeto selecionado tem colaboração direta do instituto. “Este projeto engloba o doutorado da Raíza e o mestrado do Fernando Anglada, do IComp. A colaboração envolve pesquisadores nas áreas de Interface Humano-Computador (professores Maria da Graça Pimentel da USP e Khai Truong, da Universidade de Toronto) e Aprendizagem de Máquina (Marco Cristo e Fernando Anglada, do IComp)”, explica o professor da Ufam, Marco Cristo.
Conic
Finalmente, a aluna de Ciência da Computação Victoria Patrícia Silva Aires, sob a orientação da professora Rosiane de Freitas, levou o prêmio de Melhor trabalho de PIBIC da área de Ciências Exatas, da Terra e Engenharias do Congresso de Iniciação Científica (Conic) da Universidade Federal do Amazonas e o aluno Jackson Lucas Sales de Lima recebeu Menção honrosa da Computação junto com seu orientador, professor Horácio de Oliveira.
Fonte: ICOMP.
I Seminário de Formação da Rede Norte do Programa Saberes Indígenas na Escola discute Educação escolar indígena no Brasil
Apresentações culturais, oficinas e mostras pedagógicas integram a programação do evento que ocorre até a próxima quinta-feira, 15.
Coordenador Geral do Seminário, professor Gersem Luciano, durante pronunciamento
A ação “Saberes Indígenas na Escola” tem o propósito de fortalecer as políticas educacionais em prol dos povos indígenas, promovendo o aperfeiçoamento profissional de professores indígenas que atuam na educação básica. Na manhã desta segunda-feira, 12, ocorreu a abertura do I Seminário de Formação da Rede Norte do Programa Saberes Indígenas na Escola -SIE/UFAM, uma atividade promovida pela UFAM em parceria com o Instituto Federal do Amazonas, a Universidade do Estado do Pará, Secretarias Municipal e Estadual de Educação e organizações não-governamentais.
Durante a abertura do evento, o coordenador geral do Seminário, professor Gersem dos Santos Luciano, ressaltou que o encontro é uma oportunidade de conhecer as diferentes experiências e trabalhos que os núcleos dos Saberes Indígenas na Escola, coordenados pela UFAM, desenvolvem. “É a primeira vez que essa rede imensa do Amazonas e Pará está se reunindo. O seminário é uma oportunidade de informação, formação e intercâmbio de experiências sobre nossas atividades com 27 dos 64 povos no estado do Amazonas”, afirmou o coordenador.
Ele destacou ainda que a atividade é fundamental para viabilizar a Escola Indígena do futuro. “A Escola indígena do futuro é aquela que consegue fazer com que o aluno, cidadão indígena, consiga conservar sua tradição, cultura e língua com processos de alfabetização, letramento e numeramento específicos que atendam a essa dupla cidadania e, ao mesmo tempo, possibilite o acesso a tecnologias e conhecimentos universais da escola e da universidade”, declarou ele.
Resistência e protagonismo indígena
Professora Elciclei Faria, da Faculdade de Educação, foi a palestrante da abertura do eventoA palestrante da abertura do evento, professora Elciclei Faria, abordou a trajetória histórica da Educação escolar indígena no país e destacou os avanços na área. “Ao trazer um pouco desse histórico do que foi a Educação Escolar indígena ou Escola para Índios no Brasil, observamos a tentativa de imposição de língua e cultura europeia, mas observamos também a resistência indígena a essas tentativas de apagamento. Além de permanecerem com suas línguas e costumes, os indígenas também se apropriaram dos conhecimentos das sociedades que tentavam subjugá-los. Conseguimos ver também avanços muito importantes como quando o movimento indígena assumiu a sua autonomia e levou à frente, num primeiro momento, a proposta de garantia de direitos e agora, na atualidade, luta pela efetiva implementação de tais políticas públicas. Eles são autores, propõem projetos, assumem espaços dentro das instituições federais, estaduais e municipais e fazem a diferença, ocupando posições que vão desde secretarias municipais a cargos no Ministério da Educação”, declarou a palestrante.
Maria Ângela Moura é um exemplo desse protagonismo indígena. Descendente do povo Tukano, ela integra o Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena. “É preciso avançar de acordo com os direitos que reivindicamos e conquistamos ao longo do tempo. Este seminário é importante para nós porque a formação oferecida aqui está aliada aos nossos objetivos de aperfeiçoar as práticas pedagógicas em sala de aula e nós entendemos que uma boa formação nos faz mais unidos em torno de nossos objetivos”, afirmou a participante do seminário.
Programação
Participante do Seminário, Maria Ângela Moura integra o Fórum Nacional de Educação Escolar IndígenaO I Seminário de Formação da Rede Norte do Programa Saberes Indígenas na Escola ocorre até Legenda ocorre até o dia 15 de dezembro. Nesta terça, 13, às 9h, ocorre a oficina temática sobre a diferença entre alfabetização e letramento, com a instrutora Maria Socorro Pimentel, da Universidade Federal de Goiás. No dia 14, o professor Carlos Eduardo de Souza, do Instituto Federal do Amazonas (IFAM) realiza a oficina sobre numeramento.
Seminário ocorre no auditório do Centro de Treinamento Padre Anchieta (CEPAN), Japiim II
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