Divulgada lista definitiva de selecionados para a Operação Palmares do Projeto Rondon
A banca selecionou oito titulares e quatro suplentes para o projeto 2018
Nesta sexta-feira, 27, foi divulgado o Resultado Final dos discentes selecionados para participarem na Operação Palmares do Projeto Rondon, que será realizada em julho deste ano, no município de Jequiá da Praia, em Alagoas. A lista contempla 12 nomes, sendo oito titulares e outros quatro suplentes.
Confira a lista final, por ordem alfabética: Ana Paula de Souza Lima (Titular); Bruna Lima Queiroz (Titular); Elyson Enrique C. Moraes (Titular); Gabriel A. Barros (Suplente); Gabriela Amaral de Sousa (Suplente); Helyton Siqueira Figueira (Titular); Lázara Gabriela Oliveira Silva (Titular); Lorena Beckman Britto (Suplente); Mariana Serrão dos Santos (Titular); Patrícia Souza Lima Aguiar (Titular); Rafaela Brandão dos Santos (Suplente); e Raíssa Almeida Souza Reis (Titular).
Leia o Edital nº 1/2018 para esclarecer as dúvidas remanescentes e, para mais informações, envie e-mail para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..
Sobre o Projeto
Desenvolvido pelo Ministério da Defesa, o Projeto Rondon realizou sua a primeira operação em 1967, no Rio de Janeiro. Desde o início o projeto teve a participação de professores e alunos de universidades públicas e privadas como agentes de suas ações.
Em 1989 o projeto foi paralisado, tendo sido retomado em 2005, com o mesmo perfil de início. Anualmente, o Ministério da Defesa realiza duas operações nos períodos de férias. Em 2018, ocorrem as Operações Palmares (Alagoas) e Pantanal (Mato Grosso).
A Ufam participará da ação promovida no estado litorâneo. Serão atendidos 15 municípios em Alagoas. Todos eles receberão duas universidades, uma representa o conjunto A e outra, o B. O conjunto A trabalha com Educação, Direitos Humanos & Justiça, Saúde, e Cultura. A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) será a parceira da Ufam compondo o conjunto B que trabalha Produção e Trabalho, Comunicação, Tecnologia e Meio Ambiente. Há duas equipes com dez integrantes cada, sendo dois professores e oito alunos.
De acordo com o Ministério da Defesa, o Projeto Rondon é uma poderosa ferramenta de transformação de universitários e das comunidades beneficiadas. Saiba mais: www.projetorondon.defesa.gov.br.
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Saúde e Segurança do Trabalho no serviço público no Amazonas: um debate necessário
Procedimentos de prevenção são prioritáriosEm caso de acidentes ocorridos na Ufam, o procedimento correto é encaminhar a vítima ao Centro de Atenção Integral à Saúde (Cais) para receber o primeiro atendimento
Promovida pelo Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor (Siass), em parceria com o Departamento de Saúde e Qualidade de Vida da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (DSQV/Progesp), a mesa-redonda intitulada ‘Saúde e Segurança do Trabalho no serviço público no Amazonas’ foi realizada na tarde desta quinta-feira, 26, no auditório Paulo Burnheim, localizado no setor Sul do Campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).
Ao fazer referência ao Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças no Trabalho, a que será em 28 de abril, o objetivo da iniciativa foi o de pontuar os principais riscos dessa natureza, para, em seguida, apresentar os mecanismos adotados para prevenção e sugerir novas formas de conscientização sobre a importância do tema.
Para debater sobre o assunto, membros de órgãos públicos diretamente ligados à prevenção e ao atendimento de saúde e segurança do trabalhador participaram da atividade. Estiveram presentes, ainda, servidores públicos, profissionais de segurança no trabalho, profissionais de saúde, trabalhadores terceirizados da Ufam, estudantes e demais interessados da comunidade acadêmica.
Técnico em Segurança do Trabalho do DSQV, Wanderson Viana afirma que os procedimentos para garantir a segurança e saúde de servidores da Universidade são embasados nas diretrizes regidas pela Ergonomia, ciência que estuda a adaptação do trabalho ao homem e não mais do homem ao trabalho, como ocorria em épocas anteriores.
