Novos alunos de Pedagogia Bilíngue (Português/Libras) são recebidos em aula inaugural
No último sábado, 10 de março, a Ufam recebeu os novos alunos do curso de Pedagogia Bilíngue (Português/Libras) para a aula inaugural. A recepção dos estudantes foi feita pela equipe do polo da Ufam, que apresentou o campus (biblioteca, restaurante, secretaria, sala de estudos, sala Revoluti) aos ingressantes e também explicou como se dá o acesso o acesso ao Ambiente Virtual de Aprendizagem (Disciplina de Ambientação).
Os estudantes navegaram por todas as ferramentas da plataforma e assistiram aos vídeos propostos, como o vídeo principal das trilhas, com a contagem regressiva de início do curso e animação dos polos.
Após os alunos explorarem todas as ferramentas da plataforma onde irão cursar a graduação, os professores mediadores explicaram aos acadêmicos como funcionará a rede social no ambiente de estudos. Nessa rede social os estudantes poderão conhecer e interagir com alunos de todos os outros polos.
Por fim, a atividade foi encerrada com uma confraternização entre todos os presentes, desejando boas-vindas aos novos universitários.
Faculdade de Informação e Comunicação gradua 50 novos profissionais
Na noite da última sexta-feira, 09, a Faculdade de Informação e Comunicação (FIC) graduou 50 novos profissionais oriundos dos cursos de Arquivologia, Biblioteconomia, Comunicação Social - Jornalismo e Comunicação Social - Relações Públicas em sessão solene de outorga de grau realizada no auditório Eulálio Chaves, localizado no setor sul da Universidade.
A cerimônia foi presidida pelo vice-reitor da Ufam, professor Jacob Moysés Cohen, acompanhado do diretor da FIC, Allan Soljenitsin Barreto. Também fizeram parte da mesa de honra a paraninfa do curso de Biblioteconomia, professora Guilhermina de Melo Terra, o paraninfo do curso de Jornalismo, professor João Bosco Ferreira, a paraninfa do curso de Relações Públicas, professora Judy Lima Tavares e o patrono do curso de Arquivologia, professor Leandro Coelho de Aguiar.
Em seu discurso, Fernanda Andrade de Almeida, eleita pelos alunos para ser oradora da noite, apontou a importância de cada um dos quatro cursos para a sociedade e se mostrou confiante diante do futuro profissional das turmas. “Arquivologia, Biblioteconomia, Jornalismo e Relações Públicas: cursos distintos, cada um com seus princípios, mas que têm em comum valores como a ética, representatividade e eternização de momentos. Todo aprendizado adquirido ao longo desses anos serviu para que pudéssemos estar aqui, firmando um compromisso íntegro e responsável com a informação. Hoje, a sensação é que quatro anos passaram voando, a saudade de encontrar os amigos todos os dias é evidente, mas, um sentimento é certo: cada um de nós está preparado para encerrar esse ciclo e enfrentar o mercado de trabalho”, afirmou a Relações-Públicas.
Para bacharela de Jornalismo, Valdeniza Vasques Silva, a cerimônia foi um momento marcante. "É uma noite de extrema alegria para todos, porque é o momento de reconhecimento da nossa trajetória dentro da Universidade e de gratidão a todos os envolvidos no processo de formação - professores, familiares, e amigos. É nossa saudação para a Ufam, que vai ser sempre nossa casa e sempre fará parte de nós. Só nos resta celebrar e, daqui pra frente, honrar nossos juramentos e fazer jus ao título pelo qual batalhamos.", disse a recém-formada.
O diretor da FIC, Allan Soljenitsin, lembrou que a mesma completa um ano no próximo dia 13 de março. “Isso aconteceu graças à luta de vários professores e alunos que estão aqui presentes. Desejo que vocês, agora arquivistas, bibliotecários, jornalistas e profissionais de Relações Públicas, sejam agentes transformadores e façam diferença, agindo com ética em favor de uma sociedade mais justa e igualitária. A partir de hoje vocês não fazem mais parte da Ufam, mas a Ufam nunca vai deixar de fazer parte de vocês”, disse o professor.
Assim como os outros professores que discursaram na colação, o vice-reitor da Ufam, professor Jacob Moysés Cohen abordou a importância da ética na vida profissional dos outorgados. “Quero juntar-me aos professores de vocês e desejar a todos felicidades. Que vocês nunca se afastem dos princípios da ética, e que exerçam sua cidadania. Vocês são agentes de transformação social, e, desde que entraram nesta Universidade, estão trabalhando com uma preciosidade chamada informação. Desejamos que, no momento que vocês exerçam suas profissões, tenham a ética como mandamento principal. E não esqueçam que vocês foram formados pela melhor Universidade da Região” disse Cohen, antes de convidar os formandos a procurarem cursos de pós-graduação na Ufam e declarar encerrada a cerimônia.
