Novos alunos de Pedagogia Bilíngue (Português/Libras) são recebidos em aula inaugural

 
 
Por Carolina Lemos
Equipe Ascom

No último sábado, 10 de março, a Ufam recebeu os novos alunos do curso de Pedagogia Bilíngue (Português/Libras) para a aula inaugural. A recepção dos estudantes foi feita pela equipe do polo da Ufam, que apresentou o campus (biblioteca, restaurante, secretaria, sala de estudos, sala Revoluti) aos ingressantes e também explicou como se dá o acesso o acesso ao Ambiente Virtual de Aprendizagem (Disciplina de Ambientação).

Os estudantes navegaram por todas as ferramentas da plataforma e assistiram aos vídeos propostos, como o vídeo principal das trilhas, com a contagem regressiva de início do curso e animação dos polos.  

Após os alunos explorarem todas as ferramentas da plataforma onde irão cursar a graduação, os professores mediadores explicaram aos acadêmicos como funcionará a rede social no ambiente de estudos. Nessa rede social os estudantes poderão conhecer e interagir com alunos de todos os outros polos. 

Por fim, a atividade foi encerrada com uma confraternização entre todos os presentes, desejando boas-vindas aos novos universitários.

Faculdade de Informação e Comunicação gradua 50 novos profissionais

Por Marion Litaiff
Equipe Ascom

Na noite da última sexta-feira, 09, a Faculdade de Informação e Comunicação (FIC) graduou 50 novos profissionais oriundos dos cursos de Arquivologia, Biblioteconomia, Comunicação Social - Jornalismo e Comunicação Social - Relações Públicas em sessão solene de outorga de grau realizada no auditório Eulálio Chaves, localizado no setor sul da Universidade.

A cerimônia foi presidida pelo vice-reitor da Ufam, professor Jacob Moysés Cohen, acompanhado do diretor da FIC, Allan Soljenitsin Barreto. Também fizeram parte da mesa de honra a paraninfa do curso de Biblioteconomia, professora Guilhermina de Melo Terra, o paraninfo do curso de Jornalismo, professor João Bosco Ferreira, a paraninfa do curso de Relações Públicas, professora Judy Lima Tavares e o patrono do curso de Arquivologia, professor Leandro Coelho de Aguiar.

Em seu discurso, Fernanda Andrade de Almeida, eleita pelos alunos para ser oradora da noite, apontou a importância de cada um dos quatro cursos para a sociedade e se mostrou confiante diante do futuro profissional das turmas. “Arquivologia, Biblioteconomia, Jornalismo e Relações Públicas: cursos distintos, cada um com seus princípios, mas que têm em comum valores como a ética, representatividade e eternização de momentos. Todo aprendizado adquirido ao longo desses anos serviu para que pudéssemos estar aqui, firmando um compromisso íntegro e responsável com a informação. Hoje, a sensação é que quatro anos passaram voando, a saudade de encontrar os amigos todos os dias é evidente, mas, um sentimento é certo: cada um de nós está preparado para encerrar esse ciclo e enfrentar o mercado de trabalho”, afirmou a Relações-Públicas.

Para bacharela de Jornalismo, Valdeniza Vasques Silva, a cerimônia foi um momento marcante. "É uma noite de extrema alegria para todos, porque é o momento de reconhecimento da nossa trajetória dentro da Universidade e de gratidão a todos os envolvidos no processo de formação - professores, familiares, e amigos. É nossa saudação para a Ufam, que vai ser sempre nossa casa e sempre fará parte de nós. Só nos resta celebrar e, daqui pra frente, honrar nossos juramentos e fazer jus ao título pelo qual batalhamos.", disse a recém-formada.

O diretor da FIC, Allan Soljenitsin, lembrou que a mesma completa um ano no próximo dia 13 de março. “Isso aconteceu graças à luta de vários professores e alunos que estão aqui presentes. Desejo que vocês, agora arquivistas, bibliotecários, jornalistas e profissionais de Relações Públicas, sejam agentes transformadores e façam diferença, agindo com ética em favor de uma sociedade mais justa e igualitária. A partir de hoje vocês não fazem mais parte da Ufam, mas a Ufam nunca vai deixar de fazer parte de vocês”, disse o professor.

Assim como os outros professores que discursaram na colação, o vice-reitor da Ufam, professor Jacob Moysés Cohen abordou a importância da ética na vida profissional dos outorgados. “Quero juntar-me aos professores de vocês e desejar a todos felicidades. Que vocês nunca se afastem dos princípios da ética, e que exerçam sua cidadania. Vocês são agentes de transformação social, e, desde que entraram nesta Universidade, estão trabalhando com uma preciosidade chamada informação. Desejamos que, no momento que vocês exerçam suas profissões, tenham a ética como mandamento principal. E não esqueçam que vocês foram formados pela melhor Universidade da Região” disse Cohen, antes de convidar os formandos a procurarem cursos de pós-graduação na Ufam e declarar encerrada a cerimônia.

