Revalida 2016 convoca candidatos

A Comissão de Exames e Provas de Revalidação de Diploma Médico Estrangeiro da Faculdade de Medicina da Ufam informa aos candidatos aprovados no Revalida 2016, que deverão comparecer na sala da diretoria da Faculdade de Medicina da Ufam, no dia 13 de fevereiro de 2017, das 9h às 13h, com a documentação exigida (lista abaixo) para dar início ao processo de homologação do resultado de aprovação.          

 

Lista de documentos a serem apresentados pelos candidatos

 

·         Cópia do Resultado Final divulgado por CPF;

·         Cópia do Resultado Final - INEP o CPF;

·         RG ou RNE;

·       Cópia do Certificado de Proficiência na Língua Portuguesa – CELPEBRAS;

·         Cópia do Diploma a ser revalidado, devidamente traduzido;

·         Comprovante de Residência;

·         Procuração por Instrumento Particular (se necessário)

Anexos:
Fazer download deste arquivo (Docs para Revalida 2016.pdf)Veja Lista de documentos[ ]415 kB

Reitora recebe visita do Embaixador da Hungria e fortalece parcerias

Na manhã desta quinta-feira (2), a reitora da Ufam, professora Márcia Perales Mendes Silva, juntamente com os pró-reitores, professores Gilson Monteiro (Pesquisa e Pós-graduação), Socorro Chaves (Inovação Tecnológica) e o assessor de Relações Institucionais e Interinstitucionais, professor Naziano Filizola, recebeu a visita do Embaixador da Hungria no Brasil, Norbert Konkoly, e a conselheira comercial do escritório consular da embaixada húngara em São Paulo, Zsuzsanna László. 

O objetivo da visita do Embaixador foi conhecer experiências da Ufam nas áreas de ensino-pesquisa-extensão-inovação na região amazônica, fortalecer parcerias, e apresentar novas oportunidades de participação da Ufam em projetos acadêmico-científicos com as universidades húngaras.

Durante o encontro os professores citaram para Norbert algumas pesquisas da Ufam premiadas no Brasil e também em outros países, e a presença da Universidade em outros municípios do Amazonas, por meio dos cinco campi, facilitando o acesso democrático e gratuito da população aos cursos de graduação e pós-graduação. Todas essas ações só foram possíveis por meio das diversas parcerias da Ufam com outras instituições.  

“Temos muitos parceiros. E agora a presença de vocês [Embaixada da Hungria], hoje, é muito importante para Ufam pois abre perspectivas de novas parcerias. Temos todo o interesse em ampliá-las com vocês pois entendemos que sozinho não é possível. Quando conseguimos algum em comum, e convergirmos, muitos se beneficiam desse processo. E é assim que vemos as parcerias. A Ufam defende e trabalha com dois princípios: excelência acadêmica com compromisso social”.

Para o Embaixador, a visita foi satisfatória. “Fiquei muito feliz com essa visita, a primeira para mim, no sentido bilateral. Aqui encontrei um ambiente muito criativo, com muitos projetos sociais e tecnológicos. Então vim fortalecer as relações educacionais e de pesquisa entre a Ufam e as universidades da Hungria. Temos boas relações graças ao Programa Ciências sem Fronteiras. Espero que o intercâmbio de estudantes e professores da Ufam com as universidades da Hungria seja um motor para o desenvolvimento entre nossas gerações com a Amazônia, e a Universidade. Estou aqui para colocar a Ufam mais próxima dos líderes da Hungria”, sublinha Norbert Konkoly.     

“Migrar é um processo de ruptura de mundo”, afirmou a professora Maria Catarina Zanini em palestra sobre migrações

Professora Maria Catarina ZaniniProfessora Maria Catarina ZaniniO Museu Amazônico, em conjunto com o Núcleo de Estudos de Políticas Territoriais na Amazônia (NEPTA) e o Grupo de Estudos Migratórios na Amazônia (GEMA) promoveram nesta manhã de quinta-feira, 2, no ICHL, a conferência “Novas abordagens nos estudos migratórios: questões metodológicas”,  da professora do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Santa Maria -UFSM-, Maria Catarina Zanini. A mesa de abertura contou com a participação do coordenador do grupo GEMA, professor Sidney Antônio da Silva e da professora do Departamento de Ciências Sociais da Ufam, Mariana Galuch.

Um tema que tem sido exposto atualmente com maior freqüência em diversas frentes (acadêmicas, na mídia tradicional, nas redes sociais, entre outras) são os processos migratórios. O tema já é antigo, mas ganhou força nos últimos anos em razão de diversos eventos ocorridos, principalmente na Europa, com desdobramentos trágicos. A compreensão do fenômeno é colocada de forma generalizada e por muitas vezes suas dinâmicas são negligenciadas.  

Conforme a professora Maria Catarina Zanini, o processo migratório é um fenômeno complexo que pode ser visto do ponto de vista micro, macro estrutural, de questões subjetivas ou objetivas e que podem ser compreendidos a partir de alguns aspectos dos deslocamentos. “É um fenômeno muito complexo. Pode ser visto do ponto de vista micro, macro estrutural, de questões mais subjetivas ou mais objetivas. A proposta é apontar algumas metodologias pra que se possa, fazendo recorte de estudo, chegar mais perto de uma compreensão de alguns aspectos deste processo (Como ele se dá? Quais são suas dinâmicas? Por que ocorre? Como está ocorrendo?). É nesse sentido que a mobilidade contemporânea passa a ser compreendida. As dificuldades para entendê-la estão enraizadas no processo histórico das sociedades”, disse a palestrante.

“A importância do tema exposto extrapola o interesse puramente acadêmico por tratar de questões socioeconômicas e culturais atuais, de dimensão global, que exigem tomadas de decisões pelos Estados Nacionais para promoção de justiça social para aqueles que necessitam migrar em busca de seu bem-estar”, destacou a diretora do Museu Amazônico, professora Maria Helena Ortolan.

Os movimentos migratórios contemporâneos têm características fundamentadas nas novas formas do capitalismo. São dinâmicas também das Mesa de abertura da palestraMesa de abertura da palestranovas formas culturais que se dão em nível global. “Não se pode generalizar o que leva uma pessoa a migrar. São diversos elementos que envolvem o processo em todo o mundo. Afirmar que o fator econômico é que leva uma pessoa a se deslocar de lugar para o outro é ingenuidade. A migração sempre é uma perspectiva de melhorar as condições das pessoas e envolve diversos elementos. Migrar é um processo de ruptura de mundo, de processos de identificação. Quem emigra nunca volta o mesmo”, ressaltou a professora Maria Catarina Zanini.  

BCMath lib not installed. RSA encryption unavailable