Protec retifica edital de seleção do Programa de Inovação Tecnológica (PAITI)
A Pró-Reitoria de Inovação Tecnológica (PROTEC) comunica retificação no Edital nº 001/2014/PROTEC/UFAM, referente à Seleção de Projetos do Programa de Iniciação Tecnológica (PAITI). As inscrições seguem até o dia 3 de novembro. O programa tem o objetivo de estimular pesquisadores a envolverem estudantes de graduação nas atividades científicas, tecnológicas e de inovação na UFAM; despertar vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes de graduação e contribuir para a formação de recursos humanos para a pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação. As inscrições seguem até o dia 3 de novembro.
Ufam participa dos Jogos Universitários Brasileiros
Na 62ª edição, os Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) é o maior evento esportivo da América Latina. Cerca de 4.500 pessoas, entre atletas, técnicos e organizadores, estarão em Aracaju (SE), entre os dias 30 de outubro a 9 de novembro, competindo em 11 modalidades esportivas. A participação de 28 atletas de diferentes cursos da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) pode garantir medalhas nos Jogos.
Professora ministra palestra sobre crime e punição
Professora Marilene da Silva, da UERJRelatando sua experiência através da pesquisa “O discurso político-jurídico da prisão 1830-1940”, a professora Marilene Rosa Nogueira da Silva, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ, ministrou palestra com o tema “A Imagem e seus ditos: em foco, a Galeria dos Condenados da Corte” aos alunos do Programa de Pós-graduação de História na última quarta (22).
A professora trouxe para debate questões sobre Punição e Controle, que tem a preocupação acadêmica e social de refletir sobre os espaços da punição e seus discursos. Pensando: ‘Para quem a Casa de Correção é direcionada?’ E qual sua funcionalidade?’. A Casa de Correção segundo as fontes e a historiografia sobre o assunto é o lócus de reeducação dos marginalizados da sociedade imperial. “Nesses tempos o pensamento era de que o crime é doença”, pontua a professora.
Marilene da Silva também incentivou os discentes a se aventurar pelos caminhos incertos da pesquisa: “Pensar dói, é um exercício de se quebrar por dentro, um eterno estado de inquietação. A pesquisa é também abandonar caminhos pré-definidos e seguir outros. Existem inúmeras possibilidades e, assim, surgem novas matrizes discursivas”.
Início








