Sistema de Bibliotecas da Ufam avalia processos de reconhecimento de graduação

O Sistema de Bibliotecas da Ufam realizou, no último dia 31 de julho, reunião para discutir o papel da biblioteca no processo de reconhecimento de cursos de graduação quando é efetuado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
A ideia foi reunir pessoas envolvidas com este processo na Universidade. Estiveram na reunião a Procurada Institucional junto ao INEP/MEC, Sigrid Inhamuns Pinheiro, a Diretora do Departamento de Apoio ao Ensino (DAP), da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesp), professora Rozana de Medeiros Sousa Galvão e a representante da Comissão Própria de Avaliação com os bibliotecários da Capital e do Interior, professora Valdete Carneiro, que pontuaram critérios de avaliação institucional cuja demanda tem aspectos específicos das bibliotecas da Ufam.
Na ocasião, a avaliadora do INEP desde 2000, professora Luiza Bessa, relatou suas experiências, apresentando critérios de avaliação para as bibliotecas tomando como base as orientações emanadas pelo INEP.
O evento contou com a presença de 27 bibliotecários, sendo quatro das Unidades do Interior que expressaram no instrumento de avaliação a importância da reunião para o desempenho de suas atividades.
Alunas da rede pública de Iranduba descobrem o mundo da Química
As estudantes participam de projeto que visa estimular a participação de mulheres no universo científico em áreas dominadas por homens. No dia 25 de agosto, as jovens cientistas apresentarão um pouco do que aprenderam em evento sobre Química Forense.
ICET de Itacoatiara destaca atividades do Primeiro Simpósio de Terapia Social do Médio Amazonas
O Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia de Itacoatiara (ICET) realizou nos últimos dias 29 e 30 de julho, o Primeiro Simpósio de Terapia Social do Médio Amazonas. O evento teve a coordenação dos professores Pierre André de Souza e Keyla Emanuelle Ramos da Silva e contou com a participação de aproximadamente 200 pessoas.
Na programação, foram ministradas palestras diversas, expondo diferentes metodologias e abordagens sobre terapias voltadas para a qualidade de
vida, reintegração social de drogados e pessoas vítimas de depressão.
O tratamento de dependentes químicos com o uso da ayahuasca foi tema de palestra proferida pelo presidente do Instituto Hermes, o médico psiquiatra Wilson Gonzaga que relatou sobre o trabalho desenvolvido na década de 80 com moradores de rua no centro da cidade de São Paulo.
Para o psiquiatra, a ayahuasca ajuda no tratamento e é responsável na transformação do paciente. “A ayahuasca busca ampliar a consciência, isto é, alcança um estado mental que permite uma reflexão profunda, semelhante à meditação”, explica.
Outro destaque da programação foi a palestra `Hipnose e Ayahuasca como ferramenta na cura de adictos´ proferida pela co-fundadora do Instituto Vidas Libertas (IVL), doutora Suely Moraes.
Na apresentação Suely Moraes relatou a história do IVL Libertas e a forma de atuação no tratamento de usuários de drogas em Manaus. Segundo ela, o tratamento dura de três a seis meses, envolve o uso do chá da ayahuasca, a musicoterapia e a hipnoterapia, cujo objetivo é resgatar a autoestima do paciente como também realizar o tratamento dos familiares, possibilitando a retroalimentação do dependente e vice-versa
O mini curso `Ritos e Terapias de Grupo´ ministrado pelo Presidente da Associação Brasileira de Etnospsiquiatria e Psiquiatria Cultural do Brasil e coordenador das Terapias Sociais em Florianópolis, o psiquiatra Marcos de Noronha mereceu destaque no evento.
Na ocasião, o psiquiatra lança o livro `Terapia Social: fatores socioculturais para o conhecimento e tratamento das
doenças mentais´, editado pela editora Letras Contemporâneas. O grande diferencial do livro é a linguagem utilizada pelo autor, que faz comparações com antecedentes intelectuais e escreve de forma descontraída sobre temas tão sérios quanto são as nossas mazelas psicológicas.
Segundo Noronha, a terapia social procura contextualizar o problema apresentado pelo paciente e, em seguida, compor com outros recursos sociais, para consolidar o tratamento.
Ele garante que “pacientes e terapeutas devem colocar opiniões sobre fatos e pessoas, fazendo prevalecer uma troca de experiências, tornando as terapias sociais momentos de maior interação, diminuindo as resistências e proporcionando uma aceitação mais natural do diálogo”.
Noronha afirma que o uso dessas terapias podem auxiliar no tratamento de paciente, assim como, servir de instrumentos para a transformação social. “A terapia Social tem um objetivo maior e mais amplo e pretende despertar o homem do futuro como um ser integral, mais humano”, afirmou.
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