VIP recebe alunos do Palas Atena na sexta, 2 de outubro
Os alunos do 3º ano do ensino médio do colégio Palas Atena, situado no Parque 10 de Novembro, visitam o Campus Universitário Senador Arthur Virgílio Filho nessa sexta-feira, 2, pela parte da manhã, com o objetivo de conhecer a dinâmica institucional de uma universidade pública federal. A visita faz parte da programação da escola em apresentar futuros locais em que os estudantes poderão fazer um curso de ensino superior de qualidade. Participam da visitação 16 alunos que almejam se tornar acadêmicos da Universidade no ano de 2016.
Os visitantes serão recepcionados pela coordenação do VIP que programou um roteiro levando em consideração a solicitação do setor de Orientação Educacional, representado pela pedagoga Cris Miranda. Os estudantes estarão acompanhados pela coordenadora pedagógica e por professores do colégio.
Os alunos serão recebidos no auditório Eulálio Chaves pela coordenadora do Programa, professora Célia Carvalho, em que será feita uma apresentação sobre a UFAM. Em seguida, visitarão o Laboratório de Anatomia, o setor de Segurança do Campus, o Instituto de Ciência da Computação, a Faculdade de Direito e o Laboratório de Serigrafia do curso de Design.
A visita possibilita aos possíveis futuros acadêmicos um olhar diferenciado sob a relevância da Instituição no contexto amazônico, bem como destaca aimportância de se ingressar em curso de nível superior, em especial em uma universidade pública federal.
O VIP já recebeu diversificados grupos de visitantes, como comunidades indígenas, estudantes da Ufam, docentes e discentes da rede pública e privada de ensino, de universidades estrangeiras, intercambistas, dentre outros visitantes.
Sobre o VIP
Desde 2008, o Programa possibilita aos públicos interno e externo da Universidade um conhecimento maior sobre o funcionamento da instituição, apresentando as ações e as atividades desenvolvidas pelos seus diversos setores. Além disso, o visitante pode observar toda a dinâmica da instituição, por meio de visitas aos laboratórios, bibliotecas, cursos e também aos projetos de pesquisa e extensão. O VIP é coordenado pela professora Célia Carvalho, do departamento de Comunicação Social, com o apoio do técnico do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL), Sebastião Simplício. As visitas podem ser agendadas via e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
`Tratamento de Resíduos da UFAM´ encerra série de debates ambientais de setembro no CCA
Todas às terças-feiras de cada mês, o Centro de Ciências do Ambiente da UFAM realiza uma série de palestras vinculadas ao projeto `O Ambiente Além da Sala de Aula: Debate Ambiental´. No mês de setembro o assunto principal foi `Resíduos: questão política ou cultural?´. Os temas abordados ao longo do mês foram:`A política de resíduos sólidos implementada no Amazonas´ (08/09); `Lixo: um problema cultural?´ (15/09); `Novas tecnologias de cuidado e tratamento de resíduos´ (22/09).
Finalizando a última terça de setembro (29), foi a vez do debate ambiental `O Tratamento de Resíduos da UFAM´, ministrada pela professora Karime Bentes, do departamento de Química da Universidade. Em sua palestra, a Docente apresentou a atual política ambiental da UFAM para o tratamento dos resíduos sólidos, iniciada a partir de 2012.
Segundo Karime, antes daquele ano já haviam discussões dentro da Academia sobre os resíduos gerados. Como resultado, o Comitê Gestor Ambiental, formado por pró-reitores e diretores de unidades, decidiu criar o Sistema Integrado de Gestão Ambiental (Siga), marco zero da política ambiental da UFAM, cujo um dos instrumentos é a gestão de resíduos sólidos.
Ações emergenciais
Em 2014 a UFAM passou a fazer um diagnóstico dos seus resíduos gerados em Manaus, para a tomada de ações emergenciais. “O Siga, em sua concepção, já tinha um formulário de diagnóstico. Ele foi adaptado para o momento atual, e depois enviado para todas as unidades da UFAM em Manaus, pra que esse formulário fosse devolvido e nós pudéssemos ver os níveis críticos, necessários para a ação emergencial”, explica Karime.
Com base no diagnóstico, a UFAM começou um trabalho de recolhimento de resíduos químicos perigosos, e recicláveis. O público presente no debate teve a oportunidade de ver fotos das ações emergências, realizadas nos setores norte e sul do Campus, no segundo semestre de 2014. Os materiais foram recolhidos por empresas certificadas junto aos órgãos ambientais. Para karime, essa foi uma ação que precisa ser contínua. “Estamos tentando fazer uma previsão, um planejamento, da quantidade de resíduos gerados semestralmente, pra que tenhamos um calendário de recolhimentos em cada unidade, de acordo com sua demanda. Em 2014 foram três recolhimentos ao longo de seis meses. Este ano faremos mais. Nos campi da UFAM no interior, o diagnóstico está sendo levantado”, ressalta a Pesquisadora.
Outras ações
Além do formulário de diagnóstico, o próximo a ser aplicado é sobre percepção ambiental na vizinhança da UFAM (bairros próximos ao Campus). Outra atividade já em andamento é um Manual de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Perigosos, elaborado pelo Departamento de Química. Em todos os laboratórios, por exemplo, deverá constar um conjunto de avisos sobre quais compostos orgânicos podem ser descartados na pia. O Manual é um dos trabalhos presentes no Plano de Gestão de Resíduos Sólidos, que contempla toda uma cadeia de administração de resíduos desde a geração até sua destinação final.
Também estão previstos os lançamentos de dois editais: um para Recicláveis, em atendimento ao Decreto 5940/06 (trata da separação dos resíduos recicláveis descartados por órgão e entidades federais, e sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de matérias recicláveis), e o outro para Produtos Perigosos, atendendo a Lei 12.305/10, da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Ambos os editais foram propostas elaboradas pelo Comitê Gestor Ambiental.
No campo da orientação acadêmica sobre resíduos, atualmente são orientados quatro bolsistas de Programa Institucional de Bolsas de Extensão (Pibex), e um bolsista do Programa de Apoio à Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Paiti). Concomitante, está sendo elaborada pela Comissão, a criação de um doutorado em Resíduos Sólidos.
No campo da capacitação, será realizado, em ação conjunta com a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (ProGesp), um ciclo de treinamentos dos servidores quanto à triagem, armazenamento e descarte de resíduos sólidos. Esse treinamento também se estenderá à empresa de serviços gerais, e aos alunos de pós-graduação.
Já na captação de recursos para a Gestão de Resíduos Sólidos na UFAM, foi elaborada uma proposta de Programa Institucional de Bolsas de Extensão (Pibex) que contempla quatro bolsas, e aprovada uma Ação Curricular de Extensão (ACE), que busca a capacitação de membros de associações e cooperativas para reciclagem de óleo de fritura residual. Também está em fase de correção a proposta de criação de um Programa de Extensão destinado ao tema Resíduos Sólidos.
Próximos Debates Ambientais
No mês de outubro, a série de debates ambientais continua. Desta vez a temática será `Fragmentos Verdes Urbanos´. Confira as palestra na notícia abaixo:
Time da UFAM leva a melhor e lidera classificação feminina na final brasileira da Maratona Brasileira de Computação
Equipe da UFAM ficou em primeiro lugar na disputa com times exclusivamente femininos de todo o Brasil na etapa classificatória para as finais da Maratona Brasileira de Programação, que aconteceu no último dia 12.
Victoria Patrícia, Nadny Dantas e Ana Vitória Cordeiro são estudantes do Instituto de Computação (Icomp), do curso de Bacharelado em Ciência da Computação, e formam o time UFAM-IComp-PowerPink, classificado para as finais brasileiras. O Instituto da UFAM sediou a competição no Amazonas. No Brasil, foram oito equipes formadas somente por meninas que participaram da primeira fase da disputa. A final da competição ocorre nos dias 13 e 14 novembro em São Paulo.
“Estar na final da maratona foi algo surpreendente. Não esperávamos que isso fosse acontecer. Quisemos participar apenas para testar nossos conhecimentos e também porque gostamos de competições e a dinâmica é muito bacana”, revelou Victória Patrícia. “Estamos estudando para a final, resolvendo várias questões no estilo da maratona e conteúdos mais avançados para nos ajudar a resolver um maior número de questões. Esperamos superar nosso próprio desempenho e surpreender positivamente”, expôs a competidora.
O resultado da primeira fase foi divulgado na última sexta-feira, dia 25, pela Sociedade Brasileira de Computação, responsável pela organização do campeonato. Ao todo, 62 times de todo o país participam da final brasileira.
“Foi uma surpresa muito grande a classificação do time de meninas, pois elas participaram como uma experiência apenas. Embora sejam muito novas – elas completaram 18 anos recentemente - são alunas muito capazes e diferenciadas. Elas não tinham se preparado especificamente para a Maratona e ainda não viram conteúdos avançados cobrados na prova da maratona”, disse a coordenadora regional da maratona de computação, Rosiane de Freitas, que também é professora do Icomp da UFAM.
REGRAS
A distribuição das vagas dos times que concorrem na fase final brasileira é estabelecida dentro de alguns critérios, entre eles: 25% das vagas atribuídas aos times de melhor desempenho na primeira fase, 65% das vagas atribuídas por representatividade pelo país, pelo tamanho da sede e 10% das vagas atribuídas a casos de exceção, pelo Comitê Diretor.
Portanto, a classificação das 62 equipes foi distribuída assim: 19 times pela regra 1 (todos os que resolveram 8 ou mais questões - de 12 questões existentes, sendo no máximo 2 times por escola em qualquer regra); 37 times pela regra 2 (sedes com pelo menos 10 times de 5 escolas diferentes - na sede Manaus-AM tínhamos direito a 1 vaga para a final brasileira); seis times pela regra 3: o melhor time da instituição anfitriã (IBTA - São Paulo-SP), o melhor time formado apenas por meninas (UFAM, Manaus-AM), os melhores times dos estados ainda não representados na final: Alagoas, Sergipe, Tocantins e Rondônia.
Colaboração de Mariane Cruz
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