Comissão Eleitoral do IFCHS divulga calendário da consulta para a escolha dos novos gestores
Eleição para a escolha será no dia 22 de novembro
A Comissão Eleitoral do Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais, constituída no dia 11 de outubro pelo Conselho Departamental (Acesse a portaria), torna público o calendário da consulta para a escolha de Diretor e Vice da unidade acadêmica, gestão 2018-2022.
As inscrições dos candidatos podem ser feitas até o dia 1º de novembro, na Secretaria da Ifchs, nos horários de 9h às 12h, e de 14h às 16h. Podem se candidatar aos cargos professores integrantes da carreira de Magistério Superior da Ufam, que tenham atingido, no momento da inscrição, o nível de Professor Titular, Professor Adjunto, Nível 4, e/ou que sejam detentores do diploma de Doutor.
De acordo com o artigo 11 da Resolução 002/97 (ICHL), a inscrição de candidato, acompanhada de curriculum vitae e proposta de trabalho, será feita mediante requerimento dirigido ao Presidente da Comissão Eleitoral, indicando o cargo a que pretende concorrer (Diretor ou Vice-Diretor) e o nível ou titulação atingidos na carreira do Magistério Superior.
No dia 14 de novembro a Comissão Eleitoral irá realizar um debate entre os candidatos no Auditório Rio Solimões, em dois horários: 10h às 12h, e 17h às 19h. A Consulta para a escolha dos novos gestores será no dia 22 de novembro, de 9h às 20h, na Sala de Reuniões da Ifchs. (Acesse o calendário).
O Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais é resultado de um processo de restruturação do antigo Instituto de Ciências Humanas e Letras (Ichl). Confira a notícia relacionada:
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Outorga de grau a 59 bacharéis em Administração encerra ciclo de colações 2017/2
Ao todo, 59 formandos do curso de Adminsitração obtiveram grau de bacharéis
Um dos três cursos que compõem a Faculdade de Estudos Sociais da Universidade Federal do Amazonas (FES/Ufam), o bacharelado em Administração é uma das formações mais tradicionais da Instituição. Na noite de sexta-feira, 20 de outubro, em cerimônia realizada no auditório Eulálio Chaves e presidida pelo reitor, professor Sylvio Puga, a outorga de grau a mais de 50 novos administradores encerrou o calendário de colações de 2017.
Ao presidir a cerimônia, o reitor, que já foi diretor daquela Unidade, destacou que, a partir deste momento, os novos profissionais carregam o selo Ufam, uma marca que levarão para o mercado de trabalho e para a vida. “Agora vocês têm uma grande responsabilidade, porque esta Universidade centenária forma os grandes quadros do Amazonas e, sem dúvida, os melhores estão sendo colocados hoje à disposição da sociedade”, ressaltou. Agradeceu ainda a confiança dos pais na Instituição, aos professores e aos técnicos, lembrando que é deles o papel de dar suporte nas atividades de ensino, pesquisa e extensão para formar profissionais completos e comprometidos. “Estar aqui como reitor é especialmente marcante para mim, pois sou do quadro da FES e ex-diretor daquela unidade, o que muito me orgulha”, afirmou o professor Puga.
Na perspectiva do diretor da FES, professor Jorge Campos, a Ufam cumpre, ao encerrar um ciclo de quatro anos, um de seus papeis mais relevantes: a formação do capital intelectual. “A sociedade vive problemas seríssimo hoje, e a origem de tudo isso está na ausência de administração”, pontou. O próximo passo, segundo ele, é incentivá-los a continuar estudando. “Compete ao administrador fazer planejamento, organização, direção e controle. Isso significa que é importante analisar cenários que mudam muito rápido. Para atuar nesse contexto, é preciso primeiro ‘aprender’, em seguida ‘aprender a aprender’, depois ‘aprender a desaprender’, para, enfim, ‘voltar a aprender’. Isso mantém o profissional sempre atualizado”, explicou o diretor da Unidade.
O paraninfo da turma, professor Natanael Bentes Júnior, também deu ênfase à data como dia de colheita de aprendizados. "Há uma diferença essencial na vida acadêmica entre aluno e estudante. Quem foi aluno tem pouquíssima colheita, enquanto estudante é aquele que busca reduzir a sua condição de aluno. Todos aqui somos aprendizes, estudantes", revelou. O professor ainda usou de poesias e metáforas para falar dos valores essenciais ao ser humano e que ajudam a construir profissionais éticos e competentes. “Juntem ao mister da administração a qualidade, a responsabilidade social, a responsabilidade ambiental e a transparência. Ou seja, construam uma carreira sustentável”, orientou ele.
Novos profissionais
Escolhido como orador da turma, o agora administrador Juliano César Belo, 24, fez de seu discurso uma mensagem de motivação aos colegas. “As questões que pensei foram estas: como ser um profissional diferenciado e qual é a verdadeira função do administrador ao concluir uma graduação que forma tantos profissionais em nosso País? Um dos diferenciais são os valores que recebemos de nossas famílias e, em segundo lugar, por estarmos numa instituição conceituada e com os melhores mestres. Costumo dizer que não há países subdesenvolvidos, mas sim sub-administrados. A Administração nunca se fez tão importante na esfera pública como agora", declarou. "Espero que não saíamos daqui somente administradores, mas pensadores", afirmou o recém-formado.