 

Confira a lista de formandos:

 

Curso de Arquivologia

Adne Laís Mendonça Ferreira

Jean Luís Dos Santos Batista

 

Curso de Biblioteconomia

Agueda Nogueira Ribeiro

André Luiz Avelino da Silva

Bruna de Freitas Ortiz

Emanuele Guimarães Miranda

Inês Cibele Nogueira Marinho

Lenieze Barbosa de Lira

Magnaura Mendonça dos Santos

Marcilene Oliveira Auzier Alves

Maryse Azevedo dos Santos

Mayara de Souza Almeida

Nagila Lana Gomes Saboia

Priscilla Cordeiro Soares

Priscilla Correia Carvalho

 

Curso de Comunicação Social - Jornalismo

Alexandre Magno Lucas Abreu

 Ana Luiza dos Santos Silva

Bruna Lucyanna Oliveira dos Santos

Felipe Pinto Moura

Izinha Toscano Machado

Juan Gabriel Brandão Justiniano

Larissa Cezar de Souza Cavalcante

Lia Dos Santos Souza

Lucas Vitor Alves Rodrigues Sena

Manuel Sebastian Roa Gomez

Nathalie Chaves Torres

Oswaldo de Oliveira Pantoja Neto

Pamela Euridice Da Silva Beleza Baltazar

Paula Fernanda Silva Carvalho

Paulo Andre Campos de Moura

Pedro Paulo Reis Batista

Priscila Maria Desideri de Oliveira

Rafaela Vianna Gonzalez Pazos

Rebeca Cardoso da Silva

Suelem Louize dos Santos Freitas

Thais Teófilo Do Nascimento

Valdeniza Vasques Silva

Vitoria de Liz Coelho Pinheiro

Vivaldo Alvarenga Lopes

 

Curso de Comunicação Social - Relações Públicas

Ana Flávia de Souza e Silva

Andreza Costa Góes

Bianca Alves de Oliveira

Débora Raissa Almeida Moussallem

Elizia Tainara Pereira Tavares

Fernanda Andrade de Almeida

 Joania Victoria Vasconcelos De Oliveira

 Julianne Pereira Correa

 Larissa Dantas Boaventura

Mateus da Silva Bento

Simone Abreu Ribeiro

Egressa de Arquitetura e Urbanismo desenvolve sistema habitacional para desabrigados

 
Por Carlos William
Equipe Ascom

A egressa do curso de Arquitetura e Urbanismo da Ufam, Marília Gomes de Sá Ribeiro, desenvolveu um modelo de abrigo emergencial para vítimas de desastres naturais. O projeto foi o primeiro do Amazonas a receber menção honrosa no concurso nacional Ópera Prima, destinado à seleção de trabalhos finais de graduação em Arquitetura e Urbanismo.

A arquiteta recém-formada competiu na categoria ‘Região 5’, composta pelos estados Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Orientado pelo professor Roger Pamponet, o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consiste na criação de um sistema habitacional efêmero para o atendimento temporário aos desabrigados em decorrência de desastres naturais, como enchentes e deslizamentos de terra. Idealiza-se um equipamento modular desmontável, cuja tipologia avarandada é aplicável tanto às unidades residenciais quanto aos usos complementares, como os comunitários e de lazer. São construções que elevam a residência em relação ao solo e se adaptam a diversas topografias, constituídas por peças estruturais de madeira laminada colada, intertravadas por elementos metálicos. 

 

Alternativa de suporte social

A implantação possui capacidade para 30 famílias compostas por até quatro habitantes por domicílio, sendo quatro o número ideal de pessoas necessárias para realizar a montagem e desmontagem de um módulo habitacional (em cerca de 8h), que possui 20.70m² em área útil. Já os módulos comunitários, utilizados para atividades de apoio social, totalizam uma área útil de 83.20m².

De acordo com as colocações de Marília Ribeiro, a relevância social da iniciativa é evidenciada pelo fato de acontecerem diversos desmoronamentos todos os anos e o problema, identificado em escala mundial, não é solucionado de forma satisfatória pelo Estado. Nestes casos, a Defesa Civil tem por obrigação o fornecimento de abrigos temporários às vítimas, porém os locais selecionados costumam ser escolas próximas ao local do desastre e as atividades acabam por ser interrompidas.

“Muitas pessoas ficam hospedadas em casas de parentes, igrejas, escolas, ou mesmo em áreas impróprias para construir edificações, o que resulta em falta de segurança, ausência de individualidade e, em alguns casos, em proliferação de doenças”, constatou Marília.

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