Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Ufam comemora uma década
Durante a tarde desta sexta-feira, 1º, foram realizadas atividades que correspondem ao segundo dia do cronograma de comemoração aos dez anos do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Ufam (PPGSS).
O evento ocorre no auditório Rio Solimões, localizado no Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais (IFCHS), setor Norte do Campus Universitário.
Estiveram presentes a vice-coordenadora do PPGSS, professora Débora Bandeira; os egressos do Programa, Silvânia Queiroz, Lidiany Cavalcanti e Jefferson Pereira; A pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação da Ufam, professora Simone Baçal e membros contribuintes.
A feira científica “Grupos de Estudo e Pesquisa” inaugurou a programação de hoje, antecedendo a mesa-redonda intitulada “Pós-graduação e pesquisa: possibilidades para o mercado de trabalho” e a conferência “Pós-graduação em Serviço Social”.
Na ocasião, a vice-coordenadora Débora Bandeira ressaltou o compromisso das pesquisas contempladas pelo Programa com a formação de recursos humanos voltados ao entendimento da realidade amazônica. “A aplicação do Serviço Social na contemporaneidade deve ser compreendida a as diversas demandas sociais da região necessitam de atendimento”, declarou.
Encerramento
Às 18h acontece o lançamento da 1ª Coletânea do PPGSS e em seguida, às 19h, a apresentação musical de um grupo de discentes do curso de Música.
HUGV realiza a primeira webconferência sobre `Cuidados Farmacêuticos´ para a Faculdade de Farmácia
Docentes e alunos da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da Ufam participaram na manhã desta sexta-feira, 1, no Centro de Educação a Distância (CED), da primeira webconferência sobre Cuidados Farmacêuticos, ministrada pela Unidade de Telessaúde, do Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), com o apoio logístico da Gerência Multidisciplinar de Telessaúde, sob a direção do doutor Ivan Tramujas.
A webconferência faz parte do Grupo de Interesse Especial (SIG), da Rede Universitária de Telemedicina (Rute), e teve como tema `Adaptação de Formas Farmacêuticas com ênfase em Neonatologia´, ministrada pelo doutor Idivaldo Antonio Micali, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
Para a coordenadora da Unidade de Telessaúde do HUGV, Adriany Araújo, que também faz parte da Gerência de Ensino e Pesquisa (GEP), a webconferência, além de ser uma atividade fora do ambiente hospitalar, contribui para a capacitação. “Hoje é uma construção nova dentro da Unidade de Telessaúde no que diz respeito uma atividade "extramuro hospitalar” para que os discentes, docentes, pesquisadores e demais profissionais possam ter acesso à ferramenta em questão (webconferência) para contribuir na vida profissional dos participantes, refletindo na qualidade da assistência ao paciente”.
A Diretora da FCF, professora Débora Teixeira Ohana, ressaltou que a vídeoconferência “é de fundamental importância pois há uma troca de experiências entre as universidades [Ufam-UFRN], que auxilia no desenvolvimento das atividades do curso, e no crescimento da profissão farmacêutica”.
Já a coordenadora local do SIG `Cuidados Farmacêuticos´, professora Kátia Santos, destacou que o tema “resgata o profissional farmacêutico, a partir do momento que o torna importante, no âmbito hospitalar, para favorecer a adaptação das formas farmacêuticas, e assim atender as demandas específicas do hospital”.
Arine Lopes, aluna de mestrado do Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas da Ufam, reforça a importância da aprendizagem. “Essa videoconferência agrega muito pois durante a vida acadêmica não temos uma abordagem voltada para o público neonatal. Então, essa parte de manipulação de formas farmacêuticas alternativas é muito importante para abrir caminhos, de pensar novas possibilidades voltadas para as terapias das crianças”.
Docente da Ufam recebe diplomação como membro da Academia Brasileira de Ciências
Cinco novos membros foram nomeadosJosé Nazareno Gomes, docente do Programa de Pós-Graduação em Matemática da Universidade Federal do Amazonas (PPGM/Ufam), recebeu, na tarde de quinta-feira, 31, diplomação como membro afiliado da Academia Brasileira de Ciências (ABC).
A sessão solene foi realizada no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e coordenada pelo vice-presidente da Regional Norte da ABC, Roberto Dall’ Agno.
Os demais cientistas que aderem ao grupo da ABC são Fernanda Werneck, da área de Ciências Biológicas e vinculada ao Inpa; José Toledo, também da área de Ciências Biológicas e vinculado à Universidade Federal do Amapá (Unifap); Joyce Silva, da área de Ciências Químicas e vinculada à Universidade Federal do Pará (UFPA); e Wuelton Monteiro, da área de Ciências da Saúde, com atuação profissional na Ufam, na Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e no Centro de Pesquisa Leônidas e Maria Deane da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Inovações científicas
O artigo do professor Gomes tem por finalidade estudar as superfícies de contato na esfera de dimensão três, subtema componente da área de Geometria diferencial, que correlaciona técnicas de Cálculo diferencial e da Álgebra linear para investigar problemas de caráter geométrico. Conforme constatação do docente, a partir do final do século XIX, a Geometria diferencial tornou-se uma vertente da Ciência matemática muito mais abrangente que o estudo das superfícies, por exemplo. “Essas equações calculam dimensões da hipótese de uma superfície estar se curvando”, detalhou. Outra pertinência do trabalho que ficou evidenciada foi a motivação que agregará a estudantes de graduação, por abordar um tipo de cálculo aplicado em diversos campos de atuação não acadêmicos. “A Geometria diferencial é aplicável à Nanotecnologia, Medicina, Física e algumas engenharias”, exemplificou o professor José Gomes.
As pesquisas são de diferentes áreas do conhecimento
Atualmente pesquisador da Fiocruz, Wuelton Monteiro foi professor do curso de Medicina da Ufam até 2013. A pesquisa dele identificou que o índice de performance do sistema de saúde da região Norte é inferior aos das demais regiões, o que afeta principalmente populações marginalizadas ou com poder aquisitivo baixo, quando atingidas pelas chamadas ‘doenças negligenciadas’.
De acordo com Monteiro, o envenenamento por cobras é uma das patologias mais frequentes e pode causar complicações locais ou sistêmicas, além de óbitos. “Complicações locais fazem com que o paciente perca a capacidade funcional no local afetado, e as sistêmicas podem desencadear infecções internas e distúrbios renais”, esclareceu. O pesquisador ressaltou ainda que a morte, nesses casos, está diretamente relacionada ao tempo hábil de atendimento e ao tipo de medicação aplicada. “Um caso tratado em menos de 6h tende a ter sucesso”, alertou.
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