A seguir, a lista com os nomes de todos os formandos das turmas de Administração dos turnos matutino e noturno da FES/Ufam:
Alline de Sena Gomes; Alleck Gabriela Batista Gomes; Alonson Henrique Oliveira dos Santos; Ana Camila Bezerra Amado; Ana Carolina Mota; Ana Luiza Braga de Oliveira Garcia; Ana Paula Taveira Araújo de Oliveira; Anderson Gama Correa; André Freitas Pinto; Bruno dos Santos Silva; Deborah Juliana Lima Ferreira; Diogo Oliveira de Menezes; Érica Maria Pio de Souza; Emily de Oliveira Alves; Estefanny Maria de Souza Schuck; Fabiano Nascimento Batista; Fabrício Andrade de Souza; Felipe Augusto Jeske; Fernando Braz da Silva Lima Neto; Gabriel Martins Cavalcante; Greice Kelly de Oliveira Chaves Narciso Ferreira; Ismael Brunieri Serejo Monteiro; Jackeline Olímpio Freitas; James da Silva Sousa; Jamilly Hingrid Santos De Freitas; Jaqueline Azevedo da Silva; Jéssica de Souza Fortes; João Lucas Marques do Nascimento; João Marcel de Almeida Ribeiro; Jomison Souza da Costa; Juliana Ferreira Nunes Viana; Juliano Cesar da Silva Belo; Jumara Souza; Kaio Rickson Rocha dos Reis da Silva; Karllen Rebecca Araújo Dantas; Laura Buganeme Belo; Lucibelle Fernandes de Souza; Lumara dos Anjos da Silva; Luziane Rodrigues de Souza; Lydianne Miranda Alves de Campos; Macrina Ferreira Pinto; Nayara Ferreira Mendes; Nídia Brasil de Freitas; Rafael Albano Pantoja; Rafaela Rodrigues Alves; Richardsonn Nartan Lima Santos; Rodolfo Graeff da Silva; Saariane Arruda Bastos; Sarah Beatriz Pinheiro Brito; Talita Soares Godeau; Tereza Maria Pereira Bezerra; Thaís Lavinas Ferreira Werneck; Thaís Silva de Souza; Thomaz Antônio Martins Castro; Viviane Lino de Almeida; Wederson Roque de Assunção; e Zylk Ribeiro Oliveira.
Estudante expõe obras premiadas na Sociedade Brasileira de Belas Artes
A Faculdade de Artes da Ufam (Faartes) promoveu, entre os dias 16 e 20 de outubro, exposição de arte e cultura amazônica, com os objetivos de contemplar artistas de todo o Brasil e de ilustrar o imaginário e a cultura local, representados por artefatos e peças. Dentre os autores das obras exibidas, destaca-se a estudante finalista do curso de Artes Visuais, Hebe Sol, que expôs pinturas premiadas no Salão Feminino da Sociedade Brasileira de Belas Artes, no Rio de janeiro.
A amostra foi realizada no andar superior do Centro de Convivência do setor Norte do Campus Universitário, como parte do cronograma de atividades do XXIII Congresso Nacional da Associação Brasileira de Educação Musical (Abem).
A atividade foi viabilizada por meio de parcerias com outras instituições, que foram convidadas a participar, como a Associação de Mulheres do Mocambo do Arari, em Parintins, que utilizaram técnicas ceramistas para confeccionar vasos artesanais e vendê-los na exposição. Outro exemplo é o Instituto Dirson Costa, dedicado a oferecer cursos de formação artística nas áreas de pintura, marchetaria de quadros e xilogravura para indígenas. A entidade foi representada por quadros de artistas indígenas, como Dhiani Pa´saro.Vasos construídos por ceramistas foram apresentados.
Conforme afirma a coordenadora da amostra e docente do curso de Artes Visuais da Ufam, professora Roberta Valin, as parcerias fortalecem a relevância social da iniciativa. “Além da visibilidade proporcionada aos artistas expositores, é fundamental que a comunidade acadêmica e outros públicos diversos tenham acesso à educação artística e conheçam estas obras de arte. Categorizadas como artefatos indígenas ou de outras maneiras, todas levam o visitante a encontrar suas próprias interpretações”, constatou.
Instalação visual de autoria da pesquisadora, artista e docente da Faartes, professora Priscila Pinto, ‘A grande cobra mãe’ busca representar elementos presentes no animismo, na cultura e na mitologia indígena, tal como diversas outras obras e vieses de pesquisas elaboradas por ela, voltadas a essa temática. A representação possui rostos pintados em partes distintas do corpo do réptil.
'Encontro das águas', de Hebe Sol.Já ‘Encontro das águas’, da artista Hebe Sol, possui dualidade de significados – os rios Negro e Solimões contrapondo-se um ao outro, ilustrados nos cabelos de duas mulheres, uma negra e uma branca, para reafirmar a importância das diversidades racial e cultural dentro do contexto amazônico. A obra, feita em tinta acrílica sobre tela, foi premiada na 51ª edição do Salão Feminino da Sociedade Brasileira de Belas Artes, Rio de Janeiro.
Hebe Sol destacou sua autoafirmação enquanto artista ‘Naif’, termo usado para se referir a obras não atreladas aos moldes acadêmicos. “Antes de ingressar na Universidade, eu era autodidata, já produzia desenhos e pinturas e, portanto, já possuía um estilo próprio, cheio de manias”, esclareceu. Segundo ela, o curso teve crucial relevância em sua formação, pelo aprendizado de diversas técnicas e pela ampliação de conhecimentos. A modalidade Naif, porém, despertou seu interesse, motivo pelo qual já expôs trabalhos nas bienais de Florença, na Itália, e de Piracicaba (São Paulo), uma das mais concorridas da América Latina. “Acredito que sempre fui Naif, assim como Moacir de Andrade, que foi referência da Arte amazonense e se apresentou no mundo inteiro”, rememorou a estudante finalista.
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