Segundo ele, uma das principais medidas adotadas em laboratórios de pesquisa, hospitais universitários, ambulatórios e outros espaços é a biossegurança, que reúne processos com o intuito de evitar o risco de contaminação durante as atividades que envolvem o manuseio de produtos químicos, materiais hospitalares possivelmente contaminados e objetos cortantes.
Prevenção e precaução
A ginástica laboral é uma medida de prevenção de doenças do trabalho"A prevenção abrange o uso de equipamentos de proteção coletiva, a exemplo de sistemas de exaustão e chuveiros para olhos, estes utilizados em casos de contaminação ocular, além de isolamento da radiação, imunização, higienização dos locais e realização de exames periódicos, para verificar se a precaução está sendo eficaz”, detalhou.
Wanderson constatou que muitos acidentes estão relacionados a lesões nos músculos, ossos e tendões, além de distúrbios psicológicos. “Esse fato demanda a implantação da ginástica laboral, de pausas durante o expediente e da manutenção de um ambiente de trabalho livre de conflitos”, observou.
De acordo com dados do Centro de Referência Estadual em Saúde do Trabalhador (Cerest), 179 afastamentos de trabalhadores foram registrados por doenças na coluna vertebral em 2017, 81 por doenças musculares e 163 por transtornos mentais.
Para o enfermeiro e diretor do Cerest, Clodoaldo Almeida, é necessário conhecer os riscos por meio da análise epidemiológica e das condições em ambientes ocupacionais, a fim de antecipar soluções e prevenir danos. “Precisamos discutir possíveis mudanças nos processos de trabalho em busca de alternativas sociais e tecnológicas”, complementou Clodoaldo.
Em caso de acidentes ocorridos na Ufam, o procedimento correto é encaminhar a vítima ao Centro de Atenção Integral à Saúde (Cais), localizado no setor Sul do Campus, ao lado do auditório Paulo Burnheim, para atendimento médico. Contato: (92) 3305-4226 / 4227.
Abril Verde
O Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho foi instituído em razão do acidente que matou 78 trabalhadores em mina no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, em 1969. Também no dia 7 de abril é comemorado o Dia Mundial da Saúde. Por isso, o mês de abril foi adotado como período para lembrar a data e atuar para a melhoria da qualidade de vida das pessoas em ambientes de trabalho.
No Brasil, em maio de 2005, foi promulgada a Lei No. 11.121, criando o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho.
Ufam e Cetam planejam qualificação de Agentes Indígenas de Saúde e de Saneamento no AM
Por Ismael dos SantosA partir do dia 26 de maio, professores e técnicos da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam) participam do primeiro de quatro módulos de cursos para a qualificação de 1.530 Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e de Saneamento (AISAN) em sete Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dseis), que englobam os 62 municípios do Amazonas.
No dia 26 de abril, as equipes se reuniram no Departamento de Políticas Afirmativas (DPA) da Pró-reitoria de Extensão (Proext) para discutir o planejamento estratégico de execução do primeiro módulo, no âmbito do qual serão atendidos municípios do entorno de Manaus (Iranduba, Manacapuru, Rio Preto da Eva, entre outros).
O projeto de qualificação de agentes indígenas é composto por quatro módulos, sendo que dois estão previstos para 2018 e dois para 2019. Os professores selecionados para a capacitação devem ficar entre 10 e 15 dias em locais como escolas e aldeias indicados pelo Ministério da Saúde, por meio da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), pela Ufam e pelo Cetam.
Expertise
Para a coordenadora do projeto na Universidade, professora Cláudia Guerra, diretora do DPA-Proext, os indígenas estão na expectativa pela qualificação. “Eles aguardam há mais de 20 anos, então, existe uma grande perspectiva deles em relação aos cursos. Ufam e Cetam vão entrar em áreas nas quais poucas instituições adentraram. Estamos com uma equipe grande, formada por biólogos, antropólogos, enfermeiros e médicos. É o primeiro curso do País com tal escopo, e queremos que seja um modelo”, observou a professora Guerra.
Já para o diretor da Escola de Saúde do Cetam, Salatiel Gomes, a expertise das instituições parceiras em trabalhos com as populações tradicionais é fundamental para o sucesso do projeto. “O Cetam tem uma experiência na educação profissional e a Ufam tem uma experiência imensa no ensino, na pesquisa e na extensão, de modo que unimos forças para que o projeto seja relevante para os indígenas”.
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