Curso sobre educação inclusiva é realizado no ICET

Alunos e professores no ICETAlunos e professores no ICET

Na última semana, o Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia de Itacoatiara (ICET) foi palco de um curso promovido pela Comissão de Inclusão e Acessibilidade da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) para capacitação de alunos, servidores e comunidade externa. O curso, que teve duração de 30 horas, distribuídas em três dias, contou com diversas atividades que envolveram aproximadamente 100 pessoas.

O objetivo é capacitar alunos, servidores e visitantes acerca dos procedimentos básicos que dizem respeito ao atendimento de pessoas que necessitam de uma educação especial na perspectiva inclusiva.

O professor Renato Brandão, presidente da Comissão de Inclusão e Acessibilidade da Ufam, proferiu a palestra de abertura intitulada “A inclusão e diversidade: Qual mundo queremos daqui para frente”. Brandão abordou diversos temas correlatos, como o uso de mobiliário adequado, papel com pauta ampliada, intérprete de LIBRAS, Braille, recursos alternativos de comunicação além melhores condições de acessibilidade aos locais.

As discussões que permearam o curso demonstram o reflexo social, considerando a dificuldade que a sociedade brasileira tem de oferecer a pessoas com necessidades especiais a devida atenção que precisam e merecem.

Segundo o professor, o trabalho da comissão partiu da necessidade de uma mudança de mentalidade. “A Universidade deve mudar sua mente, deve estar preparada para a questão da diversidade, sobretudo agora que o Instituto, já no próximo semestre contará com um aluno portador de deficiência visual”, comentou.

Segundo a Coordenadora Acadêmica do ICET, professora Odinéia Pamplona, o curso foi de muito proveito para a classe dos docentes, pois trouxe esclarecimentos sobre a forma ideal de atenção a alunos com necessidades especiais. “O curso veio esclarecer quais os melhores recursos e suportes didáticos a serem utilizados para a atenção adequada deste público”, explicou.

Dados do último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística dão conta de que 15% da população brasileira tem algum tipo de deficiência.

Curso sobre educação inclusiva é realizado no ICET

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Na última semana, o Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia de Itacoatiara (ICET) foi palco de um curso promovido pela Comissão de Inclusão e Acessibilidade da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) para capacitação de alunos, servidores e comunidade externa. O curso, que teve duração de 30 horas, distribuídas em três dias, contou com diversas atividades que envolveram aproximadamente 100 pessoas.

O objetivo é capacitar alunos, servidores e visitantes acerca dos procedimentos básicos que dizem respeito ao atendimento de pessoas que necessitam de uma educação especial na perspectiva inclusiva.

O professor Renato Brandão, presidente da Comissão de Inclusão e Acessibilidade da Ufam, proferiu a palestra de abertura intitulada “A inclusão e diversidade: Qual mundo queremos daqui para frente”. Brandão abordou diversos temas correlatos, como o uso de mobiliário adequado, papel com pauta ampliada, intérprete de LIBRAS, Braille, recursos alternativos de comunicação além melhores condições de acessibilidade aos locais.

As discussões que permearam o curso demonstram o reflexo social, considerando a dificuldade que a sociedade brasileira tem de oferecer a pessoas com necessidades especiais a devida atenção que precisam e merecem.

Segundo o professor, o trabalho da comissão partiu da necessidade de uma mudança de mentalidade. “A Universidade deve mudar sua mente, deve estar preparada para a questão da diversidade, sobretudo agora que o Instituto, já no próximo semestre contará com um aluno portador de deficiência visual”, comentou.

Segundo a Coordenadora Acadêmica do ICET, professora Odinéia Pamplona, o curso foi de muito proveito para a classe dos docentes, pois trouxe esclarecimentos sobre a forma ideal de atenção a alunos com necessidades especiais. “O curso veio esclarecer quais os melhores recursos e suportes didáticos a serem utilizados para a atenção adequada deste público”, explicou.

Dados do último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística dão conta de que 15% da população brasileira tem algum tipo de deficiência.

Professora de Coari desenvolve método para controle de "praga" da agricultura

A professora do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Ufam de Coari, da Universidade Federal do Amazonas, a bióloga Adriana Dantas Gonzaga, desenvolveu um método para controlar as formigas cortadeiras a partir de microorganismos endofíticos (aqueles que habitam o interior da planta sem causar danos aparentes, principalmente fungos e bactérias) de plantas da Amazônia.

Considerados como “pragas” na agricultura, as formigas cortadeiras, popularmente conhecidas como saúvas foram a matéria-prima da pesquisa, tese de doutoramento do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia. As formigas causam prejuízos por desfolharem inúmeras quantidades de material vegetal.

O método comumente empregado para combater as formigas cortadeiras tem sido o uso indiscriminado de iscas tóxicas, sem levar em conta a espécie ou o nível dos danos. Com isso, podem ser prejudicadas muitas formigas que não são pragas agrícolas, e até outros organismos.

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