‘Projeto Retenção’ do ICET é apresentado em workshop na PROTEC

No workshop do Parque Científico e Tecnológico para Inclusão Social (PCTIS) que foi realizado nos dias 30 e 31 de outubro, na Pró-reitoria de Inovação Tecnológica (PROTEC), aconteceu a apresentação dos resultados obtidos com os dois anos de atuação do projeto ‘Tecnologias de gestão como instrumento de inovação tecnológica na gestão universitária com foco na retenção’.

O coordenador do projeto, servidor Firmino Rosas, conta que a apresentação faz parte de um conjunto de ideias embasadas no conceito de inovação acadêmica. “Nesse evento foi apresentado todo o nosso trabalho que consiste em focar no processo de formação do graduando oferecendo meios para que ele passe ao longe do jubilamento”, explicou.

Segundo Firmino a apresentação vislumbrou o tempo do ciclo produtivo dos cursos de graduação aliado ao projeto pedagógico e apresentou as soluções que foram encontradas para resolver o problema da retenção no Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia (ICET). “Olhamos o tempo máximo que um aluno levaria para integralizar seu curso e verificamos que em boa parte dos casos o aluno estava com seu processo de formação excessivamente demorado, chegando ao risco do jubilamento. Foi então necessária a intervenção para mudar o quadro”, comentou.

O projeto que dá atenção tanto ao calouro - com o curso de nivelamento antes do primeiro período - quanto ao veterano - fornecendo meios para minimizar o conflito entre os horários de disciplinas consideradas chaves no decorrer do curso de graduação - tem trazido bons frutos, pois é visível que o numero de graduados aumenta a cada ano, garante o coordenador. “Mudando a forma de pensar o processo vimos que é possível mudar a realidade, hoje vemos mais alunos formados, alunos que antes corriam o risco do jubilamento já tem uma perspectiva melhor e já sonham com a formatura, e estamos também acompanhando a nota dos alunos fizeram nivelamento e vemos que estes têm um desempenho melhor do que aqueles que não fizeram o curso”, finalizou.

ICET promove campanha com testes gratuitos de diabetes

Um grupo de alunos e docentes do curso de Farmácia do Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia de Itacoatiara (ICET) promoveu na manhã de ontem (7), a segunda ação do projeto de extensão ‘O que você precisa saber sobre diabetes’. As ações incluíram testes rápidos e gratuitos de diabetes, medições do índice de massa corporal, além de esclarecimentos e orientações.

A coordenadora do projeto, professora Camila Takahashi conta que a ação partiu da preocupação de monitorar como anda a população universitária no que tange a fatores de riscos de diabetes. “Montamos um estande fazendo o teste de glicemia e fazemos o cadastro procurando identificar se o pessoal vai apresentar algum fator de risco ou princípios de diabetes”, comentou.

Apesar de não ser um teste diagnóstico, as pessoas que apresentam índice glicêmico alterado são orientadas a procurarem orientação médica comenta professora Camila. “Mesmos não sendo um teste diagnóstico, já é um indicador que algo pode estar errado com a saúde, daí damos orientações para que teste seja repetido e que se procure o mais rapidamente possível um médico”, explicou.

Também integrando o projeto, estava a aluna Natália Bento que conta que o projeto foi muito bem aceito pela comunidade. “Os alunos ficaram bastante curiosos, aceitaram fazer os testes o que demonstra que estão preocupados com a sua saúde. O diabetes é um mal que assola o mundo e precisa ser desmistificado e tratado”, completou.

Casa da Física participa da II Feira de Ciências da Amazônia no Sesi

Alunos observam experimento na Casa da FísicaAlunos observam experimento na Casa da Física

A Casa da Física, projeto de extensão do curso de Física da Ufam, participa da II Feira de Ciências da Amazônia que ocorre no Clube do Trabalhador do Amazonas (Sesi), na Alameda Cosme Ferreira, no São José I, na Zona Leste de Manaus. O evento é promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI) e faz parte da 11ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). O estande da Casa da Física é um dos mais visitados pelo público que compareceu ao evento nesta sexta-feira pela manhã.

Com a exposição de vários experimentos científicos em seu estande, a Casa da Física, projeto de extensão do curso de Física da Ufam, atraiu um número grande de visitantes, em razão da interação do público com os experimentos. Vários estudantes tiveram a oportunidade de sentir o processo de transmissão de energia pelo corpo, sentir os fios de cabelo se elevar e sentar em um assento de uma cadeira com pregos, entre outros. Estudantes do curso de Física faziam as explicações para os alunos, a maioria, de escolas públicas.

A coordenadora da Casa da Física, professora Daniela Menegon, disse que o projeto propicia o aprendizado de Física paraCoordenadora da Casa da Física explicando experimento Coordenadora da Casa da Física explicando experimento  milhares de alunos da rede pública. “Eles se encantam com os experimentos que trouxemos para o evento. Querem saber como funciona cada experimento. As escolas públicas não tem estrutura para ensinar Física dessa forma, por isso estamos explicando como funciona a prática do ensino da Física. Temos a oportunidade de ter contato com o público estudantil e ensiná-los por meio da experimentação. Esse tipo de evento faz a Universidade pular o muro e se relacionar com a população. A extensão tem o papel de interagir com a sociedade e promover ciência” explicou a coordenadora.

A professora Isis Suely Lima Saraiva, da Escola Municipal Maria José Nunes da Luz, localizada no Parque Dez, disse que trazer os alunos pra Feira é uma experiência importante pra eles. “Para eles é importante porque estão vivendo um momento prático. Eles querem tocar nos objetos e participar dos experimentos. Na escola não temos todo esse aparato da Casa da Física e vir aqui com os alunos é importante porque agrega conhecimento”, ressaltou a professora.

Outra professora da Escola Municipal Maria José da Luz, Denise Monteiro Maia, afirmou que a introdução científica nos primeiros anos é importante, mas na escola não temos esses objetos que estão aqui. “Temos na escola, no nosso planejamento anual e mensal, um eixo voltado à ciência. Ensinamos para nossos alunos o uso da tecnologia no dia a dia, mas infelizmente a escola pública não tem ferramentas necessárias para aulas práticas. O estande da Universidade disponibiliza esse material e os alunos podem manipular esses materiais”, disse a professora.

A estudante Stephanie Brun, do 8º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Ulisses Guimarães, no Amazonino Mendes, ficou satisfeita de ter vindo ao evento e participar da aula prática na Casa da Física. “Achei interessante porque no ano que vem vou estudar Química e Física no 9º ano. Já aprendi algumas coisas aqui na Casa da Física. É legal que muda nossa rotina. Estou satisfeita de ter vindo pra Feira”, disse a estudante Stephanie Brun.  

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