Confira a lista de formandos:
Curso de Arquivologia
Adne Laís Mendonça Ferreira
Jean Luís Dos Santos Batista
Curso de Biblioteconomia
Agueda Nogueira Ribeiro
André Luiz Avelino da Silva
Bruna de Freitas Ortiz
Emanuele Guimarães Miranda
Inês Cibele Nogueira Marinho
Lenieze Barbosa de Lira
Magnaura Mendonça dos Santos
Marcilene Oliveira Auzier Alves
Maryse Azevedo dos Santos
Mayara de Souza Almeida
Nagila Lana Gomes Saboia
Priscilla Cordeiro Soares
Priscilla Correia Carvalho
Curso de Comunicação Social - Jornalismo
Alexandre Magno Lucas Abreu
Ana Luiza dos Santos Silva
Bruna Lucyanna Oliveira dos Santos
Felipe Pinto Moura
Izinha Toscano Machado
Juan Gabriel Brandão Justiniano
Larissa Cezar de Souza Cavalcante
Lia Dos Santos Souza
Lucas Vitor Alves Rodrigues Sena
Manuel Sebastian Roa Gomez
Nathalie Chaves Torres
Oswaldo de Oliveira Pantoja Neto
Pamela Euridice Da Silva Beleza Baltazar
Paula Fernanda Silva Carvalho
Paulo Andre Campos de Moura
Pedro Paulo Reis Batista
Priscila Maria Desideri de Oliveira
Rafaela Vianna Gonzalez Pazos
Rebeca Cardoso da Silva
Suelem Louize dos Santos Freitas
Thais Teófilo Do Nascimento
Valdeniza Vasques Silva
Vitoria de Liz Coelho Pinheiro
Vivaldo Alvarenga Lopes
Curso de Comunicação Social - Relações Públicas
Ana Flávia de Souza e Silva
Andreza Costa Góes
Bianca Alves de Oliveira
Débora Raissa Almeida Moussallem
Elizia Tainara Pereira Tavares
Fernanda Andrade de Almeida
Joania Victoria Vasconcelos De Oliveira
Julianne Pereira Correa
Larissa Dantas Boaventura
Mateus da Silva Bento
Simone Abreu Ribeiro
Egressa de Arquitetura e Urbanismo desenvolve sistema habitacional para desabrigados
A egressa do curso de Arquitetura e Urbanismo da Ufam, Marília Gomes de Sá Ribeiro, desenvolveu um modelo de abrigo emergencial para vítimas de desastres naturais. O projeto foi o primeiro do Amazonas a receber menção honrosa no concurso nacional Ópera Prima, destinado à seleção de trabalhos finais de graduação em Arquitetura e Urbanismo.
A arquiteta recém-formada competiu na categoria ‘Região 5’, composta pelos estados Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.
Orientado pelo professor Roger Pamponet, o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consiste na criação de um sistema habitacional efêmero para o atendimento temporário aos desabrigados em decorrência de desastres naturais, como enchentes e deslizamentos de terra. Idealiza-se um equipamento modular desmontável, cuja tipologia avarandada é aplicável tanto às unidades residenciais quanto aos usos complementares, como os comunitários e de lazer. São construções que elevam a residência em relação ao solo e se adaptam a diversas topografias, constituídas por peças estruturais de madeira laminada colada, intertravadas por elementos metálicos.
Alternativa de suporte social
A implantação possui capacidade para 30 famílias compostas por até quatro habitantes por domicílio, sendo quatro o número ideal de pessoas necessárias para realizar a montagem e desmontagem de um módulo habitacional (em cerca de 8h), que possui 20.70m² em área útil. Já os módulos comunitários, utilizados para atividades de apoio social, totalizam uma área útil de 83.20m².
De acordo com as colocações de Marília Ribeiro, a relevância social da iniciativa é evidenciada pelo fato de acontecerem diversos desmoronamentos todos os anos e o problema, identificado em escala mundial, não é solucionado de forma satisfatória pelo Estado. Nestes casos, a Defesa Civil tem por obrigação o fornecimento de abrigos temporários às vítimas, porém os locais selecionados costumam ser escolas próximas ao local do desastre e as atividades acabam por ser interrompidas.
“Muitas pessoas ficam hospedadas em casas de parentes, igrejas, escolas, ou mesmo em áreas impróprias para construir edificações, o que resulta em falta de segurança, ausência de individualidade e, em alguns casos, em proliferação de doenças”, constatou Marília.
Início








