Propesp divulga segundo edital de retificação sobre seleção de Projetos de Iniciação Científica

A Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (Propesp) torna público a segunda retificação referente ao Edital 008/2017 que trata da seleção de projetos de pesquisa para os Programas Institucionais de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) e de Apoio à Iniciação Científica (Paic), no campus de Manaus e campi do interior.

Ao todo serão 30 projetos financiados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Um dos destaques do edital de retificação é a nova data para a divulgação do resultado preliminar, marcada para o dia 30 de novembro (Acesse a retificação na íntegra).

A Propesp informa também que foram avaliados 56 projetos inscritos neste edital e que estão na fase de classificação, para posterior divulgação.

Informações: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. / (92) 3305 1181 Ramal 1496

 

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Daest realiza reunião com a empresa prestadora de serviços para o Restaurante Universitário

Na pauta foram apresentadas as reivindicações dos estudantes para melhoria da alimentação

Por Ismael dos Santos
Equipe Ascom

O Departamento de Assistência Estudantil (Daest), da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progesp), reuniu-se na manhã de terça-feira, 28, com os representantes da empresa M.J Restaurante Ltda, para apresentar as reivindicações dos estudantes voltadas para a melhoria da alimentação do Restaurante Universitário do Campus, discutidas na última reunião com os Centros Acadêmicos no dia 23 de novembro (Acesse).

Durante o encontro foram abordados o que cabe contratualmente à empresa para atender as sugestões dos alunos e a criação da Comissão de Elaboração do Regimento do Restaurante Universitário pelos Centros Acadêmicos e nutricionistas da universidade.

“A reunião foi positiva. Muitas das sugestões serão atendidas pela empresa, que se mostrou aberta ao diálogo e orientou que os estudantes procurem as nutricionistas da empresa nos restaurantes para dúvidas/sugestões/reclamações sobre as refeições, e assim melhorar o serviço prestado”, disse Mônica Barbosa, diretora do Daest.

Para a avaliação contínua do restaurante, o Daest solicita à comunidade estudantil que participe da pesquisa de satisfação pelo link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfAvv7fD_8BE4tJOQrIh7pbkb1rHboI7FQ19p1Dx9wieeKpJw/viewform

 

 

Alunos de Engenharia Química desenvolvem produtos alimentícios regionais

 
Por Carolina Lemos
Equipe Ascom

Alunos da disciplina Laboratório de Processos, finalistas do curso de Engenharia Química da Ufam, passaram pela experiência de empreender a partir da criação de novos produtos alimentícios com matérias-primas regionais. Como proposta de avaliação da disciplina, o professor Paulo Simonetti levou a turma a desenvolver a empresa fictícia 'Puxirum', em que os alunos também poderam aprender sobre precificação, elaboração de missão, visão e análise de mercado.

De acordo com o professor Paulo, a turma foi divida e cada grupo ficou responsável para trabalhar um setor da ‘empresa’ (vendas, produção, marketing), recebendo orientações sobre todas as etapas da criação de uma empresa e dos produtos a serem comercializados. Os alunos tiveram também o cuidado de adequar os produtos às normas regulamentares da Anvisa. As produções desenvolvidas pelos estudantes tiveram como matéria-prima frutas, plantas e outros itens regionais, alguns até não-convencionais, visando mostrar o potencial amazônico na gastronomia para além do que já se conhece.

Nesta terça-feira, 28 de novembro, os alunos envolvidos na disciplina apresentaram toda a pesquisa e análise feita para a criação e produção dos itens, e dispuseram para venda as geleias, sorvetes, patês, suplementos e condimentos. Sorvete de capim santo com tapioca, de abacaxi com jambu, geleia de manga com pimenta e banana com castanha, patê de tucumã e de tambaqui com murupi estão na lista de produções, que ainda tem condimento em pó para temperar peixes e um suplemento alimentar feito a partir de cará roxo e branco.

Para os alunos da disciplina Ian Monteiro, Igor Calixto e Sauro Carvalho, o trabalho foi muito construtivo: “Podemos integrar nossos conhecimentos específicos com noções de empreendedorismo, técnicas de vendas e análise de mercado, ampliando o horizonte para colegas que pensam em investir em negócios próprios”, afirmou Igor.  “Aprendemos as etapas e processos para a criação dos produtos, o que nos possibilitou colocar na prática o que aprendemos durante o curso”, declarou Igor. “Despertou para uma nova visão de mercado para os engenheiros químicos, ampliando o olhar para o potencial amazônico dos produtos, diversificando o que já é oferecido”, confirmou Sauro.

 

 

 

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