UFAM apresenta Seminário do Plano Anual de Capacitação do Servidor Técnico-Administrativo em Educação 2014
Propostas de formação e capacitação dos servidores Técnico-Administrativos da UFAM para o ano de 2014 foram apresentas na manhã desta quinta, 16, em Seminário no auditório Rio Amazonas na FES.
O seminário teve por objetivo apresentar as propostas do Plano Anual de Capacitação do Servidor Técnico-Administrativo em Educação (TAE) da UFAM – PAC 2014, e foi organizado pela Comissão para elaboração do PAC, tendo como presidente a servidora Rosianny Nascimento dos Santos.
Foram apresentados, em linhas gerais, o mapeamento do perfil dos TAE’s e o levantamento das demandas por capacitação dos Técnicos servidores da UFAM.
O Estatístico, Erico Jander da Silva Lopes, apresentou o perfil de formação dos TAE’s da UFAM, as necessidades da continuidade da formação dos Técnicos, o número de TAE’s que buscam a continuidade de sua formação e a relação tempo de serviço versus idade do servidor, demonstrando que muitos ainda estão no mesmo nível de capacitação de quando ingressaram na instituição. “Com base nas informações da posse de cada servidor a gente calculou o tempo por faixa de tempo que o servidor tem na universidade. E chegamos à conclusão que a grande maioria dos servidores que tem mais de cinco (5) anos de casa continua no nível um (1). Conforme vai aumentando o tempo de serviço vai ficando mais complicado. É pouco admissível a gente observar um servidor com mais de 34 anos de casa ainda no nível um de progressão por capacitação”.
Erico também apresentou uma tabela em que demonstrava a escolaridade dos TAE’s por lotação, contemplando o campus de Manaus e os campi de Itacoatiara, de Parintins, de Coari, de Humaitá e de Benjamin Constant, mais o Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV). O que mais chamou a atenção é a existência de servidores com escolaridade em nível de alfabetização (13), bem como, o pequeno número de TAE’s com Doutorado (12).
Em seguida a presidente da Comissão para elaboração do PAC 2014, Rosianny Nascimento dos Santos, apresentou os objetivos geral e específicos do Plano que visa desde a inserção do servidor recém-ingresso na instituição, passando pela promoção de ações permanentes de qualificação aos servidores nos diversos níveis de educação formal, assim como a progressão por capacitação e incentivo à qualificação dos servidores técnico-administrativos da UFAM.
Lembrou também que já existe, desde 1999, o Programa de Bolsas de Especialização Lato Sensu no qual são destinadas duas bolsas para servidores da instituição nas Especializações oferecidas pela UFAM.
A novidade fica por conta do Programa de Bolsas de Auxílio à Qualificação – PROBAQ, que consiste na oferta de bolsas de estudo em instituições de ensino públicas e privadas, nos vários níveis da educação formal. A proposta contempla 10 bolsas para Ensino Básico (Fundamental e Médio), 25 bolsas para Graduação, 20 bolsas para Mestrado e 05 bolsas para Doutorado. Os valores das bolsas serão calculados de acordo com o salário mínimo vigente, no qual a bolsa para cursos de educação básica será de 44% do valor do salário mínimo. Para os cursos de graduação esse valor sobe para 59%, assim como para o Mestrado a bolsa fica em 177% e para o Doutorado a bolsa fica em 200% do valor do salário mínimo. Vale ressaltar que esses valores são para cursos em instituições privadas. No caso do curso ser realizado em instituição pública o servidor fará jus a 1/3 (um terço) do valor equivalente da bolsa.
A proposta do PAC 2014 contempla ainda os cursos de aperfeiçoamento externo, que abrange os servidores TAE’s que não conseguem montar turma por serem casos específicos. É o caso de técnicos de laboratórios que precisem realizar cursos externos. “Os interessados que se enquadram nesta situação devem encaminhar ao DRH a solicitação do curso para ser analisado de acordo com a Portaria 133”, completou Rosianny Nascimento.

Logo após a apresentação da proposta do PAC 2014 foi a vez da TAE Sergia Colares explanar sobre as progressões por capacitação e por qualificação as quais os servidores técnicos fazem jus. Sergia sanou as dúvidas quanto a progressão por capacitação no que diz respeito à carga horária dos cursos, o ambiente organizacional e o interstício exigido entre uma progressão e outra.
Sergia lembrou que a partir da Lei nº 12.772, de 28 de dezembro de 2012 aconteceram as seguintes mudanças: somatórios de vários cursos com carga horária mínima de 20h por curso; realização dos cursos dentro do nível de capacitação em que se encontra o servidor; e o aproveitamento de horas excedidas para a próxima progressão.

Ao final do evento a Pró-reitora da PROCOMUN, professora Kathya Augusta Thomé Lopes, disse que se sentiu bastante emocionada com o resultado apresentado no seminário: “como professora eu sei que o trabalho escrito a gente pode pedir para qualquer pessoa fazer, mas a apresentação, a apropriação do trabalho isso só existe quando você efetivamente fala”, e acrescentou “E gostaria que a gente pudesse batalhar para que este PAC aconteça. Devemos comprometer o gestor, comprometer o colega em fazer, e dar resposta à universidade naquilo que ele foi premiado”.
A proposta do PAC 2014 ainda vai ser submetido ao Conselho de Administração da UFAM – CONSAD, para análise.
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