Faculdade de Medicina realiza curso de Fundoscopia para médicos e acadêmicos

O Departamento de Clínica Cirúrgica, da Faculdade de Medicina da Ufam, promove no período de 17 a 21 de janeiro, o curso de Fundoscopia (Fundo de Olho), no Auditório Doutor Zerbini, localizado na Avenida Afonso Pena, 1053, bairro Praça 14 de Janeiro. Podem participar Médicos Generalistas, Clínicos, Cardiologistas, Neurologistas, Urgentistas, Nefrologistas e acadêmicos de Medicina do último período.
O curso está dividido em aulas teóricas (19h às 21h) e práticas (8h às 12h), com carga horária de 20 horas. As inscrições podem ser realizadas no Departamento de Clinica Cirúrgica, da Faculdade de Medicina, ou na Gerência de Ensino e Pesquisa, do Hospital Universitário Getúlio Vargas (Hugv). Telefone: (92) 3305-4708.
Produtores da Agroufam comentam sobre as expectativas para 2017
Professora Jozane Santiago - coordenadora da AGROUFAMBeiju, tapioca, farinha, tucumã. De tudo se encontra na Agroufam. Ao longo de 33 edições, a feira agroecológica da Universidade Federal do Amazonas se consolida como espaço de interlocução entre cientistas e produtores rurais. Segundo a coordenadora da Feira, professora Jozane Santiago, esse é o terceiro ano que a Agroufam acontece. “Ao longo de 33 edições consolidamos esse espaço com os produtores rurais e artesãos. Iniciamos com 50 produtores e agora trabalhamos com 120. A feira só se expande por isso solicitamos outros espaços na Universidade, como o ICHL,. O grupo que atua na AgroUFAM vem se qualificando para oferecer mais produtos e também para planejar a produção para atender a demanda cada vez maior”, afirmou a coordenadora.
Ela também anunciou que a partir desse ano, a Agroufam será um programa institucional da Universidade. “A AgroUFAM iniciou como um projeto de Extensão do Parque Científico e Tecnológico da Pró-Reitoria de Inovação Tecnológica (PCTIS – PROTEC) e agora em 2017 se tornou um programa na PROEXT, com o contínuo apoio da PROTEC”, declarou a coordenadora da AgroUFAM.
Dona Valdiza Gonçalves na barraca de queijo. “Temos queijo pasteurizado; de manteiga; temperado com orégano e calabresa; minas frescal e coalho comum. Tudo da melhor qualidade para nossos clientes”
AgroUFAM 2017 - Produtores animados
Valdiza Gonçalves da Trindade tem um estande na feira. Ela vende queijos e açaí produzidos pelo tio na Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Careiro da Várzea. "Participamos da AgroUFAM desde o início dela. Fomos convidados a participar durante uma Expoagro e, desde então, temos sido acolhidos por uma excelente organização da Universidade. Os pesquisadores e técnicos que nos acompanham se preocupam conosco e com o escoamento da nossa produção. Ganhamos não só um espaço para vender nossa produção, como também uma grande família. Nossa maior expectativa para 2017 é em relação à construção de um espaço permanente para a nossa AgroUFAM”, comentou a vendedora.
Bom vendedor
Recordista na venda de pé-moleque na AGROUFAM, Igor Galvão atribui sucesso ao pé-de-moleque diferenciado que produz.Na barraca ao lado trabalha Igor de Souza Galvão, o recordista da AgroUFAM em venda de pé-de-moleque. “Minha produção é do Rio Preto da Eva.Trabalho em dez feiras em Manaus, entre elas, a do Cassam, a do Asa, a do Sumaúma e a do Petrópolis. Na AgroUFAM, sempre vendo toda a minha produção de pé-de-moleque rapidamente. São 750 pés-de-moleque vendidos, a seis reais cada um, em dois dias de feira.Comecei vendendo 400 em dois dias, agora são 750. Espero que essa demanda continue aumentando. Sou o primeiro a chegar à feira, mas também sou o primeiro a vender tudo. Meu pé-de-moleque é diferenciado, talvez por isso eu seja campeão de vendas. Minha expectativa é que em 2017 meus colegas vendam mais verduras e nossa Agroufam fique cada vez mais fortalecida”, afirmou o vendedor.
Amanda Normando vende os arranjos produzidos pela sogra na AgroUFAM
Decoração regional
Quando o assunto é ornamentação com flores regionais, a solução pode ser encontrada no estande da Tucandeira Flores Tropicais da Amazônia, que tem produção sediada no quilômetro 33 da BR 174. Amanda Normando é quem vende os arranjos produzidos pela sogra na AgroUFAM. "Os arranjos são de acordo com o que o cliente deseja. Temos buquê a partir de vinte reais e podemos fazer combinações com bastão imperador vermelho, catão imperador porcelana, tudo de acordo com a vontade do cliente", comenta ela, mostrando o catálogo com as opções de flores tropicais.
Acadêmicas de Administração da Ufam são premiadas em congresso nacional
Artigo sobre a Síndrome de Burnout em profissionais de saúde foi eleito o melhor trabalho na área de Comportamento Humano nas Organizações do Congresso de Administração, Sociedade e Inovação (Casi)
As estudantes de Administração Maria Gabriela e Fabíola Oliveira com a orientadora, professora Maria da Glória GuimarãesDe autoria das estudantes do curso de Administração da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Fabíola Lima de Oliveira e Maria Gabriela Chagas de Freitas, o trabalho intitulado “Os efeitos da Síndrome de Burnout na vida de trabalhadores que atuam na linha de frente em hospitais públicos na Cidade de Manaus/BR” é uma análise sobre os efeitos do estresse crônico nos profissionais de saúde.
O distúrbio, também conhecido como síndrome do esgotamento profissional, caracteriza-se pela tensão emocional e pelo estresse crônico que são causados por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A sensação de esgotamento é refletida em atitudes negativas como agressividade, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, ansiedade e depressão, por exemplo.
“Todo profissional cujo trabalho exige contato direto e intenso com as pessoas pode apresentar a síndrome, por causa do estresse que essa interação causa”, conta Fabíola Oliveira, do 8º período de Administração. “Um enfermeiro, por exemplo, atende várias pessoas por dia, em diferentes estados físicos e emocionais. Isso vai acumulando para o profissional, que também é um ser humano, submetendo-o a um alto nível de estresse”, ilustra a aluna.
Maria Gabriela, que está no 6º período do curso, completa: “Tanto estresse afeta o desempenho do profissional, o que pode resultar em um atendimento ruim para os pacientes, afetando toda a organização. Como futuras administradoras, quisemos entender como o estresse impacta o comportamento dos trabalhadores e, consequentemente, a gestão de um hospital público”.
As alunas fizeram uma pesquisa tendo como sujeitos recepcionistas, técnicos de enfermagem, enfermeiros e médicos de quatro hospitais públicos da capital amazonense. Segundo o levantamento, praticamente 100% desses profissionais apresentaram sintomas da Síndrome de Burnout.
Artigo foi premiado durante o Casi em dezembro de 2016; trabalho era o único de alunos de graduação entre os concorrentes
Premiação
A orientadora do trabalho, professora doutora Maria da Glória Vitório Guimarães, acredita que a premiação se deve à boa revisão bibliográfica do artigo e a relevância do tema na atualidade. “Trata-se de um assunto que está sendo bastante discutido no mundo científico. Profissionais de várias áreas tentam entender melhor como funciona a síndrome, o que a desencadeia e os efeitos dela. As pessoas que apresentam essa síndrome precisam de cuidados especiais para continuar trabalhando”, explica a professora.
O artigo foi apresentado na área temática “Comportamento Humano nas Organizações” durante a última edição do Casi, em dezembro de 2016. O congresso de Administração, que propicia um espaço de diálogo entre universidades, sociedade e organizações, é um dos mais importantes do país. O trabalho era o único de alunos de graduação entre os concorrentes.
“Foi uma surpresa ter nosso artigo indicado e tão bem recebido, principalmente porque estávamos competindo com trabalhos de pós-graduação”, conta Fabíola. “Como esse foi o primeiro congresso a que submetemos um trabalho, estamos bastante felizes com o reconhecimento”, finaliza.
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