Evento de encerramento do minicurso “O Vírus da desinformação” do Educotec teve apresentação
Estudantes fazem performance de encerramento do minicursoO Núcleo de Educação, Comunicação e Tecnologia – Educotec – da Faculdade de Educação promoveu, na sexta-feira, 8, o encerramento da segunda turma do minicurso “O Vírus da desinformação: a sociedade unida no combate ao mosquito Aedes” oferecido para estudantes da Ufam e do Centro de Ensino Literatus e ministrado pelo professor do curso de Enfermagem Icaro do Nascimento Martins. O evento ocorreu e no Ateliê de Aprendizagem e apresentação no Hall da Faced.
O minicurso é um projeto desenvolvido pelo professor Icaro do Nascimento Martins e se caracteriza pela luta e combate ao mosquito Aedes. O professor foi convidado pela coordenadora do Educotec, Claudia Guerra, para ministrar o minicurso com carga horária de 10h, dividido em parte teórica e prática, e que culminou com a demonstração performática do mosquito e apresentação de cartazes e vídeo.
A cada dois meses o Núcleo de Educação, Comunicação e Tecnologia oferece à comunidade acadêmica e geral a oportunidade de se capacitar em assuntos dos mais variados e atuais possíveis. Oferecemos um cronograma extenso de cursos ao longo do ano.
“É importante enfatizar a luta contra o mosquito Aedes pois o mesmo transmite três doenças distintas: a Dengue, Zika e Chikungunya, além de estar vinculado ao desenvolvimento da Síndrome de Guillain-Barré, que é uma doença neurológica grave caracterizada pela inflamação dos nervos e fraqueza muscular. Os nossos cursistas estarão aptos após este treinamento a saber diferenciar mediante aos sintomas clínicos, as três doenças, podendo assim procurar um atendimento rápido impedindo desta forma o agravamento da doença” explicou o professor Icaro do Nascimento Martins que é enfermeiro especialista em saúde pública.
Nota de Pesar e Missa de Sétimo dia - Olenilda dos Santos Lopes
A Universidade Federal do Amazonas comunica, com pesar, o falecimento da auxiliar de enfermagem do Ambulatório Araújo Lima, servidora Olenilda dos Santos Lopes, 53, ocorrido na madrugada de sábado (09). O sepultamento foi no cemitério São Francisco.
A Missa de Sétimo Dia será na sexta-feira (15), às 19h, na Igreja de São José Operário, localizada na Avenida Visconde de Porto Alegre, 806, bairro Praça 14.
Semana de Ciências Sociais tem abertura com palestra do professor Renan Freitas Pinto
Estudantes Maysa Fernandes, Rafael Carletti e o professor Renan Freitas Pinto O Centro Acadêmico de Ciências Sociais – CACs, Gestão Resistência -, em parceria com o Departamento do curso, realizaram nesta segunda-feira, 11, a abertura da Semana de Ciências Sociais “Desafios Contemporâneos e Contribuições para o Cientista Social”, no auditório Rio Negro, no ICHL. A mesa de abertura contou com a participação dos estudantes Maysa Fernandes, Rafael Carletti e o professor Renan Freitas Pinto.
A Semana tem como objetivo, por meio de uma série de eventos encadeados, discutir problemáticas ligadas à profissão do cientista social, e compreender sua amplitude dentro das diferentes esferas de desenvolvimento, seja ela acadêmica, profissional ou das formas cada vez mais voláteis e complexas com as quais se baseiam e permeiam as relações no mundo contemporâneo.
Serão levantados questionamentos, elaboradas propostas, além da exibição de arte manauara como formas escolhidas para discutir as relações sociais e as influências que o contexto de formação, trabalho e vivência incorporam as características únicas que se apresentam como desafios no dia a dia do profissional amazônico.
O professor Renan Freitas proferiu a palestra de abertura da Semana com o tema: “Quem somos nós: a história do curso de Ciências Sociais”. O palestrante fez uma retrospectiva das Ciências Sociais na Amazônia, destacando o desenvolvimento de um pensamento original por parte de autores anteriores, que nem eram sociólogos, até chegar a uma sociologia sistemática no âmbito universitário. “Na verdade é Sociologia brasileira, está na Amazônia, mas não se pode separá-la. É uma das expressões da Sociologia praticada no Brasil. O desenvolvimento de uma Sociologia local não está dissociada da nacional ou mundial. O Samuel Benchimol fez uma reflexão sobre isso uma certa vez: ‘até um certo momento nós pensávamos com as ideias dos outros e nos olhávamos com os olhos dos outros’, hoje não, nos vemos a nós mesmos e conseguimos produzir uma percepção própria. Evidentemente, que sempre temos influência da Sociologia no âmbito mundial. Temos a ressonância desse pensamento nos nossos cursos por meio das pesquisas, das disciplinas, dos grupos de pesquisas, isso é bom”, ressaltou Renan Freitas Pinto.
O estudante do 8º período do curso de Ciências Sociais, Ademir Filho, disse que a Semana vai debater temas de relevância para o estudo do cientista social. “Convidamos toda a comunidade acadêmica para participar das discussões sobre os temas propostos. As discussões envolvem assuntos que é de toda a sociedade e a participação de estudantes de outros cursos é importante. Vamos debater sobre movimentos sociais, a questão da cientista social e como ela se insere dentro do campo das Ciências Sociais, entre outras”, disse o estudante do Centro Acadêmico Ademir Filho.

O presidente do CACs, Rafael Carletti, destacou a importância do Centro Acadêmico e a falta de participação política dos estudantes no movimento. “Os estudantes de Ciências Sociais precisam participar mais do movimento estudantil por meio dos Centros Acadêmicos, que não funcionam se não houver a participação maciça dos alunos. Vivemos uma crise de representatividade na política. Votamos em pessoas para nos representar, transferimos pra elas toda uma expectativa e depois esquecemos delas. Depois ficamos reclamando pelos cantos. Às vezes fazemos reunião e só aparecem seis, sete alunos. É importante a participação de todos no movimento, sou formando e espero que os demais prossigam com o trabalho”, afirmou Rafael Carletti